Voltar    
  CRIANÇAS E LITERATURA INFANTIL: A LEITURA DO TEXTO LITERÁRIO NA ESCOLA PÚBLICA

Priscila Cristina Vieira de Castro - FCT/Faculdade de Ciências e Tecnologia – UNESP
Renata Junqueira de Souza. – FCT/Faculdade de Ciências e Tecnologia – UNESP - Campus Presidente Prudente.

INTRODUÇÃO E JUSTIFICATIVA

A leitura, as práticas e as competências leitoras têm ocupado espaço considerável na educação e na mídia brasileira. Algumas ações têm tentado mobilizar escolas, professores, diretores e sociedade para mudar este quadro: PNLD - Programa Nacional do Livro Didático através dos módulos literários, o PNBE - Programa Nacional Biblioteca na Escola, campanhas como "Tempo de Leitura" e "Literatura em Minha Casa", entre outras. Estas iniciativas mostram algo em comum: a utilização de textos literários e a proposta para o uso de diversos tipos de textos nas ações voltadas para leitura. No entanto, nota-se que as instituições de ensino encontram dificuldades em fazer uso da literatura como objeto de leitura.
Entre vários problemas estruturais já tão denunciados pelas pesquisas e estudos realizados, ressalta-se aqui a questão da formação docente como um dos principais entraves a uma prática educativa de qualidade, especialmente no que se refere ao ensino da leitura. Entende-se que, ainda que todos os quesitos ideais necessários a uma prática de ensino da leitura fossem efetivados na escola, indispensável seria a presença de professores leitores, que sentissem prazer na leitura, que fossem bem informados e instrumentalizados para tal prática. O ensino da leitura e, particularmente, a importância da literatura na formação pessoal e intelectual do ser humano, encontram pouco espaço nos programas de formação inicial e continuada.
O projeto Crianças e Literatura: a leitura do texto literário na escola pública, desenvolvem atividades que convergem para ações votadas diretamente para alunos das séries iniciais do ensino fundamental da EMEIF Carmem Pereira Delfim do município de Presidente Prudente. Nesse contexto ocorrem semanalmente na biblioteca escolar atividades de “Hora do Conto”, onde as crianças podem ouvir, interpretar e produzir um texto escrito sobre a história contada, além de aprenderem como funciona a biblioteca e poderem retirar os livros infantis. Neste ano de 2005, além de todas as atividades de leitura e escrita, estão sendo desenvolvidas atividades mensais com estes alunos na universidade, utilizando os recursos da biblioteca do campus. Desta forma, amplia-se a participação destas crianças nos espaços sociais de acesso aos livros e à leitura.
Dentro do eixo formação do aluno leitor, há a Sala de Leitura que atende crianças das séries iniciais do ensino fundamental com idade escolar de 7 a 10 anos. A escola é atendida em sua totalidade e todo trabalho é desenvolvido na biblioteca da escola, fazendo desta um espaço de diversão e leitura e não somente um espaço de consulta a livros para pesquisa.
O trabalho com literatura infantil está sendo apresentado como elemento essencial para a realização das atividades, que logo no início representou algo novo e diferenciado das atividades realizadas dentro da sala de aula.
A literatura infantil é como uma manifestação de sentimentos e palavras, que conduz a criança ao desenvolvimento do seu intelecto, da personalidade, satisfazendo suas necessidades e aumentando sua capacidade crítica. Esta literatura, tem o poder de estimular e/ou suscitar o imaginário, de responder as dúvidas do indivíduo em relação a tantas perguntas, de encontrar novas idéias para solucionar questões e instigar a curiosidade do leitor. Nesse processo, ouvir histórias tem uma importância que vai além do prazer. É através de um conto e/ou de uma história, que a criança pode conhecer coisas novas, para que efetivamente sejam iniciados a construção da linguagem, da oralidade, idéias, valores e sentimentos, os quais ajudarão na sua formação pessoal.
Considerando que o gosto pela leitura se constrói através de um longo processo e que é fundamental para o desenvolvimento de potencialidades, há a necessidade de se propor atividades diversas e diferenciadas para a formação do leitor crítico.
De acordo com Zilberman (2003, p.30):
... o uso do livro na escola nasce, pois, de um lado, da relação que se estabelece com seu leitor, convertendo-o num ser crítico perante sua circunstância...
.
Assim, o educador preocupado com a formação do gosto pela leitura deve reservar espaços em que proponha atividades novas sem o compromisso de impor leituras e avaliar o educando. Trata-se de operacionalizar espaços na escola e na sala de aula onde a leitura por fruição-prazer possa ser vivenciada pelas crianças e jovens.
As várias atividades propostas podem ajudar no contexto educacional, se bem utilizadas a partir de um conto: o pintar; o desenhar no contexto da história; discutir sobre as partes da história que as crianças mais gostaram; trocar experiências a partir da história contada; adivinhar o que vai acontecer e/ou imaginar finais e situações diferentes; fazer origami; colar; usar massa de modelar; usar bexiga; barbante; construir objetos com sucata; elaborar textos; encenar uma peça teatral; utilizar papéis diversos; confeccionar novos materiais; trabalhar em grupo etc, podem contribuir para a formação de um ser criativo, crítico, imaginativo, companheiro e provavelmente leitor.
Nesse contexto, o professor deve proporcionar várias atividades inovadoras, procurando conhecer os gostos de seus alunos e a partir daí escolher um livro ou uma história que vá ao encontro das necessidades da criança, adaptando o seu vocabulário, despertando esse educando para o gosto, deixando-o se expressar.
Acredita-se assim que a proposta de atividades variadas é de grande valor para o processo de construção da autonomia e desenvolvimento da criança em formação.
Com objetivo de ampliar os espaços sociais de convívio destes alunos, a partir do segundo semestre serão planejadas e organizadas outras atividades educativas de leitura no espaço do campus da UNESP – Presidente Prudente.

“Leitura é interpretar uma percepção sob as influências de um determinado contexto. Esse processo leva o indivíduo a uma compreensão particular da realidade”.(SOUZA, (1992, p.5)

Essa é uma perspectiva de ordem cognitivo-sociológica, pela qual se concebe a leitura como um processo de compreensão abrangente. Sua dinâmica envolve componentes sensoriais, emocionais, intelectuais, fisiológicos, neurológicos, bem como culturais, econômicos e políticos.
Outra concepção de leitura, observada com maior freqüência, denota uma decodificação de signos lingüísticos, através de aprendizado estabelecido a partir do condicionamento estímulo-resposta. Tal conceito, de perspectiva behavorista-skinneriana, ignora a profundidade da experiência do contato do indivíduo com os elementos da comunicação humana.
No entanto, a escola prioriza a prática desta segunda leitura. Em sala de aula, a criança raramente é estimulada a prática de uma leitura prazer. Aquela que levará o aluno à “compreensão da realidade”.
A biblioteca poderia ser um local apropriado para formar a criança leitora, mas acaba sendo procurada apenas para a pesquisa.
A biblioteca da FCT - UNESP/ Pres. Prudente, além de seus alunos e professores, atende crianças e jovens que a procuram para a realização de atividades escolares. Segundo os responsáveis pelo atendimento ao público, estes últimos chegam à biblioteca sem clareza de suas necessidades de pesquisa, sem referencial bibliográfico e sem o menor conhecimento do funcionamento da biblioteca. Além disso, não há registro de procura que não esteja vinculada a exigências que remetem crianças e jovens à utilização dos livros apenas enquanto instrumento de consulta.
Se por um lado temos essa realidade que bate à nossa porta todos os dias, sabemos, através de pesquisas realizadas e/ou contato direto, que os professores de 1o grau enfrentam uma situação não menos grave. Muitos se queixam de dificuldade de acesso à literatura infantil, em virtude da desestruturação da biblioteca municipal e do reduzido (quando não inexistente) acervo da escola e da falta de formação específica sobre leitura, interesses infantis, indicações adequadas para as idades com as quais trabalham, etc. Soma-se a isso o fato de que muitos deles não gostam, não têm tempo nem o hábito de ler.

GUIMARÃES (1995, p.88) afirma que:
“o ato de ler implica um mergulho na própria existência - esta considerada como produto das determinações não apenas internas, mas externas aos sujeitos - no resgate dos significados já produzidos ao longo da vida e no confronto destes com a proposta feita pelo autor. No processo que se concretiza, o sujeito-leitor recupera seus conhecimentos e crenças, implementa seu raciocínio e se reorganiza internamente, marcado por uma nova interação”.

Ou seja, o ato de ler é compreendido em seu sentido de produção de significados e, por essa razão, abarca as possibilidades de utilização de diversas linguagens.
Considerando que o gosto pela leitura se constrói através de um longo processo onde sujeitos desejantes encontram nela uma possibilidade de interlocução com o mundo, espera-se que o professor seja um agente fundamental na mediação entre alunos e material, um impulsionador e guia no sentido de um contato cada vez mais intenso e desafiador entre o leitor e a obra a ser lida.
Para que isso se concretize, é necessário que o próprio professor se veja enquanto um sujeito-leitor, um sujeito que se sinta desafiado diante dos “objetos de leitura”, diante das diferentes linguagens. Entretanto, o quadro que se configura traduz uma situação que demanda atitudes urgentes: por um lado, professores cada vez mais ameaçados em sua condição de sujeitos-leitores e de mediadores qualificados para o ensino de leitura; por outro, alunos que percebem a biblioteca escolar como um ambiente estranho - muitas vezes ameaçador - e vivem a possibilidade de leitura em sua dimensão mais restrita.
Entende-se leitura como um dos caminhos de inserção no mundo e de satisfação de necessidades amplas do ser humano (estéticas, afetivas, culturais, além das intelectuais), é de se esperar que as alternativas propostas nesse projeto estejam direcionadas para a superação de uma visão utilitarista das linguagens - onde é privilegiado apenas seu domínio técnico - no sentido da compreensão de que estas constituem produções humanas e, como tal, são passíveis de manipulação, construção, desconstrução e reconstrução.

OBJETIVOS

O presente projeto tem como objetivo:
1. cultivar o espaço da biblioteca, através do Laboratório de Leitura, Literatura e
Educação, como lugar onde a prática de leitura não esteja restrita à pesquisa e consulta, mas voltada para a satisfação de necessidades mais amplas do ser humano (culturais, afetivas, estéticas, etc.);
2. entrevistar docentes e alunos de séries iniciais;
3. estimular o uso da literatura infantil como elemento essencial para a formação do “leitor mirim”;
3.1. estimular o trabalho com a oralidade no texto literário, aproveitando o universo infantil para as várias possibilidades de leitura;
4. acompanhar o trabalho desenvolvido por professores em sala de aula, com o texto literário infantil;
5. disseminar e multiplicar as metodologias para formação do leitor;
6. habilitar o aluno para consulta em bibliotecas (conhecimento de regras de funcionamento, cuidados com acervo, procedimentos para inscrição, consulta e/ou retirada de livros, etc.);
7. expandir as formas de interpretação de textos escritos para diferentes campos de linguagem (teatro, artes plásticas, música, cinema, etc.);
7.1. proporcionar acesso de alunos das séries iniciais a novas tecnologias, como o computador, por exemplo, desmistificando seu uso e viabilizando-o como nova possibilidade de linguagem.
8. realizar redação de relatório sobre os resultados da pesquisa;
9. apresentação dos resultados da pesquisa em eventos de Iniciação Científica.

METODOLOGIA

O presente projeto de pesquisa irá buscar desenvolver ações educativas voltadas diretamente para alunos das séries iniciais do ensino fundamental, centralizadas no ato de ler e seus processos para a formação do leitor crítico e no ensino da leitura através de atividades utilizando textos da literatura infantil. Para tanto, adotamos a pesquisa qualitativa para analisar os conteúdos, o método e os materiais escritos pelos sujeitos envolvidos no processo.

Dentre os vários indicadores que nos orientam na seleção das histórias e/ou textos destaca-se o conhecimento dos interesses predominantes em cada faixa etária. Para tanto utilizamos a tabela desenvolvida pela autora Betty Coelho:
Pré-escolares
Até 3 anos - fase pré mágica – historias de bichinhos, brinquedos, objetos, seres da natureza (humanizados), historias de crianças.
3 a 6 anos – fase mágica – historias de repetição e acumulativas (Dona Baratinha, A Formiguinha e a Neve), historias de fadas.
Escolares
7 anos – historias de crianças, animais e encantamentos, aventuras no ambiente próximo - família, comunidade, historias de fadas.
8 anos – historias de fadas com enredo mais elaborado, historias humorísticas.
9 anos – historias de fadas, historias vinculadas à realidade.
10 anos em diante – aventuras, narrativas de viagens, explorações, invenções, fabulas, mitos e lendas.
Neste projeto o encontro entre a criança e o livro ocorre em quatro momentos:
1°) A escolha da historia: uma história da literatura infantil é escolhida, selecionando a melhor técnica para contá-la, respeitando a faixa etária e o gosto do ouvinte.
2°) O conto: neste momento a história é contada com intuito de despertar o gosto e o prazer na criança.
3°) Há uma discussão da história através de uma conversa (contador e ouvinte).
4°) Nesta última etapa, temos uma interpretação crítica que é realizada a partir do momento em que atividades artísticas são apresentadas juntamente com uma produção textual. Assim, a criança pode interpretar criativamente o que lhe foi contado e a leitura se faz num processo de contínuo aprendizado. Um bom livro e/ou uma boa história é capaz de levar a criança a outros mundos e dar vida aos seus sonhos.
Logo a baixo, segue dois exemplos de atividades desenvolvidas para dois grupo de crianças:
LIVRO: Menina Bonita do Laço de Fita – Editora Ática.
AUTORA: Ana Maria Machado.
ILUSTRAÇÕES: Walter Ono.
SÍNTESE: O coelhinho branco quer ter uma filha pretinha como aquela menina do laço de fita. Mas ele não sabe como a menina herdou aquela cor.
IDEOLOGIA: É importante sabermos que temos nossas diferenças e que muitas vezes herdamos de nossos familiares.
ESTÉTICA: Gravuras grandes e coloridas.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1. Esclarecer aos ouvintes que todos têm em sua origem uma história e que ninguém é igual a ninguém. 2. Levar a criança a perceber que suas herança, desde a cor do seu cabelo até a cor de sua pele são herdadas muitas vezes de seus familiares.
FORMA DE APRESENTAÇÃO: Simples narrativa
PROCEDIMENTO:
1º Música – Menininha: Toquinho, Vinícius e Orquestra
2º Preparação dos ouvintes – conversa com as crianças.
3º Conta-se a história
4º Comentário sobre a história - participação dos ouvintes.
5º Dobradura – confecção de um coelho de formas geométricas.
6º Dramatização da história.
7º Proposta de escrita - Elaboração de um novo texto

LIVRO: O peixe pixote – Coleção Estrelinha III, Ed. Ática.
AUTORA: Sonia Junqueira.
SÍNTESE: Quando este peixe desligado vai descobrir as delícias do fundo do mar...
IDEOLOGIA: Abolir os medos, abrir os olhos e dar valor real a tudo aquilo que se tem.
ESTÉTICA: Gravuras grandes.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 1. Motivar a criança e encorajá-la para que no decorrer do seu dia-a-dia, não tenha medo de realizar simples atividades. 2. Despertar na mesma a coragem motivá-la a superar os medos.
FORMA DE APRESENTAÇÃO: Livro ampliado.
PROCEDIMENTO:
1º Música – Peixe vivo.
2º Preparação dos ouvintes – conversa com as crianças.
3º Conta-se a história
4º Comentário sobre a história - participação dos ouvintes.
5º Dobradura – confecção de um peixe.
6º Proposta de escrita - Elaboração de um novo texto

ANÁLISE DOS RESULTADOS

A análise dos resultados da pesquisa é um processo cíclico integrado a todas as fases. A tarefa de análise de dados de uma pesquisa qualitativa implica, primeiramente, a organização de todo o material, dividindo-o em partes e procurando identificar, nele, tendências e padrões relevantes. Num segundo momento, estas tendências e padrões são reavaliados, buscando relações e interferências num nível de abstração mais elevado.
No decorrer da pesquisa, estaremos analisando os documentos, as propostas curriculares, as atividades sugeridas e desenvolvidas durante o tempo, as opiniões das crianças envolvidos na pesquisa, as vantagens e desvantagens de se trabalhar com livros de literatura e as possíveis relações destes com o ensino da leitura no Brasil.
A pesquisa bibliográfica está fortemente direcionada para as necessidades de análise e interpretação do material, e será aprofundada através da participação em seminários e reuniões com o grupo de pesquisa.
O projeto tem sido alvo de uma avaliação constante, tanto pela escola como pelos pesquisadores envolvidos. Diante das observações e dados coletados junto a alunos e professores, ainda que como resultados parciais, percebe-se que a leitura tem se tornado prazer e hábito para as crianças envolvidas, pois tem sido introduzida na escola de maneira significativa.
Percebe-se, através de resultados obtidos em novo diagnóstico realizado pela escola em dezembro de 2004, que houve progressão das crianças no quesito desempenho em leitura, visto que dos 40% (quarenta pontos percentuais) de alunos que inicialmente encontravam-se no Nível 1 (nível mais elementar), apenas 27% (vinte e sete pontos percentuais) permaneceram neste nível ao final do ano letivo.
Por outro lado, o envolvimento e progressão dos alunos nos processos de leitura foram detectados pelos pais. Em resposta a um questionário elaborado pela escola ao final do ano, estes elegeram prioritariamente o quesito “mais leitura” como uma das formas de aprimoramento e melhoria do trabalho educativo junto aos filhos.
As crianças, mesmo com dificuldades, produzem textos e expõem suas idéias, trabalhando assim a oralidade e tentando interpretar criativamente e relacionar suas experiências àquelas presentes nas histórias contadas. Neste sentido, o material de leitura vem sendo procurado pelos alunos, o trabalho com linguagem bem como a formação crítica do leitor acontece através da ludicidade e do prazer.

BIBLIOGRAFIA

BAMBERGER, Richard. Como incentivar o hábito da leitura. São Paulo: Ática, 1987.

BRANDÃO, Helena & MICHELETTI, Guaraciba. Teoria e pratica da leitura. In: Ensinar e aprender com textos didáticos e paradidáticos. São Paulo: Cortez, 1997.

BODGAN, R. & BIKLEN, S. In: LÜDKE, M. & ANDRÉ, M.E.D.A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: E.P.U., 1986.

COELHO, Betty. Contar histórias uma arte sem idade. São Paulo: Ática, 1991.

COELHO, Nelly Novaes. Literatura infantil: teoria, análise e didática. São Paulo: Ática, 1993.

CLEARY, F. In: BAMBERGER, R. Como incentivar o hábito da leitura. São Paulo: Ática, 1987.

FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler em três artigos que se completam. São Paulo: Cortez, 1989.

GALDA, L. & CULLIAN, B. Literature and the child. Orlando: Harcourt Brace, 1998.

GODA, E. O uso dos módulos literários em séries iniciais. Monografia do Curso de Especialização: “O ensino do texto: teoria e prática em sala de aula.” FCT/UNESP, 2004.


HARRIS, A. J. In: BAMBERGER, R. Como incentivar o hábito da leitura. São Paulo: Ática, 1987.

LÜDKE, M. & ANDRÉ, M.E. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: E.P.U., 1986.

MARTINS, Maria Helena. O que é leitura. São Paulo: Brasiliense, 1989.

PATSON, C. In: MERRIAM, S. Case study research in education – a qualitative approach. São Francisco: Jossey-Bass, 1988.

PISA. Conhecimento e atitudes para a vida: resultados do PISA 2000 – Programa Internacional de Avaliação de estudantes /OCDE. Organização para a cooperação e desenvolvimento econômicos. (traduação B&C revisão de textos S.C. Ltda.) São Paulo: Moderna, 2003.

RIBEIRO, V. M. (org.) Letramento no Brasil. São Paulo: Global, 2003.

SHERMAN, R. Qualitative research in education: focus and methods. London: Falmer, 1988.

SILVA, Ezequiel. Theodoro. Leitura na escola e na biblioteca. Campinas: Papirus, 1986.

SOUZA, Renata Junqueira de. Narrativas Infantis: a literatura e a televisão de que as crianças gostam. Bauru: USC, 1992.

TREVIZAN, Z. Poesia e ensino: antologia comentada. São Paulo: Arte & Cultura - UNIP, 1995.

ZILBERMAN, R. (org.) Leitura em crise na escola: as alternativas do professor. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1985.

 
Voltar