Voltar    
  EDUCAÇÃO E DIVERSIDADE NO CAMPO: PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA

Neusa Pereira de Mendonça –Universidade Estadual de Maringá- UEM

Ao participar do Seminário de Educação do Campo que aconteceu em Faxinal do Céu/Pr, pudemos conhecer um pouco mais sofre a educação do Campo e a luta de diversos movimentos e organizações sociais por uma educação de qualidade para os povos que vivem do e no campo. Nas discussões realizadas abordando a implementação das Diretrizes Operacionais para Educação Básica do Campo foi possível perceber a valorização da identidade das Escolas do Campo, além de conhecer várias experiências na construção de um novo modelo de escola diferenciado do urbano. Uma delas foi as Casas Familiares Rurais (CFRs), que se utilizam da Pedagogia da Alternância, para melhor se adequar às especificidades de sua região e da sua comunidade.

Dessa forma, o estudo a que nos propomos a realizar, é de natureza teórica, um estudo inicial com base na leitura de textos, participação no evento de Faxinal, relatórios e publicações resultantes das discussões realizadas em Seminários e Conferências sobre o tema . Tem como objetivo esclarecer dúvidas sobre o assunto.

Inicialmente, procuramos apresentar a aprovação das Diretrizes Operacionais para a Educação do Campo e as práticas realizadas para sua implementação, articulação com as diferentes políticas públicas e com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação n° 9394/96. Em seguida, buscamos especificar o que é o campo e qual seria a forma de educação que melhor atenderia às suas particularidades, uma vez que não temos presenciado nas escolas urbanas atuais, uma educação que considere com afinco a diversidade cultural dos povos do campo. Em contrapartida, verificamos, por várias vezes, a precária situação das escolas rurais remanescentes.

Abordaremos a problemática da experiência de Educação das Casas Familiares Rurais, que se utilizam da Pedagogia da Alternância. Sua proposta de ensino e forma de avaliação dos jovens, no processo de ensino e aprendizagem. Tal estudo permitirá contribuir para com a nossa formação acadêmica, enquanto estudantes e futuras pedagogas.

O Conselho Nacional de Educação aprovou, em 2001, as Diretrizes Operacionais para a Educação Básica nas Escolas do Campo, para adequar conteúdos, tempo e espaço pedagógico às especificidades dos povos do campo. Essas diretrizes, segundo parecer e voto da Conselheira Edla de Araújo Lira Soares, estão instituídas na Resolução CNE/CEB n°1, de 03 de abril de 2002. A partir desta Resolução, tem-se presenciado no Brasil, um processo de discussão sobre o a Educação no Campo no atual momento histórico buscando a implementação e construção de políticas públicas, para todos os níveis de educação, que garantam o acesso e permanência da população rural em seu meio.

Essas diretrizes constituem um conjunto de princípios e de procedimentos que visam adequar o projeto institucional das escolas do campo às Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, o Ensino Fundamental e Médio, a Educação de Jovens e Adultos, a Educação Especial, a Educação Indígena, a Educação Profissional de Nível Técnico e a Formação de Professores em Nível Médio, na modalidade Normal. Que as propostas pedagógicas das escolas do campo possam adequar-se, respeitando as diferenças e o direito à igualdade e cumpram plenamente o estabelecido nos arts. 23, 26 e 28 da Lei n°9294/96, além de contemplar a diversidade do campo em seus aspectos sociais, culturais, políticos, econômicos, de gênero, geração e etnia.

A instituição dessas Diretrizes resulta, em grande parte, das reivindicações feitas pelas organizações e movimentos sociais, principalmente na última década, lutando por uma educação de qualidade para todos os que vivem do e no campo, tais como os Pequenos Agricultores, os Sem Terras, os Povos das Florestas, os Pescadores, os Quilombolas, os Ribeirinhos, os Extrativistas e os Assalariados Rurais. Foi um processo de elaboração participativo, construtivo, propositivo, evidenciando as experiências inovadoras desses movimentos, das Universidades e ONGs, no qual também participaram os Conselhos Estaduais e Municipais de Educação, o Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Educação(CONSED),o Ministério de Educação e Cultura (MEC), a União Nacional de Dirigentes Municipais de Educação ( UNDIME), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável entre outros setores envolvidos na formulação dessas diretrizes.

A implementação dessas Diretrizes tem ocorrido por meio de Conferências, Seminários e outros eventos propostos pelo Governo Federal marcando de forma considerável a educação brasileira por colaborar com uma proposta de escola na qual a identidade do Campo é reconhecida e valorizada no projeto de desenvolvimento rural sustentável dos Estados e Municípios.

O Seminário do qual participamos, nas trocas de experiências enriquecedoras que estes momentos proporcionam, foi possível observar algumas formas de educação alternativas utilizadas pelos integrantes de movimentos de trabalhadores rurais. A Pedagogia da Alternância das Casas Familiares Rurais (CFRs) é uma delas e, já está sendo experenciada há algum tempo, por melhor se adequarem às necessidades de sua cultura e tempo rural. Por ser uma proposta educacional alternativa e inovadora será o foco de nossa atenção nesse primeiro estudo sobre o tema. Mas antes de entender como funciona essa pedagogia, é importante compreender melhor como é o meio rural do qual estamos tratando.

Segundo a OCDE (Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Econômico) considera-se uma área urbanizada quando a mesma tem mais de 150 habitantes por Km, embora, no Brasil, acima de 80 habitantes por Km já pode ser considerado espaço urbano. Dessa forma, o campo deve ser entendido num sentido mais amplo que abrange também as cidades pequenas que têm uma economia baseada na pecuária, agricultura entre outras atividades que utilizam diretamente os recursos naturais.

O campo que estamos estudando é um espaço heterogêneo que tem sofrido inúmeras transfomações em função do processo de globalização. Possui uma economia diversificada, dependendo da relação que os sujeitos têm com a terra, com o trabalho, com o mercado e com o progresso tecnológico, e que variam dentro de um mesmo Estado ou região como no cerrado, nos sertões do semi-árido, áreas extrativas, pesqueira e agrestina. É um espaço multicultural, expresso por meio de suas festas, sua religiosidade, seus gestos, sua arte e culinária, além disso tem sido procurado como forma de lazer no turismo ecológico, hotéis fazenda , pesque-pague, ampliando as oportunidades de emprego, sem deixar de se preocupar com a preservação do meio ambiente e dos recursos naturais. Dessa forma, o meio rural tem convivido com a presença de movimentos sociais de luta, com os meios de comunicação de massa e outros elementos da cultura letrada, contrariando qualquer visão dotada de preconceito, como a visão do rural enquanto lugar da carroça e da enxada que, tantas vezes, observamos nos livros didáticos utilizados nas escolas.

A individualidade dos alunos, enquanto membros de uma comunidade, influenciados por costumes, anseios e modo de vida próprios de sua cultura tem sido pouco considerada nas escolas urbanas, que acabam padronizando a forma de ensino, isso quando não incorporam a visão preconceituosa do diferente. Parece que se tem buscado educar à todos os povos, sejam eles indígenas, do campo ou da cidade, como se não possuíssem saberes a serem compartilhados nesse espaço de produção do conhecimento elaborado que é, ou que deve ser, a escola.

Como afirma Martins (2005), a escola deveria ser uma instituição de diálogo cultural com sua clientela e considerar não só o aluno burocraticamente matriculado, mas também a comunidade de referência a que pertencem. Pois assim comportaria uma educação como a do campo, uma vez que a educação do campo é culturalmente mais complexa do que na cidade, ao contrário da ideologia educacional que considera simples o mundo rural.

“A educação deveria ser pensada como ponte de acesso à complexidade da sociedade moderna que vem se tornando, também, social, cultural e politicamente, e até economicamente, a sociedade da diferença, da diversidade. O campo deixou de ser o passado para ser o contemporâneo e sua diferença deixou de ser o atraso para ser o singular e diferente num mundo de diferentes e do direito à diferença”. ( IBID, 2005)

Na Declaração Final da II Conferência Nacional Por Uma Educação Básica do Campo, realizada em Luziânia/Goiás, observa-se a denúncia da grave situação vivida pelo povo brasileiro que vive no e do campo, e das conseqüências sociais e humanas de um modelo de desenvolvimento baseado na exclusão e na miséria da maioria, reafirmando a luta por um projeto de sociedade que seja mais justo, democrático e igualitário, que contemple o desenvolvimento sustentável do campo.

Nessa Declaração, defende-se uma educação para superar a oposição entre campo e cidade e a visão predominante de que o moderno e mais avançado é sempre o urbano, ou seja , uma educação de qualidade e sem preconceitos. Também defende-se o campo como um lugar de vida, cultura, produção, moradia, educação, lazer, cuidado com o conjunto da natureza, e novas relações solidárias que respeitem a especificidade social, étnica, cultural e ambiental dos seus sujeitos.

A educação do campo ocorre tanto na escola quanto fora dela e envolve saberes, métodos, tempos e espaços físicos diferenciados que se distanciam de uma lógica meramente produtivista da terra, por isso, considera não apenas os saberes produzidos na sala de aula, mas também aqueles construídos na produção, na família, na convivência social, na cultura, no lazer e nos movimentos sociais. Dessa forma, a sala de aula é apenas um espaço de sistematização, análise e de síntese das aprendizagens.

Acompanhando as discussões realizadas em busca de políticas educacionais que contemplem as particularidades da educação do campo percebe-se que algumas questões são bastante defendidas como é o caso da universalização do acesso da população que vive no e do campo à Educação Básica de qualidade, a ampliação do acesso e garantia de permanência da população rural à Educação Superior, a valorização e formação específica de educadores, a formação de profissionais para o trabalho no campo e o respeito à especificidade da Educação do Campo e à diversidade de seus sujeitos.

Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação n° 9394/96 em seu art. 1°: “a educação deve abranger os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais”. Neste sentido, a forma de educação utilizada pelas Casas Familiares, por meio da alternância pode ser entendida, nesta visão mais ampliada, de educação dos indivíduos.

A idéia das Casas Familiares Rurais foi trazida para o Paraná em 1988, quando os agricultores desta região se depararam com problemas semelhantes ao dos agricultores franceses em 1935, pois não havia escolas que formassem jovens agricultores de acordo com sua vocação natural. A proposta, nesse sentido, partia de uma formação profissional aliada à educação humana. A comunidade discutiu e decidiu que o projeto se encaixava as suas necessidades. Nascia assim a primeira escola para formar agricultores do sul do Brasil. Há quem diga que seu processo de implantação teve início no Paraná em 1987, nos municípios de Barracão e Santo Antônio do Sudoeste, com discussão dos agricultores e envolvimento das comunidades. Atualmente elas são encontradas nos três estados do Sul :Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, e, também em outros Estados do país.

Reconhecidas pela Secretaria de Educação do Governo do Paraná como Escola do Campo a Casa Familiar Rural destina-se a formação de jovens da zona rural de ambos os sexos, com idade mínima de 14 anos, que tenham concluído a 4ª série do Ensino Fundamental, interessados em se tornar profissionais da agricultura.

Nessa Pedagogia da Alternância, o estudante passa parte do tempo na escola, em período integral e outra parte na propriedade da família, para aplicar o conteúdo aprendido e desenvolver projetos orientados pelos professores. O estudo teórico das disciplinas acaba sendo alternado com práticas agropecuárias próprias do seu ambiente. O aluno passa duas semanas em casa e uma na escola. Dessa forma, durante os três anos de duração do curso, apenas 10 meses de estudos são passados longe da propriedade rural o que possibilita, aos jovens, manter o vínculo com a família, com a propriedade e com a comunidade. Ao final do curso, os mesmos recebem o certificado de qualificação em agricultura, equivalente á formação de 5ª a 8ª série do Ensino Fundamental, reconhecidos pela Secretaria de Educação.

A Pedagogia da Alternância tem como proposta educacional promover a formação integral dos adolescentes e jovens residentes no meio rural, promover o desenvolvimento tecnológico, econômico e sócio-cultural da família do estudante e da comunidade, propiciando-lhes condições de fixar-se ao seu meio.

O projeto pedagógico é elaborado com a participação dos envolvidos no processo, entre eles o monitor/ educador, o aluno, a família, a comunidade, profissionais e instituições locais. O objetivo da educação das Casas familiares é promover a profissionalização eficaz e concreta mais apropriada à realidade do campo a fim de incentivar a permanência do jovem na sua própria região, criando alternativas de trabalho e renda, numa perspectiva da Economia Solidária. A metodologia está voltada para o “aprender a aprender”, ligando o conhecimento teórico e prático, numa formação global do estudante.

Segundo Alberto Reckziegel (2001), existe uma didática específica para a Pedagogia da Alternância que possibilita ligar o saber ao fazer envolvendo instrumentos pedagógicos como:

o Plano de Estudo- pesquisa participativa, (...)através de diferentes atividades de formação: áreas de ensino, visitas de estudo, Caderno da Realidade, Cadernos Didáticos, estágios, Projeto Profissional e Visitas às famílias.
o
o Visitas de Estudo- são um complemento no debate e aprofundamento de um tema específico.(...)
o
o Caderno da Realidade- após a colocação em comum da pesquisa do Plano de Estudo, registram-se as constatações, as análises e as reflexões sobre a realidade familiar e sócio-profissional.
o
o Caderno Didático- é o maior desafio dentro da Pedagogia da Alternância; auxilia no debate e aprofundamento dos temas geradores(...)
o
o Estágios- atividade realizada em empresa, empreendimentos agrícolas, centros de pesquisa, agro-industrial, agroturismo etc
o
Já as atividades realizadas pelos jovens na propriedade envolvem:

• A aplicação dos conhecimentos recebidos na prática.

• As visitas dos monitores, seguidas de discussão sobre sua realidade com a família, buscando conhecer melhor os seus problemas, planejar soluções e difundir os conhecimentos recebidos. O monitor nas Casas Familiares é o educador que acompanha a progressão de cada jovem e conhecedor da pedagogia da alternância, é o animador ajudando a associação, as famílias a envolver-se, comprometer-se, participar e assumir e também o técnico que conhece a realidade local da comunidade.

• Exposição de seus problemas, aprendendo com a realidade dos colegas.

• Visitação às propriedades agrícolas, empresas e estações de pesquisa da região. Além disso, eles assistem a palestras das mais diversas áreas do conhecimento, aprendem com a convivência comunitária, acessam as disciplinas do Ensino Fundamental e Médio, e recebem educação geral para a agricultura e adaptada à sua realidade agrícola.

A avaliação nessa pedagogia consiste em verificar a aquisição de novas maneiras de trabalhar e verificar se os estudantes utilizam, durante a alternância, os conhecimentos adquiridos, pois ela não tem o caráter de exame ou prova de conhecimentos, mas de crescimento e formação pessoal dos jovens. Dessa forma, como observamos na palestra onde Luiz Pedro, a avaliação do jovem na Casa Familiar inclui gradativamente a auto-estima, a aplicação do conhecimento e a capacidade de resolver problemas, 50% acontece na Casa Familiar (10% Expressão , 30% Ação Experimental -Prova, 10% Participação) e os outros 50% acontecem na Propriedade da família/Projeto(25% Evolução do jovem, 25% Aplicação da teoria na prática.

As despesas das escolas são divididas da seguinte forma: a prefeitura tem como atribuição o transporte de alunos e monitores; a comunidade por meio da Associação de Pais e Alunos fica responsável pela administração e manutenção da escola; o repasse de recursos para pagamentos de monitores fica a cargo do Governo do Estado, municípios e iniciativa privada, cabendo a Associação Regional das Casas Familiares Rurais (ARCAFAR) a contratação, treinamento e atualização dos mesmos. O apoio de ONGs e alguns poucos recursos de empresas também contribuem no custeio das Casas, além da intensa dedicação de seus participantes.

Identificar a educação como um reflexo da sociedade na qual está inserida, leva-nos a pensar um pouco sobre o tratamento dado à questão da valorização das diferenças culturais entre os homens nesta sociedade capitalista. Américo Sommerman (1999), no 1ª Seminário de Pedagogia da Alternância, fala da massificação do ensino como fruto da coisificação do homem e da necessidade de nos contrapormos a esse fenômeno, com uma nova pedagogia: a Pedagogia da Alternância, que, por sua vez vai à raiz das coisas e à visão do mundo que está por trás dela, uma pedagogia que enfatiza o respeito à cultura do sujeito do campo, uma vez que a educação tem desrespeitado tanto o sujeito do campo como o campo do sujeito.

Este estudo possibilitou verificar que a aprovação das Diretrizes Operacionais para a Educação do Campo foi uma conquista que representa a força dos movimentos e de organizações sociais que lutaram e continuam lutando pelas necessidades específicas de seu povo, bem como por uma educação Básica de qualidade para todos os indivíduos. Embora saibamos que elas foram aprovadas, reconhecemos que ainda necessitam ser implementadas para melhor atender as especificidades dos sujeitos do Campo, sem deixar de analisarmos a precária situação da educação no âmbito da valorização da individualidade da subjetividade de seus alunos.

Apesar de constar na LDB 9394/96, que a educação deve abranger os processos formativos que acontecem para além da sala de aula, poucas são as iniciativas observadas na real situação das escolas, essencialmente urbanas, que tratam da educação dos sujeitos do campo. Assim, a luta continua até que a educação do campo seja ela por meio da escola itinerante ou pela Pedagogia da Alternância e outras que poderão vir a ser, dependendo das especificidades de cada comunidade, possa ser uma prática que atinja a diversas comunidades dos povos que vivem do e no campo.

Não podemos deixar de destacar a importância dessa pesquisa no entendimento sobre a educação do campo e a Pedagogia da Alternância, possibilitando uma maior compreensão das discussões realizadas. Como acadêmica, do curso de Pedagogia, em plena formação profissional, estudar este assunto e verificar a existência de diferentes formas de ensino se torna fundamental no preenchimento das lacunas existentes no curso que prioriza apenas os conhecimentos relacionados à escola institucional urbana, na maioria das vezes considerando a diversidade existente nas diferentes formas de educação, diversidade esta, que não poderemos deixar de conhecer.

Referências:

Avaliação. http://www.sed.rct-sc.br/eja/eventos/fraib-30-6a4-7/palestra-luiz_pedro.htm acessado: 27/06/2005

BRASIL. Diretrizes Operacionais para a Educação Básica nas escolas do campo. Resolução CNE/CEB n°1- de 3 de abril de 2002.Brasília, Governo Federal, 2002.

______ .Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Lei 9394. Brasília, Governo Federal, 1996.

______ .Por uma política Pública de Educação do Campo. II Conferência Nacional Por uma Educação do Campo. Luziânia/GO,2004.

Características da Pedagogia da Alternâcia. http:// www.micks.com.br/aecofaba/pedagogi.htm- acessado: 28/06/2005

Escola do Campo/ Projeto Paraná. http://www.pr.gov.br/escoladocampo/parana.html acessado: 28/06/2005

MARTINS, José de Souza. Educação rural e o desenraizamento do educador. http://www.espacoacademico.com.br/049/49cmartins.htm acessado: 28/06/2005

PARANÁ/SEED. Casa Familiar Rural. http://www.sed.rct-sc.br/eja/eventos/b-camb_26a28-5/casa-familiar.htm acessado: 28/06/2005

RAMOS, Marise Nogueira; MOREIRA, Telma Maria; SANTOS, Clarice Aparecida dos. Referências para uma política nacional de educação do campo: caderno de subsídios. Secretaria de Educação Média e Tecnlógica, grupo permanente de Trabalho de Educação do Campo. Brasília/DF, 2004.

RECKZIEGEL, Alberto. Nucleação e pedagogia da alternância: Pedagogia da alternância. http://www.tvebrasil.com.br/salto/boletins2001/cms/cmstxt4.htm acessado 28/06/2005

SILVA, Maria do Socorro. Educação do campo: semeando sonhos...cultivando direitos. Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura- CONTAG. Brasília/DF, 2002.

SOMMERMAN, Américo. Pedagogia da Alternância e Transdisciplinaridade www.cetrans.com.br/Page_Preview.aspx?iPageId=130 acessado: 28/06/2005

 
Voltar