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  O TEMA SEXUALIDADE EM SALA DE EJA: UMA ABORDAGEM  

Clécia Soares de Alencar Mota;
Carolina Denzin;
César Bueno de Souza;
Juliana Gabriela Tamassia Roncoletta;
Elizângela Souto de Oliveira,
Paula Maria Moreira Martins,
Maria Rosa Rodrigues Martins de Camargo
Célia Regina Rossi

UNESP- Universidade Estadual Paulista, Campus Rio Claro- Instituto de Biociências – Departamento de Educação.

INTRODUÇÃO

Este trabalho é um relato de experiência que versa sobre a discussão da sexualidade proposta para uma turma de adultos, em classe de educação de jovens e adultos. A função sexual envolve processos biológicos básicos que se iniciam com a concepção e prosseguem na maturidade. Recebe influências que variam de cultura para cultura de acordo com valores próprios, estereótipos de masculinidade e de feminilidade e tabus sobre comportamento sexual. Aspectos psicológicos e emocionais afetam de maneira acentuada o comportamento sexual.

A função sexual continua por toda a vida. O adulto jovem utiliza seu relacionamento sexual como importante meio de expansão emocional de acordo com seus valores culturais. O casamento traz nova dimensão à função sexual, envolvendo a relação síncrona entre duas pessoas. Os filhos trazem novo estágio ao desenvolvimento sexual com o aparecimento da figura do pai e da mãe com todas suas repercussões.

Os temas polêmicos da sexualidade estão presentes a todo instante em nossas vidas, desde conversas informais a literaturas diversas e até evidências na mídia. Infelizmente, salvo raras exceções, são apresentados de maneira incorreta, o que não propicia reais informações sobre seus significados e, muitas vezes, colabora com o aumento de preconceitos e resistência às diferentes formas de expressão da sexualidade.

Tratar as diferenças da sexualidade como segredo ou de modo exacerbado – no caso da mídia - é perpetuar a ignorância que já temos. Desvendar esse segredo é possibilitar aos participantes a possibilidade de discussão de sua sexualidade de forma mais abrangente, e consequentemente mais informada.

A sexualidade sem culpa, como um dos pressupostos para a construção da felicidade, possibilita o encontro afetivo entre as pessoas. Compreendê-la e aceitar os comportamentos sexuais próprios e de outros abre caminho para o exercício da responsabilidade da vida afetiva e sexual.

A sexualidade é tema de discussão e preocupação na educação regular, mas pouco discutida na educação de jovens e adultos. O presente trabalho foi desenvolvido com adultos que participam do PEJA (Projeto de Educação de Jovens e Adultos) da Unesp – Campus de Rio Claro, no segundo semestre de 2004. A turma era composta por 6 educandos, (D.C. – 64 anos; D.M. – 48 anos; C. 52 anos; M.A. - 42 anos; M.B. – 44 anos e O 62 anos.), sendo 5 mulheres e 1 homem. As discussões foram realizadas durante 2 meses, em encontros semanais, tendo duração de duas horas cada encontro.

OBJETIVOS

- Criar um espaço social para a discussão de temas relacionados à sexualidade em uma classe de jovens e adultos;

- Oportunizar a abordagem de temas que são considerados tabu – toque fisicamente entre pessoas do mesmo sexo, homossexualidade, com quem se conversa sobre sexo, sexo na maturidade, etc;

- Oportunizar a abordagem de temas que requeiram esclarecimentos científicos – DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis), gravidez e métodos contraceptivos;

- Ampliar as noções sobre sexualidade focalizando os seus múltiplos aspectos – biológicos, culturais e afetivos.

DESENVOLVIMENTO

O trabalho que apresento foi desenvolvido em 10 encontros, sendo estes organizados conforme o envolvimento dos adultos com o tema da sexualidade. Ressalte-se que a estratégia de diálogo com a turma pautou, desde os primeiros contatos estabelecidos, a proposição das atividades, o levantamento dos temas, o encaminhamento dos procedimentos para as discussões e considerações coletivamente feitas ao final. No primeiro encontro foi apresentada aos educandos a idéia e proposta de trabalho. Os educandos concordaram com a proposta e seqüência do mesmo e, para iniciar as atividades, houve a realização de uma dinâmica, que consistia em colocar perguntas referentes ao assunto em balões, em que cada educando pegava um balão aleatoriamente e respondia a pergunta contida no balão. A dinâmica posta dessa forma, teve a finalidade de obter algumas informações sobre o que os educandos pensavam sobre algumas situações e temas que envolviam a sexualidade. As perguntas e respostas foram as seguintes:

a)Para você o que é amizade? R: “É ser sincero e isso pode ser percebido até mesmo pelo olhar. Acredito até em amizade de um homem com uma mulher, mas é mais difícil perceber se é só amizade.” ( M. B.) Outras educandas comentaram que nem sempre é fácil manter uma relação de amizade com o sexo oposto, pois geralmente os homens “confundem” a amizade com relacionamento amoroso.

b) Quais os métodos que você conhece para se evitar Doenças Sexualmente Transmissíveis e/ou gravidez? R: “DIU, Vasectomia, Camisinha, Pílula e Ligadura de Trompas.”(Grupo) Percebemos que a tendência geral era para o uso de camisinha e pílula, como métodos contraceptivos. Apenas o educando conhecia os outros métodos citados. Comentamos que em outros encontros voltaríamos a abordar os demais métodos contraceptivos citados pelo educando.

c) Qual a diferença entre a sua adolescência e a de hoje? R: “Não têm obediência. O mundo é outro e tem mais facilidade para o acesso às coisas ruins (M.B.)”As educandas comentaram que na época em que eram adolescentes, os pais eram mais respeitados pelos filhos e eram mais rígidos.

d) Qual seria a sua reação se o seu filho ou neto quisesse conversar sobre sexo? R: “Falo com o meu filho e minha filha fala com a mãe dela. No meu tempo se eu falasse de sexo com os meus pais eu apanhava.” “Tenho um filho de 16 anos e nunca falei de sexo com ele. Eu acho que isso é entrar na intimidade dele. Tenho outras 2 filhas que já são casadas e nunca conversei de sexo com elas. Uma vez, achei uma camisinha nas coisas do meu filho e fiz de conta que não vi. Pelo menos agora eu sei que ele está se cuidando”. “Nunca conversei sobre isso nem com meus filhos e nem com o meu marido”. (O.)

e) Existe idade para amar? R: “Não. Ninguém pode morrer sozinho. O amor é muito bonito!” (C.). O comentário das demais educandas concorda com esse pensamento, o que surpreendeu o grupo de trabalho, pois ao formularmos essa questão imaginávamos que o amor e/ou relacionamento na terceira idade poderia ser visto com preconceito, o que reforça a importância dessa investigação prévia sobre os conhecimentos dos educandos, e respostas como essas modificaram nossa posição para com o grupo para os próximos encontros. f) O que é falar de sexo? R: “É gaguejar! Eu não pergunto pro meu filho, porque é invadir a privacidade. Com as amigas é mais fácil falar sobre sexo. Acho que isso é função do meu marido. Uma vez falei pra ele conversar com o menino e ele não quis e me disse que falar sobre isso é virar zona em casa (D.M.).”.Nesse momento aparece novamente a idéia de não falar sobre o assunto, uma fuga para com os filhos ou até mesmo com outros indivíduos.

g) O que é o amor? R: É sinceridade, companheirismo, felicidade, respeito. É tudo! O amor é muito bonito!” (C.)

h)Toda relação deve ter sexo? R: “Não é preciso. Ele não está em primeiro lugar. Primeiro tem que ter carinho e o sexo é uma conseqüência do carinho. Na verdade, nunca gostei de nenhum contato físico, esse negócio de beijo é muito nojento e não é comigo”(O).

Essas questões foram discutidas nos encontros posteriores, e foi possível perceber, a partir do relato e da fala dos educandos, as dificuldades em manter relações afetivas de proximidade, como beijar o rosto ao comprimentar um outro indivíduo, falar sobre sexo e/ou sexualidade com os próprios filhos ou na presença de indivíduos do sexo oposto. Este último ponto também ficou evidente no primeiro encontro, quando estabelecemos nossa proposta de trabalho e ao perguntarmos se a presença de um indivíduo do sexo masculino tornaria difícil os relatos das mulheres ou ao contrário, se as mulheres inibiriam o educando em sua fala. O educando comentou que não havia incômodo em continuar as atividades com as mulheres; as mulheres, por sua vez, timidamente sugeriram que dependendo do encontro e do assunto tratado, seria preferível a presença somente das mulheres. De um modo geral, questões como o homossexualismo, foram vistas com preconceito, muitos educandos acreditam que é uma opção ou mesmo “falta de vergonha”, por parte de quem tem essa orientação sexual.

Num encontro seguinte, a intenção era investigar e conhecer o que os educandos pensavam sobre a sexualidade. Quando a proposta foi feita, alguns educandos indicaram o questionário de múltipla escolha como alternativa, pois sentiam-se envergonhados em escrever para outras pessoas lerem, com medo de cometerem “erros”, sugerindo o questionário na forma apresentada. Esse medo de “errar”, foi analisado informalmente em horário independente dos encontros, e as educandas relataram que tinham vergonha de escrever para outras pessoas lerem. Nas atividades educacionais cotidianas da turma, esse medo não fica tão explícito, porque há uma relação mais duradoura entre os educandos e os educadores que desenvolvem os trabalhos com a turma, havendo uma relação de confiança por parte dos educandos, quanto à sua escrita e à reação do educador diante desta. O questionário consistia nas seguintes questões:

Idade, profissão, sexo. Você conversa com seus amigos e familiares sobre sexo? sim ou não).O que você acha de ter relações sexuais na terceira idade?tanto faz, importante ou não faz falta. Você tem vida sexual ativa? sim ou não. O que você e seu (sua) parceiro (a) acham do uso de medicamentos que auxiliam a ereção, como o viagra? nunca pensamos nisso, tenho receio, uso raramente, recomendo. Quanto ao uso destes medicamentos: nunca usei, uso frequentemente, uso raramente. Você sabe o que é DST? Sim ou não. Nas suas relações sexuais você usa camisinha?sim ou não. Caso não seja casado (a), você tem algum relacionamento estável? Sim ou não. O que você acha da homossexualidade? “sem-vergonhice”, doença, opção sexual. Em seus relacionamentos, qual a importância do sexo? essencial, importante, sem importância. Você acredita em amizade entre um homem e uma mulher? sim ou não. Atualmente, você acha importante ter um relacionamento afetivo com uma pessoa do sexo oposto? Sim ou não. Sobre as respostas a esse questionário, fizemos uma primeira análise bem preliminar, visando à continuidade do projeto; este material será retomado em outra oportunidade.

Para enriquecer nossas discussões, em um dos encontros, que se seguiram, assistimos ao filme “Num lago dourado”, que tratava de temas como o envelhecimento, depressão, o medo da morte, relacionamento entre homem e mulher, companheirismo ao envelhecer, relação entre pais e filhos e entre jovens e idosos.

Na discussão do filme, de um modo geral,as educandas comentaram que o filme era muito bonito. Foi comentado uma cena em especial, em que aparece a questão dos pais permitirem ou não o namorado(a) dos filho(a)s dormirem na casa dos pais. Quando a discussão foi trazida para dentro da vida das educandas, colocando-as na mesma situação apresentada pelo filme, elas colocaram sua posição, e atitudes como “o namorado fica fora” apareceram. D. M. falou: “tive que deixar a namorada do meu filho ficar dentro de casa. A sogra dele o expulsou de casa porque ele tava com a mão debaixo da blusa dela. Depois disso a menina disse que ia junto com o namorado.”Então, ela acolheu a namorada do filho. Contou ainda: “No início, eles dormiam em quartos separados. E foi assim até o casamento”. Disse ainda que era muito rígida com os filhos porque havia sido criada assim. Essa rigidez aparece como garantia que não haverá sexo antes do casamento e uma possível gravidez fora do previsto pelo casal. As educandas destacaram como o papel feminino mostrou-se mais forte em relação ao personagem masculino pois, ao envelhecer, o personagem do filme sente mais esse passar do tempo, enquanto a mulher que passou pelo mesmo processo, reagia a esse momento da vida como um acontecimento natural, não vendo tal fato como derrota ou motivo de desistência para a vida.

Após alguns encontros de investigação e conhecimento da relação dos educandos com o tema sexualidade, foi possível conhecer o modo de pensar desses adultos e passamos para um aprofundamento de conhecimentos e dúvidas que os educandos tinham em alguns pontos, como o uso da camisinha masculina e feminina, métodos contraceptivos que os educandos desconheciam, a concepção de ficar e namorar, virgindade e seu significado na atualidade e na adolescência dos educandos. Para trabalhar com métodos contraceptivos, trouxemos alguns exemplos, como anticoncepcionais de fabricantes diferentes, camisinha masculina e feminina e ilustramos os demais com fotografias colorida e discussão dos que não cabia demonstração. Nesse encontro, criou-se um momento de discussão e relatos pessoais, entre as experiências vividas pelas educandas e o que tínhamos de informações para apresentar para as educandas.

Ao falar sobre os métodos contraceptivos surgiram alguns comentários acerca desse assunto:. M.A: “Existem casos em que a trompa é só amarrada, daí pode engravidar.” M. B: “Eu já fiz laqueadura”. M.B: “Eu me arrependi de fazer a laqueadura. Eu tinha 23 anos. Só fiz porque tinha problema no coração”. M.A.: “A camisinha feminina deve ser horrível, desconfortável”.

As senhoras comentaram ainda que acham a camisinha masculina feia e inclusive uma delas (M.B) disse ser alérgica a esse método.

Quando entrou em discussão a questão do namoro, apareceram os seguintes comentários: “tem que dar liberdade. A minha filha não saía de casa, mas quando saiu encontrou o rapaz da vida dela, e hoje eles moram na minha casa.”Comentou ainda: “Eu acho muito chato essas crianças que ficam cada dia com um menino”.

A D.M. perguntou se “ficar” envolve transa. Explicamos que nem sempre, que varia de caso para caso. As educandas , então, comentaram que hoje em dia as moças não casam mais virgens. D. C.disse: “Hoje em dia, depois que aproveita das moças, não interessa mais casar”. As educandas casadas disseram que quando casaram ainda eram virgens.

Após esses encontros iniciais e interado do conhecimento trazido pelos educandos, foram trabalhados os 4 pilares da sexualidade (sexo biológico, identidade sexual, papéis sexuais e orientação do desejo), segundo o livro Sexo Secreto de autoria de Cláudio Picazio . O assunto foi introduzido tendo-se o cuidado em deixar claro que as idéias colocadas para elas não necessariamente iriam concordar com o pensamento delas e que poderiam ficar à vontade para questionar ou descordar. Os 4 pilares da sexualidade trabalhados nesse encontro, apresentavam sinteticamente as seguintes idéias:

1º Pilar: O Sexo Biológico- Constitui-se pelas características fenotípicas (barba, mamas) e genotípicas (genes masculinos XY e femininos XX) - Existem somente 2 sexos: masculino e feminino. Em raros casos, bebês nascem com órgãos genitais de ambos os sexos, sendo denominados hermafroditas.

2º Pilar: Identidade sexual - A identidade sexual é quem a pessoa acredita ser, se homem ou mulher ou ambos. Para nos sentirmos masculinos e femininos não basta a nossa referência de sexo biológico. A forma como somos tratados é importante na formação de nossa identidade sexual.

3º Pilar: Papéis Sexuais - Papéis sexuais são comportamentos considerados masculinos ou femininos. Variam conforme a época e a cultura. São determinados pela sociedade – família, escola, amigos e mídia. Papéis sexuais não correspondem a quem desejamos afetiva e sexualmente. Papéis sexuais estão em transformação em nossa sociedade: a mulher está conseguindo igualdade com o homem e este está tendo que assumir deveres que antes cabiam somente às mulheres.

4º Pilar: Orientação do Desejo - É definida como um sentimento de atração direcionado à pessoa que desejamos para nos relacionar afetiva e sexualmente. Existem estudos que pretendem descobrir nos genes a natureza do desejo sexual, mas ainda não está confirmado. A orientação do desejo sexual não é uma opção, ela é espontânea e imutável. Nela moram os afetos, as emoções de paixão, de amor e de desejos eróticos. Não podemos mudar nossa orientação afetiva sexual, mas podemos adotar um comportamento sexual em desacordo com ela por motivos de pressão externa.

Após alguns esclarecimentos elas comentaram que achavam que ser homossexual é quando “um homem gosta de outro” mas que as lésbicas não eram homossexuais. Discutimos essa questão ouvindo as educandas e esclarecendo as dúvidas sobre o conceito de homossexualismo.

A M.A comentou: “tenho uma amiga que saía com muitos homens. Ela queria muito mudar de vida mas começou a trabalhar de doméstica e começou a sair com o patrão. Então, essa atitude de sair com muitos homens tava dentro dela”.

A M.B. contou que conhecia uma mulher que sofreu muito com os homens e que não queria mais saber de homens e começou a sair com mulheres. Disse ainda que sofria preconceito na escola por não gostar de usar saia.

D. M. contou que tinha um cunhado que gostava de homens e que trancaram ele num quarto com uma mulher para transarem. Depois disso ele se casou e teve um filho. Mas o casamento não durou. Eles se separam e ele assumiu a homossexualidade.

D. C. falou que conheceu um homem que era muito bonito, mas que na hora de transar não deu certo.

A M. B. disse que já jogou bola na praia e que “todos ficaram achando que eu era sapatona”.

Elas lembraram de alguns países em que os homens se cumprimentam com um beijo e que mesmo assim não são homossexuais.

A M.A disse que muitos homens pensam que quando têm amizade com uma mulher precisa transar. Elas comentaram, ainda que já receberam rosas de mulheres lésbicas.

Quando foi comentado sobre o papel do homem e da mulher na sociedade, D. C. disse que “quando era pequena não haviam mulheres professoras”. Também disseram que esse comportamento hoje mudou, pois, algumas delas trabalham fora e têm uma renda para ajudar nas despesas da casa, o que não acontecia antigamente.

Durante os encontros os educandos colocavam suas dúvidas e relatavam suas experiências. As dúvidas mais freqüentes eram sobre o homossexualismo, pois para alguns educandos, o homossexualismo referia-se somente a relação afetiva entre dois homens, e que mulheres não poderiam ser consideradas como homossexuais.

ALGUMAS CONSIDERAÇÕES

Baseando-se nos comentários feitos pelos participantes do trabalho pode-se considerar que este trouxe novas informações a respeito da sexualidade como um todo e especialmente na idade adulta. O trabalho trouxe questionamentos guardados pelos adultos que possivelmente não tinha espaço para ser exposto, espaço aberto com o desenvolvimento do trabalho. Não é possível afirmar que houve mudança na vida pessoal dos educandos após o trabalho, mas é possível prever, pelo desenvolvimento deste trabalho, que outros modos de ver as relações pessoais e a sexualidade foram incorporados ao pensamento já existente por cada educando.

Referências Bibliográficas

Aquino, J.G. Sexualidade na escola alternativas teóricas e práticas. São Paulo: summus, 1997.

Picazio, C. Sexo secreto temas polêmicos da sexualidade. São Paulo: summus, 1998.

 
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