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  EDUQUEMOS – UM MANUAL PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM SANTOS, EM 1915.

Maria Apparecida Franco Pereira - Universidade Católica de Santos — UniSantos

O autor de Eduquemos — Dr. Arthur Porchat de Assis — é um educador conhecido em Santos. Sua família tem projeção cultural na cidade, principalmente por seu irmão, outro grande educador, o médico santista Dr. Adolfo Porchat de Assis.
Filho do Comendador Antônio Justino de Assis e de D. Maria Carlota Porchat, nasceu em Santos em 13 de agosto de 1863 e aí faleceu aos 76 anos, em 3 de maio de 1939.
Formado em Direito, foi durante muitos anos promotor público em Limeira, SP, onde residiu no final do Império, pertencendo ao grupo que, principalmente no Grêmio Democrático, fazia campanha republicana. Esteve presente, assinando ata, na sessão solene de 16 de novembro de 1889, da proclamação da República, no município de Limeira.
O Dr. Artur Assis foi professor de Pedagogia no Liceu Feminino Santista no período de 1905 a 1919.
O Liceu era uma escola, de formação de professoras primárias, fundada em 1902, por um grupo de mulheres da elite santista, ligada ao setor cafeeiro e aos profissionais liberais (médicos, engenheiros e bacharéis) que atuavam na cidade, quando esta se modernizava, a partir de 1870, com a construção do porto de cais de pedra, vencia as epidemias e se urbanizava. Embora não conseguisse o Liceu Santista, apesar de tentativas, se equiparar à Escola Normal de Praça, seu nível de ensino era considerado de excelência e seu diploma era aceito preferencialmente no magistério da Prefeitura Municipal.
Nas primeiras décadas manteve as escolas maternaes, para atendimento da população mais pobre, principalmente imigrante já que nessa época Santos era uma cidade marcadamente européia.
O doutor Assis tinha uma grande atuação como educador. Em fins de 1907 foi contratado para assumir a direção do Instituto Profissional D. Escholástica Rosa, uma grande escola para crianças pobres, de propriedade da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Santos, fruto do legado de um rico comerciante, filho de ex-escrava, João Otávio dos Santos. À frente dessa instituição, inclusive residindo no local da escola, com sua família, esteve até 1931, quando se aposentou.
Acreditamos que a obra a que ora dedicamos a atenção tenha sido fruto dessas duas atividades educacionais.
Eduquemos é uma obra de teoria da educação, num esquema tradicional de abordagem. Coloca, algumas vezes de maneira crítica, o panorama da realidade educacional.
O autor está dentro do nacionalismo da época, mas, adepto de alguns princípios da Escola Nova, cita autores europeus, principalmente no aspecto do reconhecimento da psicologia da criança e da adoção de métodos intuitivos da lição das coisas. Cita, por exemplo, Claparède (1873-1940) da Pedagogia funcional ou experimental.

Enquanto professor do Liceu Feminino Santista, de 1905 a 1919, lecionou sempre a disciplina Pedagogia e Metodologia, que obedeceu à seguinte carga semanal:

Período

Carga semanal

1905 a 1910

2 aulas semanais no 4° ano, sendo que em 1909 somente 1 aula semanal.

1911 a 1912

2 aulas semanais no 3° e 2 no 4° anos, num total de 6 aulas.

1913 a 1917

2 aulas semanais no 2°, 2 no 3° e 2 no 4° anos, num total de 6 aulas.

1918

1 aula semanal, no 2°, no 3° e 4° anos, num total de 3 aulas.

1919

2 aulas semanais no 3° e no 4° anos, num total de 4 aulas.

Fonte: Maria Apparecida Franco Pereira (Relatórios da Associação Feminina Santista).

É aí que se desenvolvem certamente as idéias do Eduquemos, datado de novembro de 1915, com a seguinte epígrafe: “Meu testamento aberto — Eis a única herança que deixo a meus filhos”.

A obra consta de 85 páginas e desenvolve o seguinte roteiro: Como educamos (introdução); Da educação física (vestuário, alimento, ginástica, esporte, natação, canotagem, esgrima, diabolo, futebol; Suas vantagens e inconveniências; Cultura física, parques infantis). Da educação intelectual ( programas e método de ensino, museus, laboratórios, bibliotecas infantis). Da educação moral (ensino moral, o bem moral, o ensino da civilidade). Da educação cívica (Deveres da escola; o ensino cívico, a geografia pátria, a história nacional, a bandeira da Pátria e da Escola; os batalhões escolares; o militarismo na escola). Da educação profissional (método de ensino, o método froebeliano; o ensino profissional nas escolas primárias; o desenho; os utensílios; a estética, o ensino prático nas oficinas; resultados econômicos e sociais).

Introdução

O autor tem experiência na prática educativa: “há muito que entregamos nossa atividade à educação infantil e, pensamos que, publicando agora esse livro, é cumprir um dever profissional” e seu objetivo é “prestar um concurso às pessoas hoje mais empenhadas na educação das crianças”. E mais adiante acrescenta: “O Brasil peca por suas imprevidências e nada tem-se escrito sobre a melhor prática de educar nossos filhos”. Reforçando o pensamento assevera: “É preciso que nós, os brasileiros, nos nacionalizemos mais um pouco, produzindo o que é nosso, o que nos pertence”.
Baseia-se em obras recentes, publicadas na Europa, mas é necessário aceitar as idéias que mais se adaptarem à nossa raça, clima e costumes, saber escolher as que mais se aproximam de resultados satisfatórios.
Nacionalista, acredita que “educar com os elementos nacionais é formar futuros brasileiros”.
É contra a liberdade total (critica a “ordem livre” de Leon Tolstoi na Escola Iasnaia Poliana), mas condena também os que confundem educar crianças com a arte de instruir soldados.
Propugna o naturalismo em educação e várias vezes cita Rousseau. A vida dos sertanejos mais livres, mais natural favorece o desenvolvimento físico, nos distritos rurais: a debilidade de nosso povo pode ser corrigida com os exercícios físicos. Reflete a educação eugênica da época: “Só por meio de exercícios físicos constantes é que poderemos com o decurso de algumas gerações fazê-lo vigoroso, industrial e intrépido”.

Como fazer da criança um cidadão perfeito é um objetivo deste livro, buscando através de métodos e processos educativos mais modernos e pedagógicos, trabalhar para o desenvolvimento físico, moral e intelectual do educando.

Da educação física

O aforismo mente sã em corpo são significa que “está na boa organização mental do indivíduo o completo desenvolvimento físico”.
A cultura física é responsável pelo fortalecimento da raça, se quisermos ter uma sociedade caracterizada pela vitalidade física, intelectual e moral.
Assim devem-se desenvolver hábitos de vida naturais: a ginástica higiênica, o vestuário folgado e leve; o alimento saudável deve suprir as necessidades do trabalhador e também das crianças; o asseio corporal e das residências, o banho e a prática de esportes. E o controle através dos exames Antropométricos.
Os três principais esportes recomendados são a natação, o remo (também para as meninas) e a esgrima (para os rapazes mais velhos). Entretanto o esporte preferido por todos é o futebol, com o qual a multidão se entrega de corpo e alma e já vai entrando no meio escolar; porém, é perigoso, pois é violento, esgotante de força.
O Autor exagera ao considerar o futebol, pelo seu atrativo, responsável pela “desatenção nas classes, a falta de preparo das lições, o desinteresse geral pelo saber aprender”.
Embora de modo muito vago, e não detectanto a verdadeira causa, apresenta uma crítica à educação da época.
A obra está situada no contexto da época. Na fase higienista e eugênica, ou seja, que busca medidas sócio sanitárias e educacionais que influenciam física e mentalmente o desenvolvimento das características hereditárias dos indivíduos e de um povo.

Da educação intelectual

A idéia de uma educação bacharelesca deve ser substituída por uma educação que forme uma cabeça inteligente, um espírito bem formado, isto é, colocar a criança em condições de, por si mesma, ir entrando nos domínios de tudo que lhe possa ser útil tanto individual como socialmente.
Aqui princípios da Escola Nova e de outras correntes modernas se manifestam mais claramente.
O ensino deve ser gradativo e progressivo, um conteúdo dosado. A organização do programa deve ter presente o desenvolvimento psicológico dos seus alunos e o estágio dos seus conhecimentos. Deve ser prático, utilitário, baseado no interesse. Condena o ensino livresco e memorizador em excesso, preocupado em encher de informações, erudito, mas de assuntos desligados da realidade. Também critica o modo de se ensinar a gramática, a história e a geografia, cheio de regras e nomes, onde as crianças tornam-se elementos passivos.
Os métodos de ensino devem ser desenvolvidos à luz da psicologia experimental da criança, ou seja, o método intuitivo e experimental, aquele que exercita os sentidos infantis, baseado nas noções das coisas.
Recomenda os ensinamentos ao ar livre, as excursões periódicas: ir onde a natureza manifeste a sua pujança real.
Devem-se evitar os internatos, que dão às crianças uma existência artificial, restrita e separada do mundo, justificada só para os desfavorecidos da sorte.
Os museus (organizados na própria escola e com a ajuda das crianças), os laboratórios e as bibliotecas escolares colaboram para um ensino mais dinâmico.
Nessa educação intelectual o autor dá bastante ênfase à leitura: “Um dos meios de cultura é incontestavelmente a leitura, feita por qualquer forma que seja”. A imprensa (muito desvirtuada), a biblioteca (pública ou escolar) concorrem para a cultura geral. “Em lendo adquire-se muito saber; em lendo trocam-se idéias; em lendo, divulgam-se conhecimentos”.
Como no Brasil, não se lê nem livro nem revistas e poucos os jornais do dia, é necessário desenvolver o hábito da leitura constante e inclusive a domicílio. As escolas devem organizar suas bibliotecas, com a colaboração dos professores, alunos e familiares. E pensar-se na colaboração das “caixas”, sistema de contribuições pecuniárias semanais.

Da educação moral

Importante também na formação da criança, a educação moral prática, constituída de normas que orientam os sentimentos, o desenvolvimento dos instintos bons, a conduta, a formação do caráter e o fortalecimento da vontade. Como a moral se faz de costumes vários, dela deve-se encarregar a família e a Igreja, em princípio.
A educação moral na escola elementar deve ter presente os deveres da criança para consigo mesmo (pessoais) e para com os seus semelhantes (sociais).
Ensine-se às crianças dos cursos elementares ao menos os preceitos de civilidade. “A civilidade é um ramo da Moral, feita do conjunto de virtudes sociais, daquelas que um homem pratica com outro homem e as pessoas entre si, quando reunidas em sociedade.São perfeitamente os bons costumes individuais que amaneiram as pessoas à cortesia, à delicadeza e ao cavalheirismo”.
À criança, precisam ser ensinadas a polidez, as boas maneiras, para com os mais velhos, superiores e estranhos.
A própria escola deve ser um meio moral, desenvolvendo a camaradagem, o interesse mútuo, a assistência escolar, ensinando a verdadeira solidariedade humana.
A moral deve ser o mais prática possível, a vista dos atos positivos, na prática da sua própria vida, descobrindo o que é o bem e o mal, educando a própria vontade. Importam assim as visitas a hospitais, casas de inválidos e indigências das ruas. Somente adulto, ao cursar o ensino superior, estudará as teorias morais.

Da educação cívica

A educação da criança-homem através do desenvolvimento físico, intelectual, afetivo e moral, prepara-a para viver no meio familiar e social. Esta, porém, deve ser seguida da formação da criança-cidadão, para a vida política, entendida como educação cívica, para amar e respeitar a pátria, num sentimento de relação maternal; enérgicos e disciplinados no dever e no trabalho.
Os deveres cívicos deverão desenvolver os sentimentos patrióticos, a partir do conhecimento da pátria, concretizando o mais possível: geografia pátria (estudo do solo, da produção do trabalho); geografia física, industrial, comercial e política); a história pátria, iniciada pela História nacional, através dos exemplos de civismos, colhidos na biografia, por exemplo, do cidadão ilustre que deu o nome à rua onde a criança mora, depois as praças e ao pé dos monumentos públicos. É importante o culto aos grandes vultos pátrios. São, também, formas materializadas ou simbólicas o hino nacional, a bandeira nacional, a bandeira da escola.
Entretanto, Arthur Assis chama a atenção para o desenvolvimento de uma forte corrente de idéias, em forma de militarização do povo que está marchando em direção à escola. Ele é um crítico veemente da educação militarizada e usa, para tal, a sua vocação literária.
A escola deve ser um centro racional de educação da infância. A educação cívica, que busca o fortalecimento da raça, a defesa do território pátrio, não precisa do processo de militarização da criança: “Não há, pois, a necessidade em trazer a caserna para a Escola nem em mudar a blusa escolar pela farda do soldado”. Os batalhões infantis escolares, portanto, devem ser abolidos.
A crítica é feita contra uma disciplina severa e mecânica, que suprime a originalidade, o espírito de iniciativa, a espontaneidade. Deve-se educar para a vida não para a guerra ou nas palavras do Autor: “Às crianças não se deve mostrar o caminho da morte, mas antes apontar-lhes a estrada larga da vida”.

Da educação profissional

O acabamento do homem-cidadão está na educação profissional.
É importante recordar que o Autor da obra que estamos analisando foi professor do Liceu, uma das instituições da Associação Feminina Santista, que tinha as escolas maternais para crianças pobres e onde se utilizava o método de Froebel.
O Dr. Arthur Assis dirigia simultaneamente a Escola Profissional D. Escholastica Rosa para crianças órfãs e sem recursos.
Ele entende que nas escolas maternais surgem os primeiros sinais da vocação e aptidões manuais da criança (reveladas com os exercícios, dos dons e das ocupações, do método froebeliano). Na escola primária elementar, a criança receberá noções gerais dos processos que são utilizados na maioria dos ofícios, uma vez que a vocação da criança não se apresenta ainda bem caracterizada. Isso deve se manifestar no período da escola primária média e secundária, quando pode receber o ensino profissional. Paralelamente deve ser desenvolvido a aprendizagem do desenho, inicialmente o geométrico e depois o desenho industrial. Essa seqüência deve ser coroada pelo ensino da estética que é uma necessidade escolar, pois pode revelar um artista.
O ensino profissional deve obedecer a um critério científico, teórico e crítico, e ter a oficina como o ambiente vivo, o local de trabalho.
O ensino profissional na escola também se impõe pelas necessidades da vida moderna e tem uma contribuição social muito grande, na medida em que fornece o ofício e os meios para as pessoas superarem a miséria.

Considerações finais

A obra de um autor -- que há pouco anos conhecíamos apenas como nome de rua – trouxe-se-nos a oportunidade de enveredar por um campo importante na história da educação. A leitura do texto “Saberes em viagem nos manuais pedagógicos (Portugal-Brasil) mostrou-nos as inúmeras reflexões que esse tipo de obra pode suscitar:”Os manuais pedagógicos são bom exemplo de uma corda discursiva cujos fios ainda agora começamos a entrever e que podem ajudar a ver os percursos da escolaridade de outros modos” .
Eis algumas das questões:
. Como se deu a formação pedagógica de Artur Assis, já que formado em Direito, dedicou-se muitos anos à promotoria pública?
Em breve informação sobre a sua vida , consta que era Membro do Conselho de Bruxelas. Se estudou na Bélgica, talvez possa se justificar a sua indicação de autores europeus , principalmente de língua francesa. Ele faz referência às obras recentes publicadas na Europa. Pedagogos da educação ativa, como Ad. Ferrière e E.Claparède, suíços, são citados. Há ausência dos pedagogos norte-americanos.

. O Autor chama a atenção sobre a deficiência brasileira em matéria sobre a educação infantil e “absolutamente nada tem-se escrito sobre a melhor prática de educar nossos filhos”.
Em 1913, foi publicada uma obra intitulada História da Pedagogia, cujo autor denomina-se UM professor (iniciais ºO.D.C.) . No Prefácio, o autor informa: “Este livro foi organizado no intuito de proporcionar aos alunos das Escolas Normais Secundárias de São Paulo um meio fácil de consulta para seus estudos sobre História da Pedagogia, pois sobre o assunto só existem compêndios em língua estrangeira” . Entretanto os capítulos são resumos, compilações ou, às vezes, transcrições de autores principalmente franceses (Compayré, Letourneau e Guex). Há algumas folhas reservadas à América. Ao Brasil, incluindo São Paulo, couberam as páginas 249 a 262.
O livro de Carneiro Leão, que tem problemática semelhante – O Brazil e a educação popular - foi editado em 1917, e A educação nacional de Mário Pinto Serra saiu em 1924 e A escola brasileira de João Toledo, em 1925. Principalmente a partir da década de 1930, as publicações congêneres se multiplicam.

. Podemos concluir - tendo a consciência de que a obra suscita muitas outras questões – que Eduquemos, além de ser um estudo de teoria pedagógica , revela em alguns momentos a prática educativa reflexiva de um educador. E que ela é a radiografia de uma época, pois está inserida no contexto de seu tempo , período da 1a. guerra mundial, quando o nacionalismo e o militarismo tornam–se muito presentes na educação, e novas teorias educativas pretendem dar novos rumos à educação.

Referências bibliográficas

ASSIS, Arthur. Eduquemos. Santos: Instituto D. Escholastica Rosa, 1915.

ASSOCIAÇÃO FEMININA SANTISTA. Relatórios de 1905 a 1919.

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IRMANDADE DA SANTA CASA DA MISERICÓRDIA. Relatórios da Provedoria de 1907 e de 1931.

MENEZES, Maria Cristina. Educação, memória, história: possibilidades, leituras. Campinas: Mercado de Letras, 2004.

MORAES, Carmem Sylvia Vidigal. A socialização da força de trabalho: instrução popular e qualificação profissional no Estado de São Paulo. Bragança Paulista: EDUSF, 2003. (Coleção Estudos CDAPH. Série Historiografia).

ROGRIGUES, Olao. Veja Santos. Santos [s/e] 1975.

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VAGO, Tarcísio Mauro. Cultura Escolar, Cultivo de Corpos: educação physica e gymnastica como práticas constitutivas dos corpos de crianças no ensino público primário de Belo Horizonte. Bragança paulista: EDUSF, 2002. (Coleção Estudos CDAPH. Série Historiografia).

VIDAL, Diana Gonçalves. O Exercício Disciplinado do olhar: livros, leituras e práticas de formação docente no Instituto de educação do Distrito Federal (1932-1937). Bragança Paulista: Editora da Universidade São Francisco, 2001. ( Coleção Estudos CDAPH. Série Historiografia).

 
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