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  INTERDISCIPLINARIDADE: TEORIA E PRÁTICA NO ENSINO PÚBLICO

Edna Scola Klein;
Maria Angela de Melo Pinheiro;
Maria Augusta de Oliveira Pimentel;
Teresa Martins Baptistella;
Ana Maria Falcão de Aragã Sadalla
Guilherme do Val Toledo Prado **.
*EMEF. Padre Francisco Silva – Secretaria Municipal de Educação de Campinas – Naed Noroeste
**UNICAMP – Faculdade de Educação.

Este texto tem o objetivo de apresentar o desenvolvimento inicial do subgrupo de trabalho Interdisciplinaridade. Este subgrupo é integrante do projeto “Escola Singular: Ações Plurais”, financiado pela Fapesp e coordenado pelos professores Sadalla e Prado na EMEF “Padre Francisco Silva”, em Campinas-SP.
Este projeto teve início na escola em 2004 e tem como objetivo o trabalho com os dilemas, desafios e dificuldades enfrentados pelo corpo docente e equipe de gestão escolar a partir da realidade por nós vivida no cotidiano da escola. O projeto traz como um de seus eixos principais a reflexividade do professor.
A grande maioria dos profissionais da escola participa deste projeto e há fundamentalmente dois espaços semanais de discussão. Um deles é o GT (Grupo de Trabalho) que é dividido em dois grandes grupos: um com os professores de 1ª a 4ª séries e outro com os professores de 5ª a 8ª séries. Nestes espaços, cada um dos grupos elenca temas de seu interesse para serem discutidos e estudados, sempre tendo em mente o objetivo de superação dos dilemas e dificuldades. Além dos GTs, cada um dos profissinais da escola integra um dos subgrupos que discute e aprofunda diferentes aspectos tais como Relações interpessoais, Ações didático-pedagógicas, Motivação docente e discente e Pensamento e ação docentes.
A cada dois ou três meses realiza-se também um Seminário que agrega todos os participantes para que seja possível compartilhar discussões, experiências, êxitos, fracassos, dilemas e estratégias de ação em direção dos objetivos previamente definidos.
O subgrupo Interdisciplinaridade é composto por professores de 5ª a 8ª séries de diferentes componentes curriculares. Vem se reunindo semanalmente desde outubro de 2004, acreditando que é fundamental, para se estabelecer um trabalho interdisciplinar, que haja um espaço/tempo de troca e partilha entre os docentes. Acreditamos que aprender a ouvir o outro, a ampliar o nosso olhar a respeito de um determinado tema, a planejar junto, a incorporar novas práticas ao nosso trabalho de sala de aula... tudo isso é muito bom, enriquece o nosso trabalho e nos faz amadurecer profissionalmente.
Obviamente para que essas trocas aconteçam há necessidade de que se estabeleçam vínculos de confiança e amizade entre os participantes do grupo. Isso leva um tempo e aí aparece uma das primeiras dificuldades enfrentadas por nós: a troca dos professores substitutos no início de cada ano letivo. No ano de 2004, por exemplo, o nosso grupo era constituído por cinco professoras, das quais três eram professoras substitutas que não deram continuidade ao trabalho na escola no ano de 2005. Precisamos, então, re-iniciar todo esse trabalho de criação de vínculos com os novos professores que passaram a integrar o grupo. Além do estabelecimento de vínculos entre nós, docentes, dentro do grupo, há também o desafio de estabelecer vínculos entre os novos professores e os alunos, que muitas vezes os “testam” muito no primeiro momento, o que dificulta o trabalho em sala de aula desses professores. Em muitos momentos de nossas reuniões, aspectos referentes à relação professor/aluno tomaram conta das mesmas, que acabaram se tornando espaços de queixas e dasabafos em relação aos problemas e dificuldades vivenciados em sala de aula. Havia momentos em que o grupo se sentia ”empacado” e parecia que o nosso trabalho não estava andando. Foi muito importante para nós, professores desse subgrupo, ter, em uma de nossas reuniões, parado para nos perguntar o que estava acontecendo com o grupo. Passamos, então a problematizar essa situação, nos questionando: Como validar o uso desse espaço, o espaço de nossas reuniões? Por que será que o grupo não tem avançado no planejamento interdisciplinar? Como juntar essa questão do relacionamento professor/aluno com uma proposta interdisciplinar?
Assim, os dilemas foram se configurando e através de trocas de idéias, leituras, discussões e conversas sobre nossas angústias fomos delineando nosso trabalho.
Outra dificuldade para os professores de 5ª a 8ª séries ou do Ensino Médio é serem capazes de flexibilizar sua disciplina e pensar/agir de forma mais interdisciplinar. Sabe-se que, na verdade, na identidade deste professor já está incorporado o componente curricular com o qual ele trabalha. Sua identidade costuma estar muito colada à sua área de conhecimento.

“A identificação com a imagem de docente de área é muito forte em nossa tradição social e pedagógica. Nos apegamos a esse saber-fazer docente, ‘eu sou profissional de minha área’. Abrir esse horizonte profissional nos parece arrombar cercas. Perder nossa propriedade”.(Arroyo, 2000, p.69).

Um dos autores que nos trouxe uma nova forma de olhar foi Furlanetto (2000) que traz a metáfora da fronteira. Segundo ela, normalmente as fronteiras, nos mapas, são linhas divisórias que delimitam os territórios e promovem a separação. Mas elas também definem a singularidade e, hoje em dia, são plenas de provisoriedade, podendo ser transformadas a qualquer momento. A autora propõe que as fronteiras não sejam vistas como linhas estanques, mas sim como regiões fronteiriças, nas quais o eu convive com o outro. Dessa forma, a fronteira passaria a ter uma multiplicidade de sentidos, possibilitando trocas, encontros, diálogos. De acordo com a autora, “a interdisciplinaridade pode ser percebida como esse conhecimento produzido quando as fronteiras deixam de ser linhas estanques, rígidas, que aprisionam e se flexibilizam, assumindo múltiplas possibilidades”. (p. 88)

Acredito que esse é o maior desafio em um grupo que se propõe a realizar um trabalho interdisciplinar: ir se permitindo alargar os territórios, flexibilizar as fronteiras, enxergando o conhecimento como um todo. [...] É no grupo que se exercita o ouvir o outro e ser ouvido, que se colocam as dificuldades, que se planeja e depois se avalia o que foi possível realizar, o que deu certo e o que não deu. Pinheiro, 2005.

Abrir o diálogo entre as disciplinas, verificando que as fronteiras assumem o papel de transgressão no sentido de inovar, possibilitar encontros e trocas, nos trouxe um novo olhar para as nossas dificuldades. As fronteiras delimitam e mostram o outro lado. Assim, para iniciar, não temos que mudar toda uma concepção tão forte de disciplinarização, mas podemos encarar que:

O ponto de partida e de chegada de uma prática interdisciplinar está na ação pedagógica. Desta forma, através do diálogo que se estabelece entre as disciplinas, evidencia-se uma mudança de postura na prática docente. A interdisciplinaridade não se propõe a desconfigurar a identidade das disciplinas; pelo contrário, a idéia é que, estabelecido o diálogo, cada disciplina sirva de referência para as demais, intensificando o sentido e a identidade de cada uma delas. Assim, não se trata de propor a eliminação de disciplinas, mas, sim, da criação de movimentos que propiciem o estabelecimento de relações entre as mesmas, tendo como ponto de convergência a ação que se desenvolve num trabalho cooperativo e reflexivo. [...] Com isso, busca-se conseguir uma visão mais ampla e complexa da realidade, que tantas vezes aparece fragmentada pelos meios de que se dispõem para conhecê-la e não porque o seja em si mesma. Olguin, 2003, in EMEF Padre Francisco Silva et al, 2003, p. 19.

Durante as nossas leituras e discussões ainda não chegamos a um consenso a respeito do conceito de interdisciplinaridade e nem da melhor maneira de a colocarmos em prática. Acreditamos, contudo, que é fundamental o professor ir, aos poucos, adquirindo uma postura interdisciplinar dentro de seu próprio conteúdo. A partir do momento em que se utilizam estratégias variadas, como, por exemplo, poemas, letras de músicas, dramatizações, textos descritivos ou desenhos em qualquer disciplina, quebra-se um pouco o estereótipo de que desenho só é realizado em Artes, cálculos só aparecem em Matemática e assim por diante. Acreditamos que esta postura acaba sendo conquistada e ampliada quando o professor vivencia uma experiência de planejamento coletivo, troca e partilha e também se disponibiliza a trabalhar com a flexibilização das fronteiras.
Relatamos a seguir dois momentos em que organizamos nossos conteúdos segundo temas escolhidos pelo grupo de professores que faziam/fazem parte do subgrupo Interdisciplinaridade, nos anos de 2004 e 2005.
No último trimestre de 2004, planejamos como tema geral: “TRABALHO, PRECONCEITO E DISCRIMINAÇÕES”. Em todas as séries procuramos trabalhar e discutir a questão dos preconceitos, da desigualdade e dos direitos humanos, que nem sempre são respeitados.

Esses assuntos foram escolhidos levando-se em conta o tema geral da escola proposto para o terceiro trimestre – “Eu e o Mundo”. Em seguida, cada uma de nós, nos nossos encontros, foi contando um pouco como/o que vinha trabalhando, na época, em sala de aula. Procuramos, então, escolher algo que se relacionasse com os temas. Para as disciplinas de Português e História e para a professora substituta contínua (que ministra aulas quando algum professor falta) foi mais fácil fazer as adequações/adaptações no planejamento. Já a professora de Ciências teve uma dificuldade maior, pois seu conteúdo referente ao terceiro trimestre não estava muito relacionado a esses temas.

Como eu já havia iniciado o estudo de Sangue e Circulação Sanguínea com as sétimas séries, discuti nestas classes o problema de anemia falciforme que está presente na raça negra. Na verdade foi pouco tempo. Klein, 2005.

O depoimento de uma das professoras de Português nos mostra um pouco mais a maneira como esse trabalho se deu durante as suas aulas:

O TRABALHO EM SALA DE AULA:
AS AULAS DE PORTUGUÊS

Na 8ª série A, o tema principal desenvolvido com eles foi o trabalho e as profissões. Esse tema foi escolhido por ser esse um período da vida deles em que alguns já estão fazendo escolhas profissionais, prestando vestibulinho para escolas técnicas ou procurando um emprego. Cada aluno realizou entrevistas com dois profissionais de áreas diferentes, escolhidos por eles mesmos. Poderia ser um parente, conhecidos ou mesmo profissionais da própria escola. As perguntas das entrevistas foram elaboradas em sala de aula, de maneira coletiva. Depois de realizadas, os alunos se juntaram em pequenos grupos e confeccionaram cartazes sobre as profissões com trechos das entrevistas, comentários e ilustrações. Durante o trimestre várias das leituras propostas tinham esse tema como assunto principal, como por exemplo, o poema “Operário em construção” de Vinícius de Moraes, um pequeno texto retirado do livro “Cidadão de papel” de Gilberto Dimenstein que aborda o trabalho realizado por crianças bem pequenas na colheita de algodão, um texto de Guilherme Werneck que trazia a experiência de um office-boy e a discussão sobre o desemprego e o trabalho informal, entre outros. O trabalho com produção de textos também enfocou esse tema e dessa forma os alunos produziram dissertações, charges e textos adivinhatórios sobre esse assunto. Também assistimos a um vídeo sugerido pela orientadora pedagógica da escola que trazia itens relacionados com o trabalho tais como a elaboração de um curriculum vitae, a entrevista no processo de seleção, a importância de ser uma pessoa envolvida profissionalmente, etc. Os alunos também trouxeram as suas próprias experiências, seus sonhos, suas ambições, seja nas produções escritas, seja nos momentos de conversa e debate. Foi um trabalho bem interessante e a grande maioria dos alunos esteve envolvida no mesmo.
Nas sétimas séries, desenvolvemos o tema meninos e meninas de rua, que foi desencadeado a partir da leitura de um trecho do livro “Capitães da Areia”, de Jorge Amado. A partir daí, outros sub-temas surgiram tais como drogas, prostituição, gravidez na adolescência, a falta da escola e da família na vida dessas crianças e adolescentes, entre outros. Procurei trabalhar com eles textos variados enfocando esses assuntos. Entre eles posso destacar o trabalho com o poema “Bicho” de Manoel Bandeira. Após a leitura e comentários sobre o poema, os alunos produziram um texto poético em que relatavam uma cena sofrida, realmente vista ou imaginada por eles nas ruas de nossa cidade. Também foi importante a leitura da crônica “Na escuridão miserável” de Fernando Sabino que fala sobre a vida de Teresa, uma menina de dez anos que trabalha como doméstica em uma casa de família e é muito explorada por sua patroa. Após todo um trabalho com o texto (de reflexão, compreensão, estudo do vocabulário...), foi proposto que os alunos imaginassem qual teria sido o futuro de Teresa. Ela já teria os seus vinte anos, mais ou menos e o que teria acontecido com ela? Os alunos produziram um texto narrativo e foi muito interessante ler com eles alguns dos textos produzidos e ver como há uma infinidade de possibilidades para o futuro de uma pessoa e que fatores poderiam influenciar nesse “destino”. Vale ressaltar que o trabalho com as sétimas séries não foi muito tranqüilo nesse último trimestre. As duas turmas nem sempre se mostravam envolvidas ou motivadas com as aulas de Português. Foi um desafio muito maior do que o vivido, por exemplo, com a 8ª série A. Houve momentos em que consegui envolvê-los, mas foi um processo bastante difícil. Sem dúvida, o fato de termos esses espaços de discussão e troca na escola me ajudou bastante a encontrar alguns caminhos para enfrentar esses desafios.
Nas duas sextas séries o tema desenvolvido foi o trabalho infantil, assim como a consciência de que nessa época da vida deles o estudo acaba sendo o seu trabalho e de como é importante ter essa oportunidade de poder estar estudando e se dedicando apenas a isso. Iniciamos com a leitura do texto “De sol a sol” de Lucília de Almeida Prado que mostra a realidade de crianças que precisam deixar de estudar para ajudar seus familiares no trabalho na roça. A partir daí foi realizado um trabalho de leitura e pesquisa que enfocou algumas crianças que trabalham e como é a realidade deles: os meninos carvoeiros, as crianças do sisal, os cortadores de cana, entre outros. Em pequenos grupos, os alunos escolheram um desses grupos de trabalhadores e fizeram textos sobre eles. Houve um grande envolvimento dos alunos e eles produziram trabalhos muito bons. Houve uma boa integração com a disciplina de História que trabalhava a escravidão no passado e hoje em dia.


No primeiro semestre de 2005 tivemos mais tempo para planejar nossas atividades e como o tema geral da escola como um todo foi a ”Cultura de Paz” e para o primeiro semestre o tema ”Meio Ambiente”, nós, professores do grupo, levantamos os seguintes sub-temas:

Como atividade para fechar o semestre, a escola programou uma caminhada pelo bairro, levando os temas trabalhados com os alunos para serem mostrados à comunidade. Como o tema era para a escola como um todo, conseguimos trabalhar de forma mais ampla com educandos de outras classes também. Desse modo, crianças das 3ªs séries se juntaram ao tema de Poluentes, desfilando com as 8ªs e 5ªs séries. Fauna e Flora foram trabalhadas além da 6ª série, com as crianças de 1ªs e 4ªs séries. O corpo humano foi trabalhado pelas 7ªs e também pelas 2ªs séries.
Convidamos para tal evento entidades e órgãos da região que trabalham com as questões de cada sub-tema e que apresentam respostas para os problemas levantados. Assim, a Cooperativa Santo Expedito, que coleta lixo reciclável, esteve presente na caminhada e em algumas aulas com as 4ªs e 5ªs séries como alternativa para resolver as questões de lixo no bairro. Nós também os visitamos para conhecer melhor o que é uma separação de lixo. Representantes do “Tambor dá Saúde” também estiveram conosco na caminhada, pois são responsáveis pela distribuição gratuita de preservativos masculinos, fazendo parte de um projeto do Ministério da Saúde para a prevenção de DSTs/AIDS. Durante a caminhada distribuíram tais preservativos. E finalmente, como resposta ao desmatamento, os alunos distribuíram sementes e mudinhas de plantas à população.

Percebemos que a organização e o preparo de um evento como esse, que mobiliza a escola como um todo, é também um incentivo ao trabalho interdisciplinar. Tivemos várias dificuldades ao longo do processo, mas abriram-se possibilidades e espaços para o corpo docente (especialmente o de 5ª a 8ª série) planejar conjuntamente, trocar idéias, tomar decisões... O resultado foi bastante positivo, com um envolvimento um pouco maior da comunidade em relação à caminhada realizada no ano anterior. Houve também frustrações, como, por exemplo, uma presença dos alunos na caminhada bem menor do que era esperado, desde os alunos menores até os maiores, a dificuldade de envolvimento de alguns professores, o cansaço natural de um final de semestre. São desafios a serem vencidos ao planejarmos as nossas próximas caminhadas.

O subgrupo Interdisciplinaridade é formado atualmente por cinco professoras de diferentes componentes curriculares: Ciências, História, Português, FEC (Filosofia, Ética e Cidadania) e Inglês, cuja professora acaba de se juntar ao grupo. O grupo tem conseguido estreitar os vínculos de confiança e amizade entre os participantes, mas tem oscilado entre momentos de muita disposição e fé na possibilidade de realização de um trabalho coletivo e interdisciplinar e momentos de desânimo, em que parece que a gente não consegue caminhar e “produzir”. Acreditamos que essa troca, esse partilhar de momentos entrecortados de entusiasmo e desânimo fazem parte do processo e é através dele que a nossa postura enquanto profissionais vai se modificando e nos permitindo enfrentar diferentes desafios de uma maneira mais flexível. Acreditamos, entretanto, que ainda há um longo percurso a ser percorrido a caminho da interdisciplinaridade, que vai se fazendo a cada dia.

Utilizando a metáfora empregada por Cecília Warschauer, 1997 (p.69), nosso desafio constante tem sido o de criar “pontes entre diferentes territórios: entre as “matérias escolares”, através de uma atitude interdisciplinar; entre escola e vida, através de aprendizagens significativas e entre a(s) teoria(s) e a prática do professor, abreviando a distância entre ensino e pesquisa, entre o professor e o pesquisador”.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ARROYO, M. G. 2000. Ofício de mestre: imagens e auto-imagens. Petrópolis, RJ: Vozes.

EMEF PADRE FRANCISCO SILVA E FACULDADE DE EDUCAÇÃO DA UNICAMP. 2003. Escola Singular: Ações Plurais - Projeto de Pesquisa enviando à FAPESP, como requisito parcial para obtenção de auxílio na rubrica Ensino Público (processo nº 03/13809-0), Campinas. (não publicado).

FURLANETTO, E. C. 2000. O Papel do Coordenador Pedagógico na Formação Continuada do Professor: Dimensões Interdisciplinares e Simbólicas; in Interdisciplinaridade: formação de profissionais da educação. Ana Gracinda Queluz (organizadora) São Paulo: Pioneira, pp. 85-101.

KLEIN, E. S. 2005. Relato do segundo semestre de 2004, Sub-grupo Interdisciplinaridade. EMEF PADRE FRANCISCO SILVA. (não publicado).

OLGUIN, G. Interdisciplinaridade. 2003. Net. Disponível em: www.campogeral.com.br. Acesso em 10 dez. 2003, in EMEF PADRE FRANCISCO SILVA E FACULDADE DE EDUCAÇÃO DA UNICAMP, Escola Singular: Ações Plurais - Projeto de Pesquisa enviando à FAPESP, como requisito parcial para obtenção de auxílio na rubrica Ensino Público (processo nº 03/13809-0), Campinas.

PINHEIRO, M. A. M. 2005. Relatório parcial (“Ações singulares em um projeto plural”) do Projeto “Escola singular, ações plurais” EMEF Pe. Francisco Silva. Campinas. Janeiro/2005. (não publicado).

WARSCHAUER, C. 1997. Elaborando o roteiro. A roda e o Registro. Uma parceria entre professor, alunos e conhecimento. Rio de Janeiro: Paz e Terra. pp. 39-80.

 
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