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  O QUE APRENDEM OS QUE ENSINAM A ESCRITA NA ESCOLA

Susana Soares Tozetto

Introdução

Para organização do mundo moderno se institui as diversas instituições e, a escola vem como uma dessas instituições do mundo moderno. Ao nos referirmos sobre a escola, logo pensamos na sua principal função que é ensinar, sistematizar o conhecimento. Assim, a escola é responsável pela socialização objetiva do conhecimento no mundo moderno. Ela foi criada para transmitir conhecimentos científicos mediante as exigências do processo em construção, mas com o desenvolvimento das forças produtivas do capital minimizou-se o conhecimento científico e instituiu-se o pensamento aberto e empírico. O que temos hoje é uma ciência funcionalista que visa atender às necessidades de imediato.
Com a desvalorização da escola enquanto instituição responsável pelo conhecimento científico, sente-se um esvaziamento teórico na sociedade, uma formação de cidadão fragilizada. A escola não está acompanhando as mudanças no mundo, ainda trata os conhecimentos e as informações de forma seqüencial e hierarquizada. Entretanto, na modernidade a escola tornou-se legitimadora do crescimento, da ascensão social: só progride quem vai a escola.
Nesse sentido, torna-se fundamental passarmos a refletir sobre o espaço de sala de aula como um importante espaço para criar, um lugar de construir autorias, local de ricas experiências com o saber. Portanto, o contato com o ambiente de sala de aula tornou-se imprescindível para analisar a construção do conhecimento do sujeito. A vida escolar merece ênfase, pois ao entrar na escola a criança tem contato com o conhecimento sistematizado, construindo saberes significativos ou não, mas que permanecerão por toda a vida.
O professor tem um papel importante, a tarefa de problematizar situações possibilitando aos alunos momentos de reflexão e discussão. Ao intervir e oportunizar a construção de hipóteses, ampliamos a leitura de mundo do aluno durante o processo da aprendizagem. Assim, na escola devemos tratar o conhecimento de maneira que todos possam compreender, estabelecendo pontes de ligação com a vida real de nosso aluno. A aprendizagem da escrita deve partir de momentos reais de seu uso para ter sentido e significado para a criança.
Placas de sinalização nas ruas, letreiros do comércio, propagandas de serviços, rótulos de produtos, revistas, jornais, livros e cartas, são apenas alguns exemplos do uso da escrita no cotidiano social das pessoas. Esse uso social mostra que as crianças já nascem dentro de um mundo impregnado de coisas escritas. A medida em que crescem, passam a perceber que os caracteres escritos representam coisas, carregam idéias e têm utilidade na vida das pessoas. Aos poucos, passam a prestar mais atenção, imitando o comportamento dos adultos em relação à escrita e procurando entendê-la. No entanto, será quando chegarem à escola que receberão um ensino formal da língua escrita no qual o conhecimento deste objeto passará a ser sistemático e mais organizado, tendo em vista o acesso ao domínio das convenções e complexidades próprias dessa forma de linguagem.

A escrita na escola

A aquisição da escrita pelos sujeitos é um processo que se dá em virtude de suas possibilidades de interação dentro de diferentes instâncias, derivando daí conceitos importantes que todo aquele que trabalha com a escrita deve buscar compreender: o letramento ou alfabetismo e alfabetização.
Segundo Kleiman (1998,p.181), o letramento como “as práticas e eventos relacionados com uso,função e impacto social da escrita.” Para Soares (1998, p.18) o termo alfabetismo vem para designar “o estado ou qualidade de alfabetizado”. Assim, percebemos que o conceito de letramento ou alfabetismo é amplo e complexo, podendo incluir ou não os processos de escolarização.
Da mesma forma, a alfabetização pode ser vista de diferentes formas. Na concepção tradicional, alfabetização corresponde a processos de codificação e decodificação de sinais. Nela, a escrita é entendida como reprodução da linguagem oral supondo-se que para cada som emitido corresponde um sinal gráfico. Essa concepção originou práticas mecânicas para trabalhar com a escrita na escola cujo centro é o código. (CAGLIARI, 1998). Podemos ressaltar, dentro dessa concepção, uma metodologia fundamentada no positivismo, que considera o construído na escola, não levando em conta o indivíduo enquanto ser social. A orientação que perpassa essa concepção de alfabetização é a de que devemos aguardar pelo desenvolvimento cognitivo da criança, atuando no momento adequado. Assim, a alfabetização avança em estágios, os quais deverão ser respeitados e seguidos pela professora alfabetizadora. O ensino deve seguir o desenvolvimento biológico natural da criança, ficando o social como apêndice desse processo.
A concepção atual (contemplada nos PCNs) aborda a alfabetização a partir de sua dimensão simbólica, ou seja, dos significados culturais que a escrita carrega. Assim, nessa concepção, não há sentido no ensino do código pelo código sendo que a sua implicação metodológica mais importante é a de trabalhar a escrita do jeito que ela aparece socialmente, isto é, através de seus usos sociais. A forma social de uso da escrita é o texto. Sendo assim, na concepção atual de alfabetização o texto é a unidade significativa, pois é produto de uma atividade discursiva oral ou escrita. (VYGOTSKY, 1991). Em vista disso, a alfabetização deve ser entendida como um processo amplo, o qual deverá envolver todos os aspectos da criança, respeitando sua história social de vida, bem como fazer uso dessa história para alfabetizar. O desenvolvimento passa a ser visto dialeticamente, de forma não linear, apresentando avanços e recuos no processo de aprendizagem. Assim, o desenvolvimento caminha concomitante com a aprendizagem, isto é, a criança tanto aprende quanto se desenvolve. O processo é simultâneo.
A mudança das concepções de leitura e escrita adveio das mudanças das relações sociais de produção. Isto significa que o modelo que ensina apenas o código já não responde mais às exigências colocadas pela sociedade. O modelo tradicional não forma o bom leitor e o produtor de texto e é isso o que a sociedade está exigindo cada vez mais. O principal objetivo da alfabetização, é que o alfabetizando faça uso dos conhecimentos adquiridos em situações reais, e que os mesmos tenham aplicabilidade em seu cotidiano. A preocupação, portanto, é com a sociedade na qual o aluno esta inserido auxiliando-o a construir uma consciência crítica que reflita sobre sua realidade e atue nela, tornando-se sujeito de sua própria história de vida.
A escrita sendo entendida como prática social, possibilita ao indivíduo uma ligação real com o conhecimento. O professor mediador proporcionará situações em sala de aula que contribuirão para melhor integrar os alunos à sociedade, tornando-os cidadãos que exigirão seus direitos e saberão exercer seus deveres com consciência. Uma vez trabalhando dessa forma, o professor torna-se também o sujeito de sua práxis , agindo e sofrendo a ação de ensinar.

A aprendizagem da escrita na escola

Ao entrar em contato com o ambiente de sala de aula, o qual realizamos em uma escola municipal, que atende crianças de bairro, a maioria provinda de famílias com baixa renda, passamos a refletir sobre o processo de construção da escrita com a interferência direta do professor. A escola funciona em dois turnos : manhã e tarde. Nosso foco de atenção voltou-se para o período da tarde que encontramos uma turma de educação infantil, duas turmas do primeiro período do primeiro ciclo, com um número aproximadamente de trinta alunos em cada turma e três turmas do segundo período do primeiro ciclo, contando cada uma com um número de alunos que não ultrapassava vinte e cinco.
Para a realização do presente trabalho entrevistamos duas professoras alfabetizadoras do primeiro período do primeiro ciclo, do período da tarde, as quais responderam a questões abertas sobre a alfabetização, envolvendo o trabalho das mesmas no cotidiano de sala de aula. As professoras entrevistadas já atuam a bastante tempo na alfabetização, por isso questionamos o motivo que as levava a atuar sempre com turmas direcionadas a alfabetização. Ouvimos da professora 1 a seguinte resposta:

Realizo o trabalho de alfabetização com muito entusiasmo, amo o que faço e por isso todos os anos escolho a turma de alfabetização. Sei que durante o ano a tarefa vai ser árdua e desafiadora, mas quando chegar o final do ano, terei recompensa, verei meus alunos lendo e escrevendo, me sentirei útil e realizada.

Pensando dessa forma, vemos que a professora acredita que a alfabetização é um processo que se dá em um ano letivo, através do domínio do código escrito. Pudemos constatar que a maioria das crianças desse grupo já se encontrava lendo e escrevendo no início do segundo semestre. Ao direcionar as atividades de leitura e escrita, a professora sistematizava o código de maneira que os alunos problematizavam, discutiam, questionavam. A princípio nos parece que a concepção da professora é reduzida, entretanto seus alunos têm o domínio da leitura e da escrita contextualizada de uma maneira ampla e diversa. Constatamos esse fato ao observar a sala de aula dessa professora e ao questioná-la sobre os materiais que ela utiliza para alfabetizar.

Para a realização das atividades em sala de aula, utilizo o alfabeto móvel, onde as crianças montam palavras, fazem suas tentativas de escrita, reconhecem as letras, pensam na formação das palavras. Utilizo o livro didático, faço leituras com meus alunos, utilizo também livros da literatura infantil e também atividades variadas que atendem a necessidade que a turma apresenta no momento.

O discurso da professora nos mostra que não temos uma receita pronta, onde possamos nos espelhar para direcionar o andamento das atividades. É através de pesquisas, montagem de materiais alternativos, elaboração de atividades e acima de tudo, um trabalho árduo do professor para ensinar a escrita em uma classe de alfabetização. O trabalho é feito individual e coletivamente , através de jogos, brincadeiras, desenhos, discutindo-se amplamente a realidade, aproveitando-se a vivência das crianças para trabalhar com a escrita. Desse modo, possibilita-se ao aluno interagir criticamente com o meio, não impondo métodos rígidos, muito menos cartilhas prontas e acabadas, faz-se uso da linguagem cotidiana da comunidade em que o aluno está inserido. Respeita-se o nível cognitivo no qual o alfabetizando se encontra, buscando-se alternativas de trabalho para avançar.
Perguntamos para a professora 1 quais as maiores dificuldades encontradas durante o ano letivo. O comentário foi o seguinte:

Na maioria das vezes as dificuldades tornam o trabalho do professor desafiador. Sinto dificuldades quando a criança se encontra no nível pré – silábico e não consegue avançar.

O comentário da professora nos leva a refletir sobre os diversos momentos vivenciados pelo aluno durante a fase de construção da escrita, pois quando ele encontra dificuldades depende muito da atitude do professor para que o aluno possa avançar ou estacionar diante do obstáculo. Partindo dessas premissas, o alfabetizador assume uma outra performance, agora tem a preocupação com o aluno real e suas reais necessidades. Percebemos o valor que a docente dá aos permanentes conflitos para gerar avanços quando fala dos desafios e das dificuldades. Desta forma, fica clara a necessidade do domínio das concepções teóricas por parte do docente para solucionar os problemas. Observamos na fala da professora sua preocupação com o desenvolvimento de um bom trabalho, ela sabe que mesmo ao encontrar dificuldades não pode perder de vista seu objetivo maior que é a construção do conhecimento do aluno.
Ao refletirmos com a professora 1 sobre o conceito de alfabetização, obtivemos a seguinte resposta:
A alfabetização é um processo de ensino e aprendizagem da leitura e da escrita.

Analisando a fala da professora, podemos confirmar que ela percebe a alfabetização como o domínio do código e que seu trabalho é intencional e interativo. Quando ela nos coloca sobre como a criança constrói o processo de alfabetização temos a seguinte fala:

A criança constrói o processo de alfabetização da escrita através da visualização, e do conhecimento que vai adquirindo no dia – a – dia de sala de aula.

Assim, percebemos no discurso dessa professora que um dos aspectos fundamentais para a aprendizagem do aluno é a clareza que o docente tem que ter do processo de aquisição da leitura e escrita, ou seja, das proposta que serão desenvolvidas em sala de aula, já que conhecimento é adquirido nesse espaço. Isso nos leva a considerar que independe como o professor se auto denomina (interacionista, construtivista, etc) o que realmente leva o aluno a aprendizagem é sua atitude consciente e comprometida diante das dificuldades encontradas em sala de aula.
A professora 2 relatou que atua como alfabetizadora a dezesseis anos e nos coloca com o que ela mais se angustia:

É quando um aluno sente muitas dificuldades, não consegue avançar, e já se esgotou com ele todas as possibilidades de que dispunha, todas as atividades que sabia e não obteve o resultado esperado.

Fica claro na fala da professora o compromisso com a aprendizagem do aluno a qualquer custo, que são muitos os desafios a enfrentar, mas nada impede que o trabalho seja realizado com vistas ao sucesso. O educador preocupa-se com o desenvolvimento de um bom trabalho, sabe que mesmo frente as suas limitações terá que dar conta da aprendizagem dos alunos.
Conforme observamos no discurso da professora, muitas vezes o educador sente dificuldades e não consegue alcançar o objetivo, mas o seu trabalho deve ser contínuo. Na educação a formação e o preparo do profissional para superar os obstáculos do dia – a – dia é fundamental, pois quanto mais ciente estiver o professor de como se dá o processo de aquisição da escrita mais produtiva será a aprendizagem do seu aluno. Entretanto, percebemos também a necessidade do envolvimento do educador com o processo de aquisição do conhecimento da criança.
Quando questionamos a professora 2 sobre o conceito de alfabetização, ela nos colocou:

Alfabetização é a codificação das letras para ler palavras e textos.

Para ela o importante é a criança reconhecer as letras para poder ler e conseqüentemente escrever. Sabendo das partes a criança conseguirá chegar ao todo. O que mais influencia a prática dessa professora é a concepção estruturalista da língua, na qual a língua ainda é vista como um sistema abstrato, inato, estruturado e a linguagem escrita é um retrato fiel da linguagem oral. O alfabetizando necessita dominar toda a estrutura da língua para poder expressar-se com fluência. Por certo diremos que seu conceito é reduzido e tradicional, entretanto isso não interfere “diretamente” na aprendizagem da criança, pois observamos a classe organizada em duplas realizando suas atividades de maneira interdisciplinar. Em sala de aula a professora entrevista relatou que utiliza os seguintes materiais:

Uso os materiais mais variados possíveis, o alfabeto móvel, onde os alunos podem manusear letrinhas, faço auto – ditado, e os alunos escrevem o nome das figuras, uso também a caixa de leitura e textos de livros infantis. Realizo a leitura compartilhada, onde fazemos a reflexão sobre a leitura do dia, e também fazemos a escrita e a leitura de listas, ex: animais, objetos, alimentos.

A fala da professora demonstra uma preocupação com a sistematização da leitura e da escrita de uma maneira descontextualizada, mas essas atividades garantem o domínio do código, uma aprendizagem por parte de todos os alunos. Sua preocupação primeira é que todos aprendam a ler e a escrever. Quando a professora coloca que realiza leitura compartilhada, percebemos no trabalho desenvolvido em sala de aula que ela utiliza-se de sondagens, que servem como ponto de partida para a reflexão, possibilitando a interação e a troca de conhecimento entre as crianças. Ao observar as atividades na classe, o que se tem é uma dinâmica que vai além da preocupação com a mecanização, a preocupação primeira é com a aprendizagem da criança.
As professoras 1 e 2 desenvolvem o trabalho em sala de aula utilizando-se de concepções chamadas de tradicionais, que a primeira vista pode parecer com uma escrita mecânica. O discurso das professoras pode estar atrelado a uma visão da escrita desconectada da realidade, fora do dia – a - dia da criança, entretanto percebemos de forma clara um envolvimento do professor com a construção do conhecimento da criança, uma preocupação constante com as dificuldades apresentadas pelos alunos. O professor se angustia quando não dá conta da aprendizagem do aluno, estando em constante busca para melhor ensinar seus alunos.
Durante as observações em sala de aula, o que percebemos foi professoras preocupadas, empenhadas em realizar o melhor trabalho. Os alunos se encontravam entusiasmados, alegres e expressavam gostar da professora. Em toda a classe não se encontrava um aluno que estivesse disperso ou desinteressado pela atividade, apesar de todas as dificuldades. O que se notava, é que as crianças valorizavam o esforço da professora em ensinar mesmo que eles demonstrassem problemas para aprender. Os alunos não querem saber se a concepção de alfabetização da professora e interacionista, construtivista ou tradicional; o que eles necessitam é ter domínio da escrita para poder ocupar um espaço na sociedade letrada. Fazer uso da escrita em função de uma condição de vida digna.
O contexto analisado nos leva a concluir que o conhecimento das teorias da aprendizagem é fundamental para desenvolver um trabalho docente competente, entretanto a autonomia docente, a segurança nas práticas em sala de aula, o comprometimento com o trabalho pedagógico, são fatores necessários para uma aprendizagem além de significativa, uma aprendizagem que leve a construção do cidadão. O processo de aquisição da escrita deve oportunizar às crianças um alfabetizar significativo sem dúvida, mas deve também ensinar a esses alunos a escrever a língua padrão. A alfabetização não acontece em um momento estanque em suas vidas, mas em um contínuo; vida e escola não se separam. Assim, o conhecimento da língua deve ser tratado dialeticamente, levando em conta que se trata de falantes da língua e não de desconhecidos desse dialeto.
Não estamos negando a relação da práxis pedagógica com os atuais referenciais da educação, o que pretendemos é ressaltar alguns aspectos da ação docente que estão encobertos pelo discurso interacionista “moderno”. Em nome de uma proposta “atualizada” algumas ações em sala de aula, não estão sendo consideradas pelos docentes, comprometendo a aprendizagem dos alunos. Há uma desvalorização pelo atendimento individual ao alfabetizando, considerando o seu nível de desenvolvimento cognitivo em detrimento do trabalho coletivo e o desenvolvimento grupal. Ao organizar o trabalho pedagógico não se dá um tratamento especial ao código enquanto código, se ressalta o trabalho com o texto, mas sem considerar a necessidade de adquirir e compreender o código.
A alfabetização se modifica continuamente, e tem acompanhando passo a passo o contexto sócio histórico vivenciado em cada período. Chegando nos dias atuais com mudanças significativas na maneira de se conceber o ensino e a aprendizagem, valorizando não o melhor método, mas sim a compreensão de como o sujeito elabora o conhecimento.
As práticas em sala de aula têm freqüentemente tentado construir uma proposta dita interacionista, mantendo o compromisso com a construção do conhecimento da criança. Os sujeitos pesquisados são conscientes, experientes e interessados com o seu saber e a formação do saber do aluno. Em função das novas formas de organização da produção, sentimos hoje que a escola anseia por uma nova forma de abordar a alfabetização.

Bibliografia


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CAGLIARI, L.C. Alfabetizando com o bá-bé-bi-bó-bu. SP: Scipione, 1998.

KLEIMAN, A.B. Ação e mudança na sala de aula: uma pesquisa sobre letramento e interação. In: ROJO, R.(org) Alfabetização e letramento. Campinas: Mercado de Letras, 19989.

KLEIN, Lígia R. Alfabetização: quem tem medo de ensinar? São Paulo: Cortez,1996.

ROJO, Roxane. Alfabetização e letramento. Campinas: Mercado das Letras, 1998.

SOARES, Magda B. Língua escrita, sociedade e cultura: relações, dimensões e
perspectivas. Revista Brasileira de Educação. set/out/nov/dez., 1995, p.5-11.

_______________. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 1998.

TOZETTO, S. S. Dificuldades de aprendizagem: um desafio no cotidiano escolar. Dissertação de Mestrado. UEPG, 1999.

VYGOTSKY, L. A formação social da mente. SP: Martins Fontes, 1991.

 
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