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  OS LIVROS DE LEITURA DOS PRIMEIROS ANOS DE ESCOLARIDADE EM PORTUGAL E NO BRASIL DE 1930-1945: (CON)FORMANDO AS MENINAS EM MÃES EXTREMADAS E SUSTENTÁCULOS DA PÁTRIA.

António Gomes Ferreira - Universidade de Coimbra
Ariclê Vechia - Universidade Tuiuti do Paraná

Os livros dos primeiros anos de escolaridade de Portugal e do Brasil no período entre 1930-1945, demonstrando evidentes preocupações pedagógicas, tendiam a debruçar-se sobre uma realidade que se pretendia mais adequada à compreensão infantil e, por isso, limitavam-se a apresentar figuras e textos acerca de objetos ou ambientes pretensamente familiares aos pequenos alunos. Independentemente de se passar das palavras e figuras soltas a textos cada vez menos curtos, os conteúdos prendiam-se com pequenas histórias de uma infância normal que aqui e ali afloravam aspectos moralizantes. Esses livros povoavam-se de pais, filhos, amigos, animais, plantas, brinquedos, desenhavam recantos de localidades, de casas e jardins, sugeriam-nos situações de afeto, de caridade, de lealdade, de consentida obediência e paternal autoridade. As relações familiares e sociais apresentavam-se em quadros ideais e generosos. As hierarquias apareciam bem definidas mas delicadas e benevolentes.

A estes enquadramentos estavam obviamente sujeitas as mulheres, seres de segunda ordem, submetidas aos superiores desígnios do pai ou do marido. À mulher cabia principalmente o papel de esposa dedicada e mãe extremosa, zeladora do bom nome e do bem-estar da família. Asssim, a mulher brasileira seria representada em “Terra Querida” para o segundo grau primário, sempre no papel de uma boa mãe, risonha, caridosa e pronta para ajudar . Representante da classe média, era retratada como sendo loira, com cabelos semi-longos e muito bem ajeitados. Com sua roupa de bom talhe, a mãe estava sempre arrumada. Porém, sua função na família era a de cuidar dos meninos enquanto crianças; gerenciar os afazeres de casa para que a mesma se mantivesse sempre asseada. Ainda cabia-lhe a tarefa de ser a primeira educadora; “é ela quem nos ensina tudo, quem nos protege de tudo”. “Papai diz que ela é um anjo da guarda que temos na terra”. Em outros textos a mãe continuava auxiliando na educação dos filhos. Ao piano, ensinava-lhes as primeiras notas musicais. Em contraste, o pai ‘;e um médico bem sucedido e chefe da família. (ALVARENGA,1954, p.14-18, 60). Se em países ocidentais mais desenvolvidos, há algum tempo que as mulheres, especialmente as da classe média, reivindicavam um papel mais participativo na vida pública, em Portugal, a esses ventos que sopravam de outras paragens, opunha-se a barreira de uma educação tradicional, de submissão e obediência, baseada nos princípios da moral católica mais restritiva. Salazar tinha uma doutrina que abraçava todos os aspectos do comportamento humano. Essa doutrina era de raiz católica, de sólidas robustas traves mestras afeióadas na penumbra do seminário em que fora educado e na calma paciente e resignada do meio rural que o embalara. Para executar seu plano, impôs na Escola Portuguesa as regras de pensamento e de comportamento de sua doutrina social. (CARVALHO, 2001, p.723,4) Sendo consideradas as principais obreiras da família, aquelas que tinham a seu cargo os primeiros rudimentos da educação, a elas se atribuía fundamentalmente o papel de primeiras educadoras, primeiras orientadoras do carácter das crianças. "Como mãi, nela devemos contemplar o vivo exemplo dos grandiosos cometimentos de seus filhos, a sua mais íntima e desinteressada conselheira, a sua mestra, a principal fonte do seu amor, a sua educadora, a alma da sua alma", dizia um texto incluído num livro da 2ª classe, publicado em 1935, que significativamente acrescentava: "assim como a religião faz do homem um santo, assim a mulher faz de uma criança um herói" (Vairinho, 1935, 129-130). Às mulheres reconhecia-se, portanto, a capacidade de exercer forte influência nas mentalidades e de poder condicionar o futuro da pátria. Sublinhe-se que num outro manual publicado também em meados da década de trinta, mas destinado à 3ª classe, se incluía um texto que termina desta forma paradigmática: "Tal é a mulher, tal é a criança, tal será o homem, tal será a nação, e o seu papel ou a sua personalidade, revestimento da sua individualidade, é mais importante que a do homem, visto que desde o berço é ela que aperfeiçoa a alma da geração às suas ideias, aos seus pensamentos, às suas afeições" (Vairinho, 1935b, p. 28).É interessante notar que desde o século XIX, A MULHER NO Brasil, era considerada a responsável por transmitir os hábitos e os valores da família e da Pátria. Com o advento da República e nas primeiras décadas do século XIX, amãe era tida como uma das principais responsáveis pela formação do futuro cidadão; de transmitir o amor pela Pátria. No entanto, essa função da mulher – a mãe, é muito pouco explorada nos livros de leitura utilizados no período estudado.

As meninas, portuguesas e brasileiras se com as mães aprendiam pelo exemplo, na escola aprendiam com as palavras das mestras e com as lições tantas vezes repetidas. Os livros de leitura, sobretudo os dos primeiros anos de escolarização, deviam, constituir, portanto, verdadeiros manuais de bom comportamento, exemplos de vida, modelos de virtude, ensinando as diversas formas de agir. Em Portugal o modelo de virtude, as formas de vida e de agir deveriam ser adequadas ao pensamento definido pelo regime superiormente chefiado por Salazar. Tal era a discriminação da mulher que, nos três primeiros dias do Governo então formado, foi proibida a coeducação no ensino elementar . Os novos dirigentes consideravam de tal gravidade a presença de meninos e meninas nas mesmas salas de aula, tanto receavam de tamanha promiscuidade que decretaram a separação dos sexos nas escolas primárias elementares.(CARVALHO, 2001, p.729)

Em Portugal, generalizadamente, de humildes famílias camponesas ou de estratos sociais um pouco mais elevados, as meninas dos textos de treino de leitura mostram-se exemplares ocupando-se em tarefas do quotidiano como, limpar casa, pôr a mesa, ajudar a mãe na cozinha ou tomar conta dos irmãos mais novos e, até, fazer pequenos trabalhos de costura, como a Conceição e a Maria de Lurdes que fizeram os enxovais das bonecas ou a Maria que, solícita, coseu as calças rasgadas do irmão quando este, querendo tirar um ninho escondido numa trepadeira, as rompeu ao cair do muro. A Emilita, "muito esperta e desembaraçada", afirma já saber varrer a cozinha, arrumar as cadeiras e limpar o pó e a Teresinha ocupa-se todas as manhãs a regar o jardim, enquanto à Rosita cabe a tarefa de ir levar o jantar ao pai, que está a trabalhar no campo. Na execução destes pequenos trabalhos as personagens mostram-se voluntariosas, espertas e desembaraçadas, são alegres, simpáticas, meigas e atenciosas. Nas brincadeiras repetem e treinam estes desempenhos pois dão preferência aos bonecos e às casinhas, a jogos de faz-de-conta em que fazem de professoras ou de mães, como a Isabel que, no dia do seu aniversário, recebe um fogão para as bonecas no qual, com autorização da mãe, faz um belo arroz-doce para oferecer às amigas que a visitam nesse dia.

Todas têm uma aparência cuidada: de tranças ou apanhados em laços, os cabelos bem penteados apresentam-se sempre alinhados, os vestidos limpos, sem manchas e bem passados, as meias puxadas e os sapatos polidos. Cumprem escrupulosamente as suas tarefas mantendo todos os seus pertences igualmente limpos ordenados e arrumados. Do ponto de vista social estas meninas das lições de leitura sabem sempre como comportar-se com delicadeza e compostura, cumprimentam todos respeitosamente, não se esquecem de dar bom dia ou boa noite, pedem licença para fazer qualquer coisa para que não estejam previamente autorizadas, agradecem e pedem por favor, nunca mentem e estão sempre disponíveis para ajudar o seu semelhante. Gostam de flores e de cuidar do jardim, visitam os doentes e presenteiam-nos com mimos, são caridosas e solidárias com os pobres com quem partilham ou para quem angariam comida, roupa e brinquedos. Para a Berta e para a Aninhas, impedidas de usar luto pelo pai recém falecido apenas por não terem que vestir, fizeram as companheiras da escola dois vestidos, confeccionados por elas próprias e com tecido comprado com dinheiro da caixa escolar, enquanto a Fernanda confessa à mãe nada querer comprar para sua árvore de Natal desse ano preferindo entregar à mãe da Rita o dinheiro do seu mealheiro, uma vez que a Rita, "uma menina que faz recados", tem seis irmãos e o pai está no hospital. A representação e as funções exercidas pelas meninas são semelhantes nos dois paises. No entanto, enquanto Portugal retrata as meninas do meio rural, no Brasil as meninas retratadas são sempre de classe médio e do meio urbano. Se em Portugal, nesse período, o ensino elementar se expandia pelo meio urbano e rural, no Brasil estava praticamente restrito às cidades e direcionadas a uma camada privilegiada da população. (SANTOS, 1961, p. 74;SODRÉ, 1952, p.76; RABELO, 1937, p.45) Muito embora Salazar tivesse hesitado em oferecer o ensino da leitura e da escrita para o povo, acabou por extendê-lo a todos. Para ele, o inconveniente não estava no fato do povo saber ler, mas no uso perigoso que dele poderia resultar. Ao proporcionar escolas a todos, só permitia ler aquilo que o Estado achasse conveniente, não apenas enquanto crianças na escola, mas pela vida afora, até a hora da morte. (CARVALHO, 2001, 728).

As meninas portuguesas na escola, são pontuais, fazem os trabalhos, estudam as lições e escutam com atenção o que lhes dizem as mestras. Trazem sempre os livros e os cadernos impecavelmente organizados e em ordem. Nunca esquecem as orações e nelas incluem pedir pelos pobrezinhos e pela saúde e bem-estar dos familiares e amigos (Cabreira e Cabral, 1939). Já os livros de leitura adotados na escola elementar brasileira pouco retratam as meninas freqüentando as escolas. Os textos tem como tema sempre o menino pontual, organizado e aluno exemplar. As irmãs geralmente são mais novas, entre três e cinco anos e não é, pelo menos, feita qualquer menção de freqüentarem uma escola de educação infantil. Quando uma menina representada possuem entre 7 e 10 anos, está sempre a ajudar a mãenos afazeres domésticos. Vez ou outra uma menina aparece cantando o Hino Nacional ou em sala de aula. É uma forma de exclusão subliminar da menina e, conseqüentemente, da mulher da escola. O desejo das meninas portuguesas, quando forem grandes, é serem boas donas de casa, como deseja a Filomena, professoras, como quer a Beatriz, ou missionárias, como tenciona a Clarinha, enquanto o Manuel expressa a vontade de ser aviador, o José médico e o Carlos padre (O livro da 1ª classe,1944).As meninas brasileiras, da mesma forma, ao se espelharem em suas mães, seriam boas donas de casa e submissas ao esposo. No livro de Sodré (1952) sobre a vida em família, diz o seguinte: “Papai é chefe do lar, trabalha o dia todo para nos dar o conforto necessário”. Ä mamãe é a rainha do lar, com sorriso, com sua doçura e bondade, cuida do bem-estar da família, providenciando boa e saudável alimentação, procurando tornar bela a nossa morada, adornando-a de quadrinhos bonitos, toalhas bordadas, flores que colhe no jardim...”. As ambições para o futuro são bem nítidas. O pai, os tios e os avos, são representados por médicos, funcionários públicos e professores universitários. Os meninos tencionam ser engenheiros, farmacêuticos, aviadores e a “Vitorinha, muito pequena ainda, quer ser professora”. Em Rabelo (1937), a prima “Carolina, moça piedosa e meiga, ensinava o catecismo para as crianças e a tia Diná, habilidosa e ligeira na costura e nos bordados fazia os vestidos para a primeira comunhão”. Esta notória diferença de ambições de futuro, em ambos os países, deixa naturalmente transparecer o que se considerava dever acontecer na família. De fato, as mulheres destes manuais de leitura são sobretudo mães e donas de casa ou, no caso de desempenharem uma atividade fora do lar, tal só se verifica para os estratos sociais inferiores. Aí aparecem como lavadeiras, costureiras, padeiras, em trabalhos de lavoura ou como cozinheiras, serviço reservado, no Brasil, para as empregadas domésticas de cor negra.. A única exceção são as professoras, profissão que, como temos vindo a realçar, se situa num plano de complementaridade à educação iniciada com as mães.

Como já apontamos, uma vez por outra, não deixam de aparecer meninas más, turbulentas, vingativas, pouco cumpridoras dos seus deveres, mas estes são casos aproveitados para compor outras tantas lições de moral. Às prevaricadoras sempre acontece o castigo que as leva ao arrependimento, seja esse castigo corporizado por uma reprimenda, seja, o que acontece com maior frequência, o facto de o mal se virar contra si próprias. No final, estas "meninas más", surgem inevitavelmente modificadas, zelosas e cumpridoras como as demais, uma vez que aprenderam a lição. "Quem mal faz, mal lhe acontece" e "ninguém faça mal à conta de lhe vir bem" são máximas repetidas para nunca esquecer.

Quanto às mães, também elas exemplares, sejam da classe média ou simples camponesas, são afáveis, disponíveis, boas donas de casa, mães extremosas, esposas dedicadas e trabalhadoras incansáveis, prontas a servir o marido e a defender os interesses da pátria.É interessante ressaltar que apesar de no Brasil estar-se sob um regime ditatorial, os livros de leitura, talvez por serem escritos antes deste período, não enfatizavam, de modo explícito, o papel da mãe como defensora da Pátria. Vivem para os filhos e para o marido e tudo fazem para manter a boa harmonia do lar, que mantém na mais perfeita ordem e limpeza. Bem dispostas e com um sorriso sempre nos lábios esforçam-se para que nada falte em casa, ainda que sem exageros desnecessários. Não esquecem os mais necessitados ajudando-os materialmente e lembrando-os nas suas orações. A modéstia, a humildade, a generosidade são virtudes que as mães não se cansam de ensinar às filhas. Muito curiosa e deveras significativa é a inclusão, num livro da 2ª classe, de 1935, de um provérbio chinês onde se afirma serem quatro os atributos fundamentais de uma mulher: que a virtude habite o seu coração, que a modéstia brilhe na sua fronte, que a doçura fale pelos seus lábios e que o trabalho ocupe as suas mãos.

Estas características das mulheres, apresentadas sobretudo nos livros de leitura dos dois primeiros anos de escolaridade, não deixariam de ficar igualmente gravados nas mentes dos meninos, já que, se se arredava a coeducação das nossas escolas, os livros permaneciam comuns a raparigas e a rapazes. Desta forma se entendia incutir nos espíritos mais jovens o desejo de, mais tarde, virem eles próprios a constituir famílias semelhantes e se assegurava que seriam olhados com reprovação os que se afastassem do modelo proposto.

Curiosamente os manuais das 3ª e 4ª classes enveredavam por caminhos bem diversos. No que respeita à imagem feminina, esta quase desaparece para dar lugar a uma temática mais ligada ao conhecimento das profissões, do funcionamento do corpo, dos fenómenos naturais, das regiões portuguesas e brasileiras e, sobretudo, às figuras mais célebres da história pátria de ambos os países.. Claro que uma vez por outra não deixavam de se incluir textos com o nítido objectivo de impedir que caíssem no esquecimento os valores anteriormente referidos. É assim com a história protagonizada pela Joana e pela Luísa, duas meninas vivendo experiências familiares totalmente diversas. Joana goza o bem-estar de um lar aconchegado e feliz. Pelo contrário, a casa de Luísa é fria e escura uma vez que a mãe se arrasta a trabalhar sem descanso enquanto o marido gasta na taberna os fracos proventos da família. Luísa sabe que tem de deixar a amiga e ir para casa ajudar a mãe nas tarefas domésticas. Entretanto o comportamento do pai leva Luísa a adoecer gravemente. Num gesto que por certo muito agradaria aos ideólogos do Estado Novo, Joana e a mãe foram visitar a menina doente, voltando para casa pediram ao chefe desta família que fosse falar com o pai de Luísa, que, através desta intervenção, vem a reconhecer o seu erro e emendar-se. Tudo acaba bem, como se prevê e é necessário ao bom exemplo. Os pais devem ir fora ganhar o sustento para a família e voltar para junto dos seus, mesmo que aí nada mais faça do que estar presente. As tarefas domésticas ficam a cargo das mulheres, se necessário, com a ajuda das meninas.

Se tudo corresse conforme esta ordem veiculada pelos manuais de leitura nada havia a recear. Os países permaneceriam no caminho trilhado pelos seus ancestrais, ou seja, católico, devotado aos que o haviam liderado, com uma “harmoniosa” desigualdade social assente na relação benevolência/subserviência, constituído por terras muito diferentes povoadas por gente irmanada na mesma língua e na mesma história, gente orgulhosa das suas terras, tradições e costumes, pessoas que sabiam ter um papel determinado a desempenhar na família e na sociedade em função do seu sexo, idade, posição social. Em Portugal o mundo rural era o que melhor podia assegurar a sobrevivência desta ordem social e política. A família era a instituição que melhor podia socializar essa “naturalização” da desigualdade. A escola legitimava pela autoridade da cultura escrita essa ordem tradicional em que se pretendia inscrever a existência de um Portugal e um Brasil soberanos.

Referências

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