O ALCOOLISMO PRESENTE NO CONTO “THE BLACK CAT” DE EDGAR ALLAN POE[1]

 

OLIVEIRA, Cleide Siqueira de

AMADEU, Dalva Ferreira Gomes

GOUVEIA, Dulcimara Marchi de

SCHWAMBACH, Nilcea  

Acadêmicas 3ºano- UNIOESTE

 

Resumo: Desenvolve-se neste artigo uma  análise  do conto “The Black Cat”, do romancista Norte-Americano Edgar Allan Poe. Na narrativa observa-se a influência do ambiente social, das tendências de um grupo e o sofrimento humano, que podem ser considerados um pretexto para a ingestão de bebida alcoólica; a progressiva ação maléfica, advinda do consumo de álcool; os efeitos de tendências perturbadoras, destruidoras e homicidas decorrentes do uso eventual, contumaz, excessivo desse produto, tudo isso refletindo na obra literária em foco.

Palavras-chaves: álcool, gato-preto, alucinações

 

Pretende-se com este artigo desencadear uma  análise do conto “The Black Cat”, com o intuito de apontar  e confrontar os problemas físicos, psíquicos e sociais causados pelo uso do álcool, que são comprovados cientificamente e encontrados no personagem principal desta obra. 

A narrativa foi escrita por Edgar Allan Poe, um dos maiores  nomes da Literatura Norte-Americana. O autor nasceu em 1809, em Boston,  e teve sua vida marcada por grandes perdas: antes de completar três anos de idade, ocorreu a morte da mãe, aos quatorze anos, de seu primeiro grande amor; e, logo e m seguida, a da mãe adotiva. Casou-se muito jovem com uma prima,  também vítima de morte precoce, aos vinte e cinco anos de idade. Por sofrer tais perdas é que,  em suas obras, aparecem os temas – amor e morte – com muita freqüência.

Põe também era alcoólatra, e esse vício trouxe-lhe grande prejuízo no decorrer de sua vida.

Após ser encontrado alcoolizado, inconsciente e moribundo, é internado, ficando vários dias hospitalizado, até vir a falecer na manhã de domingo de 7 de outubro de 1849, na Filadélfia. Enterrado em Baltimore, em seu túmulo está transcrito o trecho de um de seus poemas,  que se presta para descrever a personalidade conflitante de um dos maiores escritores norte-americanos: “magro e mais pálido do que a palidez, um homem com o coração corroído pela angústia e o rosto coberto de melancolia”.

Suas obras foram escritas durante a fase do Romantismo Norte-Americano, o qual ocorrera entre 1800 a 1870, e teve seu ápice em 1820. Em suas obras, Edgar Allan Poe não ressalta o lado idealista, sonhador ou ilusório, típico do período romântico, mas apresenta uma visão revolucionária de quem intenciona sacudir o modelo de vida burguesa, insurgindo-se contra qualquer tipo de contrição de ordem social ou moral.

Poe e outros artistas pertencentes a este “modo de pensar romântico”, desafiavam a autoridade, constituíam e questionavam valores éticos e religiosos, e dedicavam-se a amores licenciosos, ao consumo do álcool ou drogas e até ao suicídio como forma de fuga a uma realidade hipócrita e preconceituosa. Suas obras eram pouco convencionais para uma sociedade que procurava na literatura uma forma de escapar da realidade, através da ilusão de um mundo ideal. É nesse contexto que destacamos o conto ‘The black cat’.

Uma das principais características do escritor Edgar Allan Poe é a de explorar as anomalias da natureza humana. No conto ‘The Black cat’, ele consegue expor brilhantemente o quanto o uso de uma substância alcoólica pode influenciar no desvio comportamental de uma  pessoa.

Este conto é narrado em primeira pessoa, por um narrador que está inserido na narrativa e que se posiciona como um ‘eu’, relatando-nos alguns episódios de sua  vida, sem nos revelar o seu nome. Segundo Platão e Fiorin (1998), “às vezes, o personagem não tem nome para mostrar que ele vale apenas enquanto papel social, ou para mostrar que ele não é um ser humano pleno.”

No começo do conto, o protagonista apresenta-se como uma pessoa dócil, sensível e humana, gostando muito de animais quando criança, e devido a essas qualidades foi freqüentemente alvo de gracejos dos companheiros, na sua infância . Nota-se aí uma tentativa do personagem  justificar as maldades que  cometerá no futuro. Na sociedade em que vivemos, existe  enorme pressão  em relação às pessoas dotadas de maior sensibilidade, classificando-se como fracas, de pouca personalidade; é comum essas pessoas sofrerem pressões diárias,  sentirem a necessidade de provar o contrário, mesmo que para isso tenham que recorrer à ajuda do álcool ou de outras substâncias alucinógenas para se fazerem fortes diante da sociedade e também diante de si próprias.

Nesse primeiro instante, temos a situação inicial do conto, marcada por momento de linearidade: ainda não há mudanças no comportamento do personagem.

Com o decorrer do tempo, o comportamento do protagonista começa a apresentar mudanças.  Ele torna-se uma pessoa irritada, mal-humorada e também violenta. Percebe-se durante essa fase que o personagem sofre com as alterações que estão ocorrendo em seu caráter, pois ele sabe que essas modificações são ruins não só para si, como também para as pessoas que o amam. Verifica-se isso no trecho:

“ I grew, day by day, more moody, more irritable, more regardless of the feelings of others. I suffered myself to use intemperate language to my at length, I even offered her personal violence.”

Mesmo percebendo que seu caráter se alterava com o uso do álcool, o protagonista não consegue lutar contra isso, pois parece haver algo mais forte do que ele, algo que tomava conta do seu ser, pouco a pouco, fazendo-o totalmente dependente da bebida alcoólica, tanto física, quanto psiquicamente. Nota-se isso na passagem:

“ But my discase grew upon me – for what desease is like Alcohol!”

“É comum em pessoas que bebem compulsivamente o surgimento de uma irritabilidade excessiva e o descontrole de emoções. Isso ocorre porque o álcool afeta tanto a saúde física quanto a mental, tornando as pessoas que dele se utilizam impacientes e impulsivas” (J.L. Vasconcellos & F. Gewandsznajder: 1997).

Foi em uma dessas crises de impaciência e impulsividade que o protagonista, após embriagar-se, comete o primeiro ato de atrocidade com Pluto, seu gato de estimação:

“ I took from my waistcoat – pocket a pen-knife, opened it, grasped the poor beast by the throat, and deliberately cut one of its eyes from the socket!”

Tentando justificar este ato terrível, o protagonista diz: “The fury of a demon instantly possessed me”, e admite que o álcool foi o  culpado por sua atitude:  “a more than friendish malevolence, gin-murtured, thrilled every fibre of my frame”.

Segundo J. L. Vasconcellos e F. Gewandsznajder ( 1987),  existem casos em que a pessoa alcoolizada, em estado de consciência lúcida, experimenta alucinações auditivas. Essas alucinações se manifestam através de vozes que comandam as ações do alcoolizado. O fator mais grave dessas alucinações surge quando essas vozes começam a ordenar que o alcoolizado cometa atos extremos; tal como ocorreu com o personagem, pois ele amava o seu gato de estimação, mas uma fúria apoderou-se dele e o fez perder o controle sobre suas ações. Neste instante, o protagonista se encontrava em um momento de alucinação causada pelo uso abusivo de álcool, e   essas alucinações que o levaram a cometer tal atrocidade.

De acordo com  Frye (1973), “ o autor precisa estabelecer pressupostos para o desenvolvimento de seu personagem”. Assim sendo,  percebe-se que não há um relato explícito de como ocorreu o início da ingestão  de substâncias alcoólicas pelo protagonista. Existem somente indícios de insegurança e necessidade de auto-afirmação, no início do conto. Após a atrocidade cometida com Pluto, percebe-se que ocorre uma maior entrega por parte do personagem ao vício, pois ele passa a sentir-se atormentado por um sentimento de remorso e culpa, sentimento esse que, segundo a revista O Atalaia (1982), é  comum na maioria dos alcoólatras, visto que estes são pessoas atormentadas por conflitos internos, que buscam o álcool como uma fuga para as tensões do cotidiano. Nesta obra, verifica-se isso quando o protagonista, após o episódio com o gato, recorre novamente à bebida, como se  fosse uma fonte de esquecimento, um alívio para as suas dores:

“ I again plunged into excess, and soon drawned in wine all memory of the deed”.

Paralelamente, o personagem começa a sentir-se indigno do amor que o gato lhe dera, e aos poucos esse sentimento de amor e culpa vai cedendo lugar ao ódio, fazendo aflorar-lhe o espírito da perversidade. Para justificar tal sentimento, ele o coloca como sendo comum a todos os seres humanos, ou seja, todos os homens possuem duas naturezas: uma boa e outra ruim, que podem vir à tona a qualquer instante, dependendo do contexto bio-psico-social em que está inserido. Percebe-se isto nos trechos:

“ Yet I’am not more sure that my soul lives than I’am that perverseness is one of the primitive impulses of the human heart” e “ who has not, a hundred times, found himself committing a vile or a silly action, for no other reason than because he knows he should not?" 

O protagonista utiliza-se dessas afirmações numa tentativa de justificar a segunda atrocidade que cometerá: o enforcamento do gato a sangue frio. Ao enforcar Pluto, deixa transparecer mais uma vez essa dualidade humana no trecho:

“Hung it with the tears streaming from my eyes, and with the bitterest remorse at my heart”.

Aqui, nota-se novamente o personagem sendo ‘obrigado’ a cometer coisas que não queria, ou seja, as alucinações auditivas o fizeram ouvir vozes que determinaram suas ações.

Quando ele afirma ter matado o gato a sangue frio, passa-nos logo a idéia de que  não estava bêbado no momento do crime, portanto, não estaria em um momento alucinógeno, levando-nos a crer que, no seu íntimo, era um ser realmente perverso, capaz de cometer tais maldades em estado de lucidez. Mas clinicamente, um alcoólatra pode sofrer os sintomas, pelo uso do álcool no período de dois dias ou mais após tê-lo ingerido. Nesse período, o alcoólatra não apresenta evidências de diminuição do nível de consciência e sua orientação para pessoas, espaço e tempo é intacta (Kaplan: 1985). Assim sendo, parece-nos evidente que,  quando o protagonista mata o gato, sofre as conseqüências pelo uso do álcool, mas sabia o que estava fazendo.

Um dia após ter matado o gato, percebe-se que o personagem ainda não retomou seu estado normal de consciência, pois ao ver a imagem de um gato gigantesco gravada em uma parede sofre uma alucinação visual. Conforme Kaplan, (1985), nas alucinações visuais,  o alcoólatra pensa ver coisas que são somente projetadas no seu próprio inconsciente , ou seja, o protagonista, estando sob o efeito do álcool, pensa ter visto algo, mas percebe-se que, ao mesmo tempo, ele tenta buscar a razão, procurando dar uma explicação científica para o ocorrido. Comprova-se isso na passagem:

“...when I first behed this apparition – for I could scarcely it as less – my wonder and my terror were extreme. But at length reflection came to my aid. The cat, I remembered, had been hung in a garden adjacent to the house. Upon the alarm of fire, this garden had been immediately filled by the crowd – by some one of whom the animal must have been cut from the three and through na open window, into my chamber...”.

Após a morte de Pluto, o protagonista passa a viver uma vida ainda mais desregrada, freqüentando os lugares mais sórdidos possíveis, tendo o álcool como seu companheiro constante. Nessa fase da vida, ele continua tendo alucinações visuais, como  se encontra no trecho:

“immense hogs heads of gin, or of run, wich constituted the chief furniture of the apartment"”

Em um desses lugares, o personagem  encontra um outro gato preto, muito parecido com Pluto, pois também não possuía um dos olhos. Ele levou o animal para casa, mas algum tempo depois começou a sentir ciúmes devido ao carinho que sua esposa dedicava ao animal. Comprova-se esse ciúme quando aparece no texto:

“ when it  reached the house it domesticated itself at once, and became immediately a great favorite with my wife. For my own part, I soon foun a dislike to it arising within me”  e “ this circunstance, however, only endeared it to my wife”.

Essa questão do ciúme que o protagonista sente, pode ser também atribuída ao álcool, visto que  o vício leva a um desajuste familiar e faz surgir alterações na vida conjugal do alcoólatra, fazendo com que este se torne uma pessoa emocionalmente imatura, totalmente dependente, insegura e com um constante sentimento de culpa a agravar-lhe o estado de insuficiência  (Ramos, 1987).

Por causa  do ciúme que tinha da mulher se afeiçoando ao gato, e também pela sua consciência que  o acusava o tempo todo pela morte de Pluto, o personagem começou a sentir um pavor inexplicável diante do novo gato, como se constata :

“this dread was not exactly a dread  of physical evil – and yet I should be at a loss how otherwise to define it”.

Esse pavor origina-se devido ao ciúme causado pela sua insegurança afetiva. Perturbando-lhe a mente, fazendo com que a culpa e o medo fossem seus companheiros constantes. Tudo isso ocorre por ser alcoólatra, mas para o protagonista a culpa é do gato. Percebe-se isso na seguinte parte:

“neither by day nor by night knew I the blessing of rest any more! During the former the creature left me no moment alone; and, in the latter, I started, jourly, from dreams of unutterable fear, to find the hot breath of the thing upon my face, and its vast weigth - –nancarnate night – more that I had no power to shake off – incumbent eternally upon my heart!”

Aí, nota-se que em paralelo à insegurança, o protagonista também sofria de insônia, sintoma comum em pessoas que ingerem grande quantidade alcoólica.

Negando-se a aceitar que o álcool o estava  destruindo, o personagem desiste de lutar contra o vício e se entrega de corpo e alma às conseqüências da bebida. Verifica-se isso na passagem:

“Beneath the pressure of torments such as these freble remnant of the good within me succumbed. Evil thoughts became by sole intimates – the darkest and most evil of thoughts. The moodiness of my usual temper increased to hatred of all things and of all mankind”.

Nesse contexto, desenvolve-se o clímax do conto, quando o protagonista em um ataque de irritabilidade tenta matar o gato; e sua mulher, ao tentar impedi-lo acaba recebendo o golpe que seria destinado ao felino. Após esse fato, o personagem age com naturalidade, escondendo o corpo da mulher na adega e procurando pelo gato para matá-lo, não o encontrando. Por não encontrá-lo, sente-se aliviado, como se após a morte da mulher e o desaparecimento do felino, ele se tornasse livre para demonstrar o ser em que havia se transformado. O protagonista não precisaria mais esconder a perversidade que agora o dominava, pois as únicas pessoas que o amavam e que o conheciam como ele era antes de se entregar à bebida estavam mortas: a mulher e Pluto, e o símbolo de sua culpa, o novo gato, havia desaparecido. Percebe-se isso nos trechos:

“Once again I breathed as a free-man”  e  “ my happiness was supreme!”.

Num texto lingüístico “o narrador procura construir uma correlação entre espaço e comportamento dos personagens” (Platão e Fiorin:1998). Assim sendo, nota-se que o clímax da narrativa apresenta dois importantes espaços: o porão e  a adega. O primeiro representa  a irracionalidade, o mistério, o lado oculto e sinistro, ou seja, um local propício para o acontecimento de um crime; já a adega nos passa a idéia de vazio, frieza e pouca iluminação, um local onde seria difícil encontrar os vestígios de um crime. Nesta obra, é  espaço apropriado para se ocultar um cadáver.

O desfecho final do conto ocorre quando os policiais descobrem o corpo da mulher escondido na parede da adega, revelado pelo gato, que fora emparedado junto à ela.

Segundo A.C. Marcondes ( 1983), clinicamente, costuma-se dividir o alcoolismo em :agudo, subagudo e crônico. O alcoolismo agudo, faz com que as pessoas se tornem desinibidas e auto-confiantes. No alcoolismo subagudo ocorrem as alucinoses e os delírios alcoólicos, levando o indivíduo a alterar a percepção auditiva e visual, ou seja, passa a ouvir vozes e a ver coisas imaginárias. Nesse estado, a pessoa apresenta grandes alterações de sensibilidade, ora vendo-se com grande alegria, ora com grande medo e ansiedade. No alcoolismo crônico, o indivíduo se apresenta muito irritado, ansioso, deprimido e com muita insônia. É própria dos indivíduos que bebem assiduamente, sendo estes afetados psíquica, física e socialmente”.

Analisando esses três tipos de alcoolismo, percebe-se que o protagonista os enfrentou, pois durante o desenvolver do conto existe uma progressão nos estágios do seu comportamento.

No início, ele apresenta um bom caráter e se entrega aos poucos ao álcool, buscando neste um auxílio para tornar-se forte e confiante. Com o desenrolar da narrativa, os sintomas provocados pelo vício, tais como delírios e alucinações, vão determinando seu comportamento, fazendo-o cometer várias atrocidades até chegar ao ponto de perder completamente o controle de suas atitudes. Em um último estágio, o personagem encontra-se preso, contando-nos sua história, como se fosse um desabafo. Constata-se isso no trecho:

“But to-morrow I die, and to-day i would unburthen my soul”

Neste desabafo, nota-se  certa lucidez, pois, como preso,  acredita-se que não teve mais contato com o álcool e por isso já consegue perceber os efeitos que as alucinações alcoólicas provocavam em seu organismo, tornando-o muito irritado, fazendo-o imaginar coisas e a tomar atitudes bruscas. Comprova-se isso quando diz:

“That  the terror ando horror with which the animal inspired me, had been heightened by one of the morest chimaeras it would be possible to conceive”

Ao analisar esse conto, percebe-se o quanto o álcool pode destruir a vida de um indivíduo, tornando-o pessoa solitária e atormentada, como o próprio personagem afirma:

“ In their consequences, these events have terrified – have tortues – have destroyed me”

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ALVES, Afonso Telles. ANTOLOGIA DE POETAS ESTRANGEIROS. São Paulo:  Logos, Volume VIII, São Paulo;

AMADO, Milton & MENDES Oscar.ALLAN POE: POESIA E PROSA. Coleção Universidade de Bolso.Rio de Janeiro:  Ediouro,

ENCICLOPÉDIA BARSA. Britannica do Brasil Publicações Ltda. São Paulo-Rio de Janeiro: 1982;

FIORIN, José L. & SAVIOLI, Francisco Platão. LIÇÕES DE TEXTO: LEITURA E REDAÇÃO. São Pulo: Ática, 1998;

FRYE, Northorp. ANATOMIA DA CRÍTICA . São Paulo: Cultrix, 1973;

Jornal O ESTADO DE SÃO PAULO, 11 de Abril de 1999, reportagem de Tonica Chagas;

KAPLAN, Harold I. MEDICINA PSIQUIÁTRICA DE EMERGÊNCIA. Rio Grande do Sul: Artes Médicas, 1995;

MARCONDES, Ayrton Cesar. PROGRAMAS DE SAÚDE. São Paulo: Atual,  1983;

RAMOS, Sérgio Paula. ALCOOLISMO HOJE. Rio Grande do Sul: Ed. Artes Médicas, l987;

Revista O ATALAIA. São Paulo: Ed. Casa, 1982;

SPILLER, Robert E. O CICLO DA LITERATURA NORTE-AMERICANA. Rio de Janeiro:  Fundo de Cultura,1961;

VASCONCELOS, José Luiz & GEWASNDSZNAJDER, Fernando. PROGRAMAS DE SAÚDE, São Paulo:  Ática,  1997.



[1] Trabalho Orientado pela Profª Ms. Ana Maria Martins Alves Vasconcelos.