Sueli Helena de Camargo Palmen - Faculdade de
Educação/ UNICAMP
Esta pesquisa desenrolou-se em torno da temática
“Instituições de Educação Infantil no
Brasil”, priorizando como objeto de estudo as creches das universidades
públicas estaduais paulistas: USP, UNICAMP e UNESP. Tratou-se de
verificar o processo de implementação de creches no interior
dessas universidades, visando o atendimento de demandas da comunidade
universitária (alunos, professores e funcionários), no que
diz respeito à educação e cuidados de seus filhos.
Investigar a criação, organização e estruturação
das creches nas universidades, especificamente das creches da USP, UNICAMP
e UNESP, como se dispôs esta pesquisa, possibilitou visualizar o
processo de constituição desta modalidade de atendimento
à infância no interior dessas universidades, local de trabalho
dos que buscam por esse atendimento a seus filhos. Consideramos tal pesquisa
necessária para compreendermos o histórico dessa instituição,
buscando na sua origem a real motivação para sua implementação,
ressaltando que foi a partir das reivindicações dos movimentos
sociais, pautadas em dispositivos legais, que as creches constituíram-se
como pauta de luta das comunidades universitárias.
ROSEMBERG (1989) destaca a importância, durante os anos de 1970,
da reivindicação pela creche no local de trabalho enquanto
uma alavanca que reforçou sua concretização.
Ao longo da dissertação que originou esse texto apresento
e discuto as especificidades do processo histórico de criação
das creches de cada uma das três universidades públicas paulistas,
o que possibilita compreender melhor o seu processo de implementação
e a relação existente entre sua forma de origem com os cenários
distintos, vivenciados por cada uma dessas universidades.
A etapa inicial dessa pesquisa constituiu-se na identificação
das creches da USP, UNICAMP e UNESP que estão em funcionamento;
seguida da pesquisa documental, as quais foram complementadas pelas entrevistas
semi-estruturadas com diferentes atores que participaram do processo de
implementação dessas creches.
A análise dos dados apoiou-se na fundamentação teórica
partindo da bibliografia voltada a área de Educação
Infantil e a área de Políticas Públicas, especificamente
a sub-área referente à Implementação de programas
sociais, tendo como foco as creches nas universidades.
Todavia, ao longo desta pesquisa nos deparamos com um grande obstáculo
nas três universidades envolvidas neste estudo: a falta de informações
e de documentações. A impossibilidade de acessar alguns
dos registros sobre o histórico de implementação
das creches nas universidades públicas estaduais paulistas, nos
passa a percepção da “coisa pública”
como algo privado, no qual não se presta conta à sociedade,
sendo esta encarada como uma ação opcional.
A falta de registro e o extravio de documentos nos impediram em alguns
momentos de realizar uma análise mais elaborada sobre o histórico
da implementação das creches nas universidades públicas
estaduais paulistas.
Algumas Considerações
No Brasil, as primeiras formas de assistência aos
filhos de mulheres que trabalhavam na indústria se deram no final
do século XIX, por iniciativa de alguns empregadores com objetivos
assistenciais e de atendimento médico.
Entretanto, o atendimento a infância evoluiu ao longo dos anos por
influência de fenômenos sociais e históricos, como
a regulamentação do trabalho feminino a partir dos anos
de 1930 e a Consolidação das Leis Trabalhistas, em 1943,
dando novos contornos ao acesso à creche nas empresas, encarando-a
como direito e conquista do trabalhador, pois, até então,
a creche nos locais de trabalho era considerada como benemerência.
A inserção das creches em locais de trabalho, conforme o
exposto na CLT, concebe a creche como um direito apenas da mulher, excluindo-se
dessa forma o direito do pai a vaga para seu filho, atribuindo a tarefa
de educar e cuidar dos filhos apenas a mulher.
Fatos conflitantes como os expostos acima favoreceram a pressão
na esfera governamental acerca da educação infantil. Mas
é na década de 1970 que a educação infantil
constituiu-se realmente como um tema de interesse das esferas oficiais,
devido a intensificação do processo de industrialização
associado ao trabalho feminino, que por sua vez reformularam os costumes
familiares. Neste período intensificaram-se os movimentos sociais
em busca de creches, entre os quais destacou-se o movimento feminista
e a luta por creches no interior das universidades USP, UNICAMP, UNESP
ganhou efervescência, iniciando-se as negociações
trabalhistas pelo atendimento dos filhos dos trabalhadores no local de
trabalho de seus pais. Também nessa época intensificaram-se
os estudos voltados à criança e sua educação,
vistos como um meio de superação do subdesenvolvimento.
Em seus tempos iniciais, a creche estava vinculada às necessidades
decorrentes do trabalho extradomiciliar da mulher e hoje, ainda que se
considere esse aspecto, o atendimento à infância e sua educação
extra-ambiente familiar é visto como um direito da criança,
conquistado desde a promulgação da Constituição
Brasileira de 1988 que passou a definir a educação infantil
como "um direito da criança, um dever do Estado e uma opção
da família". Esse direito foi posteriormente regulamentado
e reafirmado pelo ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) em
1990.
Enfim,
A creche, de fato, não é apenas um serviço
para as famílias que necessitam de atendimento para os próprios
filhos, mas é um “lugar público de educação
infantil”, uma instituição legitimamente educativa,
mesmo não tendo – e não querendo ter – as características
de uma escola (BONDIOLI, 2004, 142-143).
As creches de universidade focalizadas nesta pesquisa
constituem-se como um programa educativo e social de interesse público,
embora não plenamente implementado nas universidades, já
que nem todos os campi possuem creches em funcionamento e as que existem,
não atendem toda comunidade. Tais creches, além de cumprirem
tarefas de educação e cuidado, suprem também necessidades
sociais, neste caso de uma parcela específica da sociedade –
a comunidade universitária –, tendo em comum o fato de se
originarem a partir de uma mesma motivação - a movimentação
dos funcionários em prol de atendimento para seus filhos durante
sua jornada de trabalho na universidade.
Ainda que hoje já se considere o direito da criança ao atendimento
em creche, as creches das universidades, no caso as creches da USP, UNICAMP
e UNESP, ainda hoje centram esse atendimento na mãe-trabalhadora,
e este dado se confirma quando vemos a prioridade dada aos filhos de funcionárias
no momento da destinação das vagas, sendo restrita as vagas
para filhos de pais-funcionários, salvo os viúvos ou com
guarda legal dos filhos. Quando o requerente trata-se de aluno, apenas
nas creches da USP foi constatado haver uma previsão percentual
para a realização desse atendimento, enquanto nas creches
da UNICAMP e UNESP esse atendimento não é pré-estabelecido,
acontecendo de maneira esporádica, confirmada a urgência
e situação sócio-econômica das alunas requerentes.
Ainda que a consolidação da creche nas universidades públicas
estaduais paulistas traga em seu histórico uma longa trajetória
de luta, no caso da USP iniciada na década de 1960 e no caso da
UNICAMP e UNESP iniciada a partir da década de 1970, sua implementação
está ligada de fato a determinação do Decreto Estadual
18.370, de 8 de janeiro de 1982, o qual explicitou a necessidade de criação
dos Centros de Convivência Infantil (CCI). Assim, apesar de na USP
as primeiras manifestações serem anteriores ao movimento
de luta por creches, a implantação efetiva de sua primeira
creche só se deu no auge das reivindicações populares.
O Governo do Estado de São Paulo, por meio da criação
desse programa de atendimento a infância e sua família, tinha
como meta o ajustamento das repartições públicas
estaduais às determinações da Consolidação
das Leis Trabalhistas (1943), quanto ao atendimento aos filhos de suas
funcionárias no local de trabalho, quando este tivesse em seu quadro
mais de 30 mulheres trabalhando. Até mesmo as universidades públicas
estaduais, cuja administração caracteriza-se como descentralizada,
deveriam se adequar ao referido decreto pelo fato de comporem o quadro
das repartições públicas.
Entretanto, enquanto a criação dos Centros de Convivência
Infantil (CCI’s) nas Secretarias de Estado era considerada como
prestação de serviço, nas Entidades Descentralizadas,
como as universidades, os CCI’s se enquadraram como benefícios
sociais dentro da Política de Recursos Humanos.
A criação do Programa CCI pelo Governo do Estado de São
Paulo representaria, então, uma Política Social de valorização
do trabalho da mulher, respondendo a uma demanda específica da
sociedade decorrente de suas mudanças culturais e sociais.
Em resumo, foi durante a década de 1980 que se consolidaram os
CCI’s (Centros de Convivência Infantil) nas universidades
focadas nesta pesquisa (USP, UNICAMP e UNESP), havendo a ampliação
do programa ao longo dos anos, inclusive na década de 1990.
Em sua gênese, este programa do Governo do Estado de São
Paulo foi oferecido com a preocupação de liberar a mulher
para o mercado de trabalho, portanto tais creches foram criadas visando
atender necessidades externas às necessidades das crianças.
Convém destacar que são atribuições dos Centros
de Convivência Infantil: cuidar da criança durante a jornada
de trabalho da mãe, num ambiente adequado para o seu bom desenvolvimento
bio-psico-social; favorecer a manutenção do elo mãe-filho;
proporcionar condições adequadas para que as crianças
recebam estímulos intelectuais, motores e sócio-afetivos
que favoreçam o desenvolvimento harmonioso de sua individualidade;
colaborar com as famílias nos cuidados e na educação
dos filhos; e levar a comunidade universitária a interessar-se
pelas crianças assistidas no Centro e a colaborar com as atividades
nele desenvolvidas.
A Educação Infantil, além de fazer parte das Políticas
Educacionais, também faz parte da Política de Assistência
ao trabalhador, como revela o histórico das creches no Brasil,
ou seja, configura-se como Política Social. Dentro desse enfoque,
as Políticas Sociais são formas de intervenção
assumidas pelo poder público diante das necessidades e aspirações
dos diferentes segmentos da sociedade.
Historicamente, o período que antecede o ano de 1982 foi marcado
por manifestações de mães-funcionárias em
busca de seu direito à creche. Estas se organizavam por meio de
abaixo-assinados solicitando atendimento para seus filhos durante os seus
horários de trabalho, ainda que tais reivindicações
se tratassem de movimentos isolados e representativos de uma comunidade
local parcial.
Diante dessas reivindicações que o FASPG – Fundo de
Assistência Social do Palácio do Governo iniciou estudos
visando resolver a problemática gerada pela falta de creche nos
locais de trabalho e no período de 1979 a 1981 trabalhou junto
ao Poder Público essa questão, conscientizando-o quanto
à necessidade de implantação de creches para os filhos
de funcionárias públicas, inclusive nas universidades, atendendo
suas especificidades.
Assim, no ano de 1982, o Governo do Estado de São Paulo oficializou
o Programa Centro de Convivência Infantil (CCI) através do
Decreto Estadual 18.370 (08/01/1982), possibilitando a funcionária
pública-mãe o atendimento a seus filhos em creche no seu
local de trabalho. Neste mesmo ano o Poder Legislativo aprovou a ementa
constitucional que reconheceu o direito das funcionárias públicas
a terem esse atendimento durante sua jornada de trabalho.
Em decorrência a tais atos governamentais que institucionalizaram
o programa CCI, as mães começaram a se organizar em comissões,
colaborando com o levantamento das demandas, sugerindo locais e espaço-físico
para a construção de creches, colaborando de maneira geral
com os procedimentos necessários para a viabilização
dos Centros de Convivência Infantil.
Nas três universidades focalizadas nesta pesquisa vemos uma distância
temporal entre o processo de demanda pela creche apresentada pela comunidade
universitária e sua concretização, em termos de implementação.
Tal fato indica que a universidade, apesar de ser estudiosa na questão
da implementação de Políticas Públicas, não
inovou nessa questão, sofrendo com entraves no decorrer do processo.
A partir de 1983, intensificaram-se as lutas por creches, tanto por meio
de abaixo-assinados quanto através de manifestações
reivindicatórias. Multiplicaram-se também os conselhos,
clubes e associações de mães e pais enquanto canais
de participação nos CCI’s. Tratava-se de um momento
de transição política para a democracia e, portanto,
estimulavam-se ações de participação social
em busca de novas relações entre o Poder Público
e a Sociedade Civil.
Nesse contexto, as funcionárias públicas passaram a reconhecer
seus direitos sociais, entre os quais o seu direito à creche no
local de trabalho e a obrigação do Estado, enquanto empregador
quanto ao seu oferecimento. Essa questão torna-se ainda mais pontual
em se tratando de Estado de São Paulo, o qual havia decretado a
institucionalização do Programa CCI em suas Secretarias
de Estados e Entidades Descentralizadas.
Com a reestruturação política da sociedade, em meados
de 1983, o CCI passa a ter uma nova posição dentro da política
de pessoal, sendo considerado como benefício e direito da funcionária
pública, estendendo o atendimento bio-psico-sócio-educativo
da criança da faixa etária de 3 meses até os 7 anos,
tanto em termos quantitativos quanto qualitativos.
Através da análise de processos administrativos da USP,
UNICAMP e UNESP, referentes à criação de suas creches,
paralelamente a análise dos dossiês elaborados pela Fundação
Carlos Chagas, referentes à criação do Programa CCI
pelo Governo do Estado de São Paulo, pudemos observar uma congruência
entre os dados levantados acerca das creches das referidas universidades
indicando que sua consolidação se deu a partir dos anos
de 1980, mais especificamente pós-decreto estadual.
Entretanto, destacamos que nem todos os campi dessas universidades possuem
creches implantadas; especificamente: na USP, no campus de Pirassununga
há ausência de creche; na UNICAMP, no campus de Limeira,
embora já tenha tido creche até 1989 quando o curso de Engenharia
Civil funcionava em suas instalações e na UNESP nos campi
de São Vicente e São Paulo. Assim, ainda hoje essas universidades
não universalizaram o atendimento em creches, pois para tal consideração,
100% dos campi deveriam ter creches em suas dependências. Dessa
forma, podemos observar que a Legislação trabalhista de
1943 não tem sido cumprida integralmente, mesmo com o respaldo
do Decreto Estadual paulista 18.370/1982.
Anterior aos anos de 1980, a temática creche no local de trabalho
já compunha a agenda política da universidade, pois se caracterizava
como problema a ser equacionado, tanto na USP, quanto UNICAMP e UNESP,
expresso de diversas formas através de reivindicações
dos trabalhadores, professores e alunos. No entanto, não foi um
problema resolvido com rapidez como revela o histórico de tramitação
das creches nas universidades focadas. Todavia, como coloca PADIOLEAU
(apud NASCIMENTO, 2001) a intervenção política pode
estar no nada fazer.
Relembrando PRESSMAN e WILDAVSKY (apud RUS PEREZ, 1998), um processo de
implementação inicia-se no momento da transformação
da Política em Programa, mais especificamente, quando pela ação
de uma autoridade criam-se as condições para a implementação.
Por meio do Decreto Estadual 18.370, de 19 de janeiro de 1982, o governo
estadual paulista instituiu o Programa Centro de Convivência Infantil
em seus órgãos e repartições, entre os quais
estavam as universidades. As mesmas tiveram que se ajustar ao referido
decreto, implementando creches em seu interior, respondendo ainda que
não totalmente, a um problema antigo demandado pela comunidade
universitária, respondendo as determinações legais.
Nesse sentido o conceito de implementação adotado por SABATIER
e MAZMANIAN (s.d.) vem ao nosso encontro, ou seja, de que a implementação
é o cumprimento de uma decisão política, podendo
se pautar em um Estatuto, ou se apresentar em forma de ordem executiva
ou decisão dos tribunais.(p. 329)
Enfim, as creches implantadas nas universidades públicas paulistas
têm em comum o fato de se originarem a partir de uma mesma motivação
- a movimentação dos funcionários em prol de atendimento
para seus filhos durante sua jornada de trabalho na universidade, pautando
o atendimento na figura da mulher que trabalha fora de casa, especificamente,
da servidora pública.
Outro ponto comum entre essas universidades é o fato de contarem
com a participação da comunidade universitária na
administração de algumas de suas creches e em alguns casos
dando início ao funcionamento de alguns CCI’s por iniciativa
própria, enquanto a universidade não solucionava o problema
gerado pela falta desse atendimento.
Convém ressaltar também que, no histórico de implementação
das creches na USP, UNICAMP e UNESP a pressão da comunidade universitária
representada prioritariamente por suas funcionárias, pautadas no
Decreto 18.370/82, enfatizou a importância da implementação
das creches nestas universidades.
Destacamos que quanto a seus objetivos, o Programa CCI nas universidades,
tanto na USP, quanto na UNICAMP e UNESP apresenta-se ligado aos objetivos
gerais da universidade, ou seja, ensino, pesquisa e extensão, incorporando
em seu contexto programas de estágio, treinamento de profissionais,
além de seu funcionamento como campo de estudo e pesquisa.
Em resumo, vemos que as creches nessas universidades nasceram devido a
uma motivação externa a necessidade da criança, assim
como a própria origem da creche no Brasil, e demais formas de atendimento
a mulher e a infância.
Ao nos aprofundarmos no histórico de constituição
das creches nas universidades públicas estaduais paulistas, estudamos
apenas um dos possíveis focos dessa Política de Atendimento
à Infância e sua família, o que indica que essa etapa,
base da educação, requer estudo e aprofundamento, necessitando
se consolidar enquanto um campo de pesquisa.
Referências Bibliográficas:
BONDIOLI, A. Introdução; As funções
sociais da creche: um serviço para quem? In: BONDIOLI, A. &
MANTOVANI, S – ORG. Manual de educação Infantil: de
0-3 anos – uma abordagem reflexiva. Porto Alegre: Artmed, 1998,
p. 13-37.
NASCIMENTO, Maria Evelyna P. Do adulto em miniatura à criança
como sujeito de direitos: a construção de políticas
de educação para a criança de tenra idade na França.
Campinas, SP, 2001. Tese (Doutorado). Faculdade de Educação,
UNICAMP.
PALMEN, Sueli H. C. A implementação de creches nas universidades
públicas estaduais paulistas: USP, UNICAMP, UNESP. Campinas, S.P,
2005. Dissertação (Mestrado). Faculdade de Educação,
UNICAMP.
ROSEMBERG, Fúlvia. Creche. São Paulo: Cortez, Fundação
Carlos Chagas, 1989.
RUS PEREZ, J. R. Avaliação do processo de implementação:
algumas questões metodológicas. In: RICO, E. M. (org.) Avaliação
de políticas sociais: uma questão em debate. São
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SABATIER, Paul A.; MAZMANIAN, Daniel A. La implementatión de la
política pública: un marco de análisis. In: AGUILAR
VILLANUEVA, Luis F. La implementatión de las Políticas.
(s.d) p. 323 – 372.
SÃO PAULO. Governo do Estado. Fundo de Assistência Social
do Palácio do Governo. Programa Centro de Convivência Infantil;
Dossiê – 1847, FCC (Fundação Carlos Chagas).
SÃO PAULO. Governo do Estado. Fundo de Assistência Social
do Palácio do Governo. Programa Centro de Convivência Infantil;
Relatório/ Dossiê – 1848, FCC (Fundação
Carlos Chagas).