Introdução
Enfrentamos hoje, em todas as áreas, um forte ceticismo que transcende
o campo estrito da epistemologia, alcançando aspectos éticos
e políticos da vida humana. Entretanto, nem sempre foi assim. Ao
contrário, a idéia de um conhecimento, de uma ética
e de uma política, racionalmente legitimados, acompanham a história
humana do ocidente e esta racionalidade adquiriu foros de fundamentação
absoluta no iluminismo moderno (MORAES, TORRIGLIA, 2000). Esta crítica
contemporânea, pertinente em muitos de seus aspectos, desestruturou,
no entanto, tudo o que referenciava a soberania de uma concepção
de razão: despejou-se não só as impurezas percebidas
pelo inventário crítico, mas o próprio objeto em
inspeção; não apenas os métodos empregados
para validar o conhecimento sistemático, mas junto com a água
e o balde, a verdade, o racional, a objetividade, enfim, a própria
possibilidade de conhecimento do real (DUAYER e MORAES, 1998:64). Tais
idéias de desintegração e desqualificação
do conhecimento, que repercutem fortemente na formação e
na prática docente, nos preocupam.
Dessa forma, interessa neste breve texto discutir algumas questões
da produção de conhecimento e seus impactos para a formação
docente, como também refletir sobre o papel da linguagem e o sentido
de conhecer a realidade, aspectos, imprescindíveis para os processos
formativos (inicial ou continuo).
1- Reprodução social e Linguagem
Quando falamos de conhecer estamos nos referindo a reflexões
que levam em conta o papel do sujeito e da inteligibilidade do mundo real.
Desde o início de sua existência, homens e mulheres realizam
um metabolismo entre o mundo social e a natureza ambiente para satisfazer
suas necessidades de vida. Implícito está, nesse metabolismo,
a condição humana do conhecimento. Dessa maneira, o conhecer
é um impulso vital consciente, parte iniludível da atividade
dos seres humanos que procuram, tanto em seu mundo interior como no exterior,
complementos de sua existência e sua interioridade.
Assim, essa atividade, a da produção e reprodução
da vida humana, configura-se como uma categoria fundamental. Sem ela,
seria impossível o processo histórico de objetivações
mediante o qual os seres humanos transformam o mundo circundante e ao
mesmo tempo transformam-se a si próprios.
É nesse processo que homens e mulheres – considerando-se
as diferenças de cada etapa e momento da história –
produzem modos, meios e relações, constroem espaços
e instrumentos para suprirem suas necessidades básicas de sobrevivência.
Apropriam-se do “mundo”, das coisas, da linguagem, dos costumes,
captam e representam a realidade. Elaboram um sistema de orientação
que permite “sobreviver” no mundo, capturando o aspecto fenomênico
da realidade: o mundo da vida cotidiana.
Mas, poder-se-ia indagar: tal acepção não restringiria
homens e mulheres ao empírico e ao imediato de seu entorno? Ao
contrário, longe do ciclo limitado pelo imediato de suas necessidades
empíricas, o ser humano as transcende, superando o mundo circundante.
Isto porque, homens e mulheres são capazes de uma prévia
ideação, são capazes de antecipar o que pretendem,
em uma palavra, possuem consciência das finalidades e das possibilidades
de suas atividades. Por isso mesmo, são aptos a alargar e complexificar
os limites do humano ao longo da história. Vejamos nas palavras
de Lukács o sentido de consciência que estamos salientando:
a consciência tem uma função dinâmica
específica, ontológica, na qual se manifesta com clareza
a peculiaridade do ser social em relação a todas as outras
formas de ser: no momento em que a consciência surge como médium,
como portadora e depositária da continuidade, esta alça-se
a um ser-para-si que não existe nas outras esferas (LUKÁCS,
1990, p. LXV).
Todos os momentos singulares da consciência –
os processos cognitivos, o reflexo da realidade, o conhecimento, o pensamento
– devem ser compreendidos ontologicamente para não cair numa
fragmentação. Eles pertencem a uma totalidade, e separar
cada momento significaria violentar o processo e o movimento da realidade
que se objetiva na consciência. Ela é “a imagem subjetiva
do mundo objetivo” (KONSTANTINOV, 1982, p. 70).
Esta constante busca, é o que Lukács chama de intentio recta,
fundamento ontológico que é o impulso ao conhecimento da
realidade, a captura da realidade mediante a consciência. Assim,
o trabalho mais primitivo não pode ser efetuado sem informações
lingüísticas, ordens e outros tipos de informações,
o que não significa o trabalho como um pressuposto, senão
como base ontológica que inclui e supõe a linguagem, isto
é, sem mediação lingüística o trabalho
não pode desenvolver-se. Para Heller, (1991, p. 240) a linguagem
é “um movimento que o homem deve saber manipular do mesmo
modo que outros tipos de movimento”, e este entre as diversas funções
que tem, guia o emprego dos meios (utensílios, objetos) no plano
do pensamento. O mundo dos usos é comunicado mediante a linguagem
e poderíamos agregar que os usos estão mediados por coisas,
objetos simbólicos. Neste sentido, os usos quase sempre se referem
à utilização de uma coisa. Segundo Marx e Engels
(1996, p. 43), “A linguagem é tão antiga quanto a
consciência ? a linguagem é a consciência real, prática,
que existe para os outros homens e, portanto, existe também para
mim mesmo; e a linguagem nasce, como a consciência, da carência,
da necessidade de intercâmbio com outros homens”.
Vale lembrar Engels, quando expressou que a fala surge com o trabalho,
ou seja, quando homens e mulheres tiveram alguma coisa que dizer aos outros.
Esse “dizer algo” acontece em um ambiente jamais completamente
desconhecido, onde o contato recíproco produz formas particulares
de comunicação. A reprodução do novo, mediante
o trabalho, apresenta na consciência conteúdos novos e múltiplos
que exigem uma comunicação.
A produção da linguagem é uma característica
fundamental dos seres sociais e, concomitantemente, ela possibilita a
comunicação na qual intervêm múltiplos aspectos,
há uma intenção, uma finalidade que permite superar
o mero “estoque” de palavras. Assim, as palavras configuram
a expressão dos sentidos e da existência como portadoras
de necessidades. Por isso, a linguagem permite aos seres sociais “dizer
algo”, esse dizer é uma forma de nos comunicarmos com o mundo
e com os outros “no mundo”. O contínuo processo de
objetivação, de interiorização e exteriorização
se potencializa pela mediação da linguagem. (CHAGAS, 2004)
Por ser mediadora, por realizar essa “transposição”,
a consciência permite ao ser humano mudanças qualitativas
na medida em que, não somente registra criticamente o mundo objetivado
pelos sujeitos singulares e o movimento social em sua historicidade, mas
conserva os fatos do passado necessários para a continuidade do
ser social, referentes que inspiram atos futuros, em cada evento que se
põe no tempo. Como se pode inferir do que foi dito até agora,
estamos diante de uma concepção que afirma duas características
do objeto a ser apreendido pelo conhecimento: (a) o objeto não
é o objeto construído, mas o objeto real e, (b) a compreensão
não é somente uma questão de apropriação
intelectual do objeto. É a atividade prática ao longo da
história que tornará o objeto compreensível ou não.
E a linguagem, como uma mediação fundamental, permite que
na atividade humana consciente – o trabalho – forma por excelência
do encontro entre sujeito e objeto, se efetive essa possibilidade do conhecer.
2- A produção de conhecimento e a formação
docente
Todas as dimensões e mediações inerentes
á produção de conhecimento, seja de maneira direta
ou indireta, são questões que interessam à formação
e à prática docente. É inegável que as últimas
reformas educacionais e de formação destacam a centralidade
dos docentes. Esta centralidade está onipresente nos documentos
(Pareceres, Leis, recomendações, projetos, etc.), mas não
se articula, a nosso entender, com a dimensão formativa necessária
para qualificar o docente como um profissional da educação.
A formação está basicamente orientada pelas competências,
como um novo patamar do conhecimento, gerando uma desvalorização
de aspectos centrais que compõem o processo formativo. A produção
de conhecimento, desenvolvida nas instituições formadoras
de docentes, requer discussões sobre os aportes pedagógicos
- didáticos que constituem o centro da formação junto
com aqueles que referem as problemáticas das disciplinas, áreas
ou campos de conhecimento. Esta contribuição pedagógica
perde seu ethos epistêmico quando é colocada e apresentada
como apêndice da pesquisa, e quando se pretende subsumir os conhecimentos
em competências, e apresentar a complexidade da prática docente
em instâncias aceleradas de formação.
Sacristán (1999, p. 8) explica que é difícil compreender
uma educação sem um projeto que aspire a melhorar a condição
humana, com a apropriação de conhecimentos. Esta questão,
para o autor, é fundamental para estabelecer os currículos,
mas foi deslocada de seu sentido ao perder seu valor diante dos conhecimentos
profissionalizados e a voragem do consumo de títulos e diplomas.
O autor acrescenta que o pragmatismo e a ideologia da eficiência
favoreceram o ocultamento de outros sentidos para a formação.
Ele localiza o gérmen da ideologia utilitarista na pragmática
e progressista frase de “educar para a vida”, na qual ainda
falta “conquistar a dimensão formativa do saber”.
Consideramos que a perda dessa dimensão formativa para o docente
vem sendo construída por complexas dimensões. As categorias
de espaço e tempo, níveis da formação, avaliação,
credenciamento, organização curricular e conhecimento, entre
outras, que orientam a concepção de formação
na contemporaneidade, permitiram visualizar a prioridade de uma formação
na prática, mas uma idéia de prática imediata que
retira dela o complemento balizador da teoria.
Nessa concepção, a urgência da formação,
o tempo e o espaço são coerentes, como também é
coerente reforçar o construto da sociedade do conhecimento, da
sociedade cognitiva, porque nela se sustentam as mais variadas possibilidades
de ensino e de aprendizagem, learning by doing. Adaptar-se, nessa concepção,
não requer conhecimentos mais aprofundados nem comprometidos com
a intervenção e a emancipação social. Silva
Jr. (2003, p. 308) assinala que a instituição escolar, “[...]
deveria ser o locus privilegiado da não cotidianidade, o momento
de tensão entre o útil e o verdadeiro por meio das práticas
escolares, promovendo a elevação da condição
humana”.
Nessa perspectiva, essa escola também deveria demandar docentes
em harmonia com essa concepção de instituição.
Não por meras analogias curriculares ou experiências, mas
por uma concepção ontológica de que conhecer é
superar o cotidiano, sem por isso prescindir de sua riqueza.
Esta “simetria” pode ser um dos problemas encontrados. As
diretrizes e os conteúdos básicos comuns postos para a formação
apresentaram as múltiplas competências (saberes competentes)
a serem desenvolvidas para a resolução dos problemas da
prática docente, tendo os docentes que aprimorar habilidades necessárias
para ser um profissional resolutivo e reflexivo. A reflexão sobre
a prática é necessária, porém insuficiente
(SHIROMA, 2002; MORAES e TORRIGLIA, 2003; CAMPOS, 2001).
Kuenzer (1998, p. 6) explica que se nega à educação
o estatuto epistemológico de ciência,
[...] descaracterizando o profissional de educação como
intelectual responsável por uma área específica do
conhecimento, atribuindo-se a ele uma dimensão tarefeira, para
a qual não precisa se apropriar dos conteúdos da ciência
e da pesquisa pedagógica; portanto qualquer outro profissional
pode ser educador.
A nosso ver, em qualquer espaço do campo formativo
a discussão sobre a formação não pode prescindir
dos aportes pedagógico-didáticos que são o centro
da formação, mas devem ser concebidos como conhecimento
e não como apêndices da pesquisa acadêmica. Possivelmente,
esta questão é uma das múltiplas desvalorizações
percebidas no processo formativo, e, embora não seja abordada explicitamente,
está presente em diversas entrelinhas, e em especial quando nos
perguntamos qual é o sentido e a concepção de formar
docentes.
Consideramos que a relação entre a reflexão sobre
a docência e a prática tem se transformado em um “tecido
desgastado”, objetivado em um excesso de ênfase na experiência
acumulada nos cursos de formação, e as conseqüências
no relevo atribuído à polissêmica “prática
reflexiva”. O interesse é defender a articulação
entre a teoria e a prática, “[...] a configuração
de um espaço efetivo da práxis e, portanto, do conhecimento
e do agir humano” (MORAES e TORRIGLIA, 2003, p. 47).
A empiria não basta nem é suficiente para dar conta da complexidade
do ato educacional, do ensino e aprendizagem e da formação.
A atividade do conhecer, elemento vital para formar docentes, não
pode se prender ao campo do imediato. Para conferir compreensibilidade
à experiência é necessário considerar o caráter
estruturado dos objetos e do mundo. A conjunção constante
de eventos no campo da empiria, por mais rica que seja, pressupõe
um mundo fechado para mudanças e para a intervenção
da ação humana.
Bhaskar (1994) explica que a realidade é multidimensional, constituída
por três domínios: empírico, efetivo e real. O domínio
do empírico abrange nossas impressões, a experiência
sensível. O domínio do efetivo compreende o fenômeno
em um outro âmbito, o de sua efetiva ocorrência, incluindo
os percebidos, os percebíveis, mas não-percebidos, e os
impercebíveis. O domínio do real engloba as estruturas,
os mecanismos, os poderes e as tendências, que existem, quer os
conheçamos, quer não, e são determinantes para a
ocorrência dos fenômenos. Nessa imagem multidimensional, o
mundo é visto como estruturado, diferenciado e em permanente mudança.
Composto por coisas extremamente complexas, sua estruturação
estabelece poderes que, quando acionados por determinados mecanismos,
múltiplos e freqüentemente contrapostos, agem na determinação
dos fenômenos que podem ser percebidos ou não. Os eventos,
por conseguinte, são produto da conjugação desses
mecanismos, e as tendências são sua manifestação
possível, mas não necessária (MORAES e TORRIGLIA,
2003, p. 58).
Conhecer, significa a existência de um “ser que responde”,
que procura resposta porque é um ser “carente” e transforma
essas carências em perguntas, generaliza e amplia constantemente
o campo das possibilidades. Mas também compreendemos que o conhecimento
não é simplesmente um espaço entre a pergunta e a
resposta: o conhecimento é a captura do movimento no real, é
a unidade da teoria e da prática na busca da transformação
de novas sínteses no plano do pensamento e na realidade histórica.
Considerações finais
A partir das propostas postas para a formação,
a questão do conhecimento para os processo formativos é
subsumido à construção de competências, que,
por sua vez, são pensadas de modo a abranger “todas as dimensões
da atuação profissional”. A nosso ver, este é
o novo âmbito epistemológico em questão: não
mais o da produção de conhecimento, mas o do desenvolvimento
de competências para “usar, fazer e interagir”, como
recomenda o documento da Cepal/Unesco , além das “novas”
orientações em que América Latina deverá transitar
entre duas agendas, a do século XX que, apesar dos esforços
reformistas, ainda não conseguiu cumprir com suas intenções
– universalização da educação pré-escolar,
básica, incorporar os grupos indígenas ao sistema escolar,
melhorar as qualidades das competências, modernizar a educação
técnica do nível médio e superior, entre outros aspectos
-, e uma nova agenda para o século XXI, que enfrenta os desafios
em um contexto de life long learning for all, de informação,
conhecimento, cultural, que envolvem os processo de ensino e de aprendizagem.
Segundo parece, a “chave” das novas políticas será
o de compatibilizar os fins e ritmos de implementação de
uma e de outra.
Nos perguntamos, se pensar na centralidade da formação de
docentes é pensar o campo educacional além das empirias
compartilhadas, dos relativismos, dos culturalismos, ou dos construtos
discursivos. É pensar e compreender que os dois níveis de
práticas ou atividades de formação, a que se constitui
no próprio processo de formação e a prática
dos que vivem a realidade escolar, só são compreensíveis
no contexto em que os sujeitos se separam da imediaticidade, percorrem
o processo de abstrações sucessivas que se distanciam do
real e a ele retornam, efetivando um mergulho em sua dinâmica concreta.
Como articular a experiência docente com a dimensão formativa,
para que a centralidade nos docentes possa ter um outro sentido? Ou, como
trabalhar a dimensão da produção de conhecimento
em uma dimensão formativa além da experiência? E como
trabalhar a linguagem como mediadora dessa dimensão formativa compreendendo
a inteligibilidade do sujeito e do mundo? Para nós essas são
questões instigantes e desafiadores para pensar a formação
docente.
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