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ENCONTRO SOBRE LEITURA E ESCRITA EM SOCIEDADES INDÍGENAS
COORDENAÇÃO: Uma década de Educação Indígena no COLE A partir da Constituição de 1988 os povos indígenas no Brasil conquistaram o direito a uma Educação Escolar que tome em conta o uso da língua indígena e das formas próprias de aprendizagem no ensino regular ou formal, no entanto entre a garantia legal e a criação das condições de execução dessa prática política vai um longo caminho que tem sido trilhado arduamente pelos professores e comunidades indígenas por todo o país. O Encontro sobre Leitura e Escrita em Sociedades Indígenas realizado desde 1995 no âmbito do COLE (Congresso de Leitura do Brasil), é o mais amplo e plural espaço de debate e reflexão sobre educação escolar indígena no país. Com crescente participação indígena é, também, o que apresenta a maior vocação para ser espaço de encontro e discussão nacional entre professores indígenas. Preocupado sempre em tematizar questões que não são contempladas ou são tratadas superficialmente em outros eventos (regionais ou de entidades) sobre educação escolar indígena, os ELESI - Encontro sobre Leitura e Escrita em Sociedades Indígenas têm permitido alguns avanços importantes na reflexão teórica sobre educação escolar indígena no Brasil. De seus debates, em cinco realizações, resultaram três publicações: 1. Leitura e Escrita em Escolas Indígenas. Wilmar R. D´Angelis & Juracilda Veiga (Orgs). Campinas: ALB / Mercado de Letras, 1997. 2. Questões de Educação Escolar Indígena: da formação do professor ao projeto de escola. Juracilda Veiga & André P. Salanova (orgs.). Campinas/Brasília: ALB / Dedoc-FUNAI, 2001. 3. Escola Indígena, Identidade Étnica e Autonomia. Juracilda Veiga & Wilmar R. D´Angelis (Orgs). Campinas: ALB / IEL-UNICAMP, 2003. Tais publicações têm servido como subsídios em cursos de formação de professores indígenas de norte a sul do país, permitindo construir avanços teóricos e práticos na área de Educação Escolar Indígena. Nesse ano, o VI ELESI Encontro sobre Leitura e Escrita em Sociedades Indígenas propõe uma avaliação de 10 anos de trabalho dentro do COLE – e para isso traremos professores indígenas representantes de suas organizações para uma mesa coordenada pelo professor Dr. Domingos Barros Nobre, para discutir os: Avanços e impasses atuais da Educação Escolar Indígena: da teoria à prática. Retomando alguns pontos vitais para a consecução dos objetivos da Educação Escolar Indígena adequada às necessidades dos povos indígenas no Brasil, outra mesa discutirá:: Após uma década de “ensino diferenciado”, há ensino bilíngüe indígena no Brasil? È preciso considerar que; como povos minoritários todos os povos indígenas no país, têm suas línguas classificadas tecnicamente como ameaçadas de extinção. Ainda com o intuito de abrir a discussão sobre temas pouco discutidos propõe-se a uma mesa sobre Relevância das atividades físicas na educação escolar. Em decorrência do desenvolvimento da Educação Escolar Indígena, os povos têm proposto, o 3° Grau Indígena adequado às necessidades de suas comunidades; esse tema será minuciosamente discutido e amadurecido durante o seminário. E por fim para discutir o ponto central da questão indígena, traremos como palestrante um indigenista histórico, Egydio Schwade – Coordenador da Casa da Cultura do Urubuí - Presidente Figueiredo – AM, fundador da primeira ONG para trabalho com os índios no Brasil – OPAN (Operação Anchieta, atualmente Operação Amazônia Nativa), e Secretário e do Conselho Indigenista Missionário na década de 70, que proferirá a conferência: Povos indígenas na sociedade globalizada: como manter a identidade e a autonomia?
• A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE CULTURAL: ORALIDADE E
LETRAMENTO ENTRE OS ÍNDIOS XAKRIABÁS •
A EDUCAÇÃO FÍSICA COMO INSTRUMENTO DE AFIRMAÇÃO
ÉTNICA: UMA ANÁLISE A PARTIR DAS ALDEIAS TERENA DO BANANAL
E LAGOINHA. •
ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A ESCRITA KAIABI •
AS CRIANÇAS PEQUENAS NA ALDEIA PIRAKUÁ: •
CRIANÇAS INDÍGENAS DA ALDEIA ÁGUA BONITA: •
DA ESCOLA COM OS SALESIANOS PARA A ESCOLA INDÍGENA •
DIALOGANDO COM OUTRAS RACIONALIDADES: •
EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA NO CONTEXTO DE UMA PEDAGOGIA
INTERCULTURAL - UM ESTUDO DE CASO NA TENGATUÍ MARANGATÚ •
EDUCAÇÃO PARA A FLORESTANIA •
EDUCAÇÃO UNIVERSITÁRIA INDÍGENA: ESTUDO DE
CASO •
MÉTODOS DE LEITURA E ESCRITA COM OS ALUNOS XAVANTE DO ENSINO FUNDAMENTAL
DA ALDEIA DE SANGRADOURO EM MATO GROSSO. •
O BILINGÜISMO KADIWÉU – PORTUGUÊS: INFLUÊNCIA
E TROCAS. •
O CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA:
PARTILHANDO SABERES COM PROFESSORES(AS) MURA •
O CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES KADIWÉU E KINIKINAU:
•
ORALIDADE E ESCRITA NAS PRÁTICAS DE ALFABETIZAÇÃO
E LETRAMENTO •
RELATO DE EXPERIENCIA |
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