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V
ENCONTRO SOBRE LEITURA COORDENAÇÃO:
A língua estrangeira, em momentos de crise, como conflitos, guerras, ocupações ou invasões, pode chegar até uma criança de várias formas. Essa língua estranha pode ser a língua do soldado que domina o país, mas também pode ser a do soldado que tem a função de amenizar, de alguma maneira, o trauma da guerra, vindo em missão de paz. O idioma estrangeiro pode chegar através de médicos e enfermeiras que precisam cuidar das pessoas feridas, pode vir também através dos fotógrafos e jornalistas que vêm buscar informações sobre os conflitos, sejam eles internacionais ou nacionais. A criança, durante o conflito, pode ainda ser levada a um país estrangeiro onde enfrentará um choque cultural, além do choque da guerra já vivido. A estranheza
sempre assusta, mas rapidamente aprendemos a nos adaptar a ela. Também nos momentos de crise, o que pode preencher o vazio da vida de uma criança é ter ao alcance das mãos um objeto qualquer: uma lata, uma boneca de pano, um livro, mesmo rasgado. O tema da poesia vinculado ao ensino da língua estrangeira será o segundo eixo das nossas discussões. A palavra também é libertadora quando se brinca com ela. Num terceiro momento, haverá uma demonstração de como a tecnologia pode estar a serviço do ensino da leitura através de programas de computador bem estruturados e que podem servir para o ensino da leitura em geral, independentemente da língua em que ele foi elaborado, desde que se façam as adaptações necessárias. Em quarto
lugar, discutiremos as políticas de capacitação de
professores no ensino público e de alguns estados brasileiros em
particular, problematizando a presença de grupos estrangeiros no
processo de formação daqueles profissionais. A presença estrangeira é sempre muito forte na metodologia e na filosofia do ensino das línguas estrangeiras. É preciso que estejamos sempre atentos para não importar idéias pouco produtivas e que estejam a serviço de alguma forma de dominação. E isso só pode ser feito através do diálogo, tanto entre culturas de diferentes países, como entre as culturas dos diferentes estratos sociais de um país imenso e injusto como o nosso. E nem a cor de meu cabelo e olhos, nem meu sobrenome, nem os livros que li na infância, nem o idioma que falei naquele tempo além do português, me fazem menos nascida e vivida nesta terra de tão surpreendentes misturas: imensa, desaproveitada, instigante e (por que ter medo da palavra?) maravilhosa. (Lya Luft) No universo infantil, para mim uma condição fundamental para que o educador trabalhe com eficácia – no bom sentido que a palavra deve ter – é exatamente o respeito a essa identidade cultural das crianças que, como disse, têm um corte de classe. E o respeito a essa identidade, sem o qual o esforço do educador fraqueja, tem que ver com essa leitura que a criança faz do mundo e com a qual ela chega à escola. (Paulo Freire)
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A PRESENÇA DA CULTURA NO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA •
ATUAÇÃO PEDAGÓGICA DO ALUNO EGRESSO DO CURSO DE LETRAS
/ HABILITAÇÃO EM LÍNGUA ESPANHOLA DA UPF •
CONFRONTO DISCURSIVO E INTERCULTURAL NA LEITURA EM LÍNGUA ESTRANGEIRA:
O CASO DE UNIVERSITÁRIOS AMERICANOS LENDO TEXTOS EM PORTUGUÊS
SOBRE A HISTÓRIA DO BRASIL. •
CONTOS INFANTIS: UMA PROPOSTA PARA O ENSINO DO ESPANHOL COMO LÍNGUA
ESTRANGEIRA NOS CICLOS DE FORMAÇÃO HUMANA •
ENSINO-APRENDIZAGEM DE ESPANHOL LÍNGUA ESTRANGEIRA: SER OU NÃO
SER, EIS A QUESTÃO •
INCENTIVO À LEITURA DE LIVROS ESCRITOS EM LÍNGUA ESTRANGEIRA
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INGLÊS INSTRUMENTAL – UM INSTRUMENTO EFICIENTE NO EXAME VESTIBULAR •
LEITURA DE TEXTOS TÉCNICOS EM UMA SEGUNDA LÍNGUA •
LEITURA EM LÍNGUA INGLESA: A FORMAÇÃO DO PROFESSOR-LEITOR
EM INVESTIGAÇÃO •
LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA ANÁLISE
ATRAVÉS DE DIÁRIOS •
O BILINGÜISMO NO PROCESSO IMIGRATÓRIO •
O CASO DREYFUS: UM PARÁGRAFO DE HISTÓRIA NOS TEXTOS “J’ACCUSE”,
DE ÉMILE ZOLA E “L’ÎLE DES PINGOUINS”,
DE ANATOLE FRANCE •
O ENSINO DA COMPREENSÃO ORAL: ESPECIFICIDADES DESAFIOS E SOLUÇÕES
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O LÚDICO E SUA RELAÇÃO COM O ENSINO DE LÍNGUA
ESTRANGEIRA PARA CRIANÇAS •
RELAÇÃO ENTRE TEORIA E PRÁTICA NO ENSINO/APRENDIZAGEM
DE LE NA ESCOLA •
VISÕES DE ALUNOS FORTES E FRACOS SOBRE PEER RESPONSE EM CURSO DE
LÍNGUA INGLESA
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