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IV SEMINÁRIO SOBRE LEITURA
E PRODUÇÃO NO ENSINO SUPERIOR

 

COORDENAÇÃO:
Claudia Rosa Riolfi (ANPGL - USP); Valdir Heitor Barzotto (ANPGL – USP)

 

DA INTERDIÇÃO À AUTORIZAÇÃO DA ESCRITA
A mobilização de profissionais em torno de uma reflexão mais aprofundada sobre o que a universidade tem oferecido como produção, uma vez que é compreendida como um local de produção de conhecimento, tem perpassado este Seminário desde o primeiro, tendo sido este, justamente, o motivo de sua criação.

Tal preocupação deve-se ao fato de que, por mais que se apregoe a idéia de ensino, pesquisa e extensão, verifica-se que nem sempre o ensino desencadeia a produção, seja escrita ou de outra natureza. Inclusive, pouca ênfase é dada, mesmo nas avaliações institucionais, aos objetos culturais produzidos no âmbito da universidade. Em geral, os sistemas de avaliação levam em consideração dados estatísticos da produção acadêmica, não apresentando em seu interior instrumentos que possam produzir indicações sobre esta produção.

Nas discussões realizadas ao longo da realização dos três Seminários e no Fórum Acadêmico de Letras - FALE, ambos liderados pela Associação Nacional de Pesquisa na Graduação em Letras - ANPGL, alguns fatores já foram identificados como razões para a inexistência de avaliações que considerem a análise da produção em si. Dentre estes fatores merece destaque o fato de não ser um critério para avaliação dos cursos de graduação a realização de pesquisa neste nível da formação e, em decorrência, a produção apresentada pelos estudantes.
Sobre este aspecto vale dizer que, no interior dos eventos liderados pela ANPGL, a reflexão sobre a produção no ensino superior vai no sentido de propor um passo a frente em relação à exigência de envolvimento de alunos em projetos de pesquisa como se tem hoje, uma vez que já está exaustivamente denunciada a forma de participação de alunos em projetos, que nem sempre leva-o a ingressar nos meandros da pesquisa efetivamente, bem como ao fato de que este modelo de inserção do estudante de graduação na pesquisa se dá de modo desvinculado do ensino. A inexistência de uma política de incentivo e de avaliação para a produção da pesquisa desde a graduação aponta para outro fator preocupante no que concerne à produção, desta vez relacionada à pós-graduação. O aumento de cursos de mestrado e doutorado nos últimos anos, sem um investimento maior na qualificação dos cursos de graduação por meio da inserção da pesquisa na formação, tem causado preocupações com relação, por exemplo, à escrita dos trabalhos de conclusão – dissertações e teses.

Ao longo de suas versões, os Seminários, que têm congregado pesquisadores de todo o país, geraram desdobramentos importantes. Dentre eles, destaca-se a participação dos coordenadores na formação do Grupo de Pesquisa Escritura, Texto & Criação (ET&C), registado no CNPq desde 2002, que se propõe a investigar processos de escritura nas relações entre sujeito, língua e sentido, delinear procedimentos de coleta e análise que permeiem a questão da subjetividade e a detecção da criação, documentá-los e elaborar materiais voltados para a constituição destes processos.

No interior deste grupo, os dois coordenadores do Seminário vêm conduzindo a linha de pesquisa A singularidade na produção de conhecimento sobre o ensino de Língua Portuguesa, que, por sua vez, visa descrever os processos de apropriação e criação de conhecimento por professores em formação, tomando como objeto de análise redações, relatos de experiência, dissertações, teses, livros, etc. produzidos por eles. O objetivo central desta linha de pesquisa é investigar as relações expressas nestas produções entre o sujeito e os textos acadêmicos, numa tentativa de localizar os traços que indiquem a singularidade e os processos de autoria.

Dados estes aspectos preliminares, concluímos que refletir sobre a leitura e produção no ensino superior passa pela necessidade de tematizar o advento de uma passagem que vem se tornando cada vez mais rara: o momento em que um sujeito abandona sua dificuldade para escrever palavras que lhe sejam próprias e se autoriza a iniciar e a sustentar uma produção. O tema geral do COLE propõe a discussão que passa pelo silenciamento das novas gerações causado por ruídos que elas não produziram. No caso da Universidade, a excessiva reprodução de palavras gastas, entre elas a da própria crítica, nem sempre produtiva, funciona como um silenciador da dimensão da criação. Frente a isso, este Seminário interroga: Que respostas a Universidade de hoje, rompendo com este ciclo sintomático, poderá deixar para as crianças que se interrogam sobre a o sentido de ler e escrever na escola?

Em 2005, na quarta versão do Seminário, tematizaremos uma importante e rara passagem que estamos nomeando como Da interdição à autorização da escrita.

Para as discussões a serem levadas a cabo este ano, interessa-nos partir de uma descrição mais acurada de uma forma bastante contemporânea da inibição para escrever que consiste numa curiosa compulsão para aderir às palavras do outro em detrimento das próprias, seja sob a forma de plágio, paráfrase, excesso de citações, ou mesmo, por uma incapacidade de formular outro tipo de questões que não aquelas que visam exclusivamente comprovar o que já está dito em uma dada teoria.

Inserido no tema geral do COLE, que propõe a discussão que passa pelo silenciamento das novas gerações causado por ruídos que elas não produziram, neste IV Seminário visamos, portanto, analisar os dispositivos que podem levar um sujeito a se autorizar e a iniciar e a sustentar uma produção. Ao nosso ver, esta empreitada se justifica uma vez que a excessiva reprodução de palavras gastas, entre elas a da própria crítica – que, muitas vezes, consistindo-se apenas numa opinião pessoal expressa no gênero discurso científico – funciona como um silenciador da dimensão da criação e colabora para esta impressão que, desde o raiar do século XXI, tem sido publicada em letras de forma nos mais variados suportes, assinados pelos mais diferentes tipos de autores: "nunca se pensou tão pouco".

Frente a isso, assumindo plenamente a dimensão formadora que deve ter uma Universidade, este seminário interroga o Ensino Superior no sentido de tentar formular respostas que possam romper com este ciclo sintomático e encontrar dispositivos que permitam construir uma educação condizente para estas nossas crianças mutantes que, não tendo mais o saber como centro organizador de sua existência, se interrogam sobre a o sentido de ler e escrever na escola, já que, muitas vezes, não lhe atribuem nenhum.


14. IV SEMINÁRIO SOBRE LEITURA
E PRODUÇÃO NO ENSINO SUPERIOR

• A CONSTRUÇÃO DO DISCURSO RETÓRICO DE EGRESSOS DE LETRAS
Valdir Luiz Lopes (Faculdade Associada de Cotia - FAAC)

• A CONSTRUÇÃO IDENTITÁRIA DE FUTUROS PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA
Liliane da Silva Prestes - Universidade Federal de Pelotas / UFPEL

• A ESPECIFICIDADE DOS RELATÓRIOS DE ESTÁGIO DE ALUNOS DE LICENCIATURA EM LETRAS
Daniela Eufrásio (Universidade de São Paulo – USP)

• A IMPORTÂNCIA DA LEITURA NA APRENDIZAGEM DOS DOCENTES
Tereza Barbosa Rocha

• A LEITURA AINDA PERTENCE A NÓS? E O QUE DIZER DELA...
Milena Magalhães

• A LEITURA DE TEXTOS ACADÊMICOS COMO DADOS DE ANÁLISE: O CASO DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA SOBRE RPG
Thomas Massao Fairchild - Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo – FE-USP

• A LEITURA DO ESTUDANTE DE ODONTOLOGIA: TRAJETÓRIAS EM FORMAÇÃO
Jurema Nogueira Mendes Rangel - Universidade Estácio de Sá

• A LEITURA E A ESCRITA: ATIVIDADES QUE CAMINHAM JUNTAS NA PRODUÇÃO TEXTUAL
Marilurdes Zanini - UEM

• A LEITURA E A FORMAÇÃO DO PROFESSOR
Denise Telles Leme Palmiere - Universidade São Francisco – USF

• A PRÁTICA DA INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA COMO FATOR DE ELEVAÇÃO DO NÍVEL DE LETRAMENTO DE ALUNOS DO CURSO DE PEDAGOGIA
Solange Bonomo Assumpção - Centro Universitário UMA
Lenise Maria Ribeiro Ortega - Centro Universitário UNA

• A PRODUÇÃO DE RELATÓRIOS E ARTIGOS NUM CURSO DE LICENCIATURA: IMPLICAÇÕES NA FORMAÇÃO DO FUTURO PROFESSOR
Odisséa Boaventura de Oliveira – Universidade Federal do Paraná – UFPR
Silvia L. F. Trivelato – Universidade de São Paulo - USP

• A SITUAÇÃO DA PRODUÇÃO SOBRE A ESCRITA E SEU ENSINO NA FEUSP E FFLCH/USP NA ÚLTIMA DÉCADA
Emari Andrade de Jesus – Bolsista FEUSP – PIBIC/CNPQ - Universidade de São Paulo – USP

• APRENDER E ENSINAR COM TEXTOS: CONCEPÇÕES DOS ESTUDANTES DE UM CURSO DE LETRAS
Joselma de Souza Mendes Rizzo - Universidade Federal do Espírito Santo - UFES

• ARGUMENTAÇÃO E AUTORIA: O SILENCIAMENTO DO DIZER
Soraya Maria Romano Pacífico- FFCLRP-USP

• AS CONCEPÇÕES DE LÍNGUA/TEXTO/LEITURA EMERGENTES DE PRODUÇÕES ESCRITAS DE ALUNOS DE GRADUAÇÃO
Eliane Righi de Andrade

• AS IMPLICAÇÕES DO ATO DA LEITURA NA VIDA DE UM ACADÊMICO: PROBLEMAS NA FORMAÇÃO E OS VÁRIOS NÍVEIS DE LEITURA
Jefferson Gustavo dos Santos Campos
Wilmara Rocha Eleotério Lima
Cristina Herold Constantino

• ASPECTOS SINTÁTICOS NA COMPREENSÃO DE TEXTOS CIENTÍFICOS
Maria Carolina Ferreira Reis* -Universidade Salgado de Oliveira/UNIVERSO BH e Faculdades Promove-BH

• ATOS DE LEITURA: LEITORES EM CENA
Sonia Maria Vieira Negrão - Universidade Estadual de Maringá – UEM
Áurea Maria Paes Leme Goulart - Universidade Estadual de Maringá – UEM
Regina Lúcia Mesti - Universidade Estadual de Maringá - UEM

• CARACTERÍSTICAS ESTRUTURAIS DO TEXTO ACADÊMICO EM PEDAGOGIA
Leandro Alves dos Santos

• COMO SE CONSTITUI A AULA ENQUANTO GÊNERO DISCURSIVO
Luciana Pereira Ortega - Colégio Estadual José Alfredo de Almeida – Mariluz/Paraná
Paula Andréa Diniz

• DIÁLOGOS EM PSICOLOGIA: UM PERCURSO DE TRABALHO COM A LINGUAGEM
VÍVIAN BEARZOTTI PIRES - UNIVERSIDADE DE CAMPINAS - UNICAMP

• DIFICULDADES DE LEITURA E ESCRITA EM ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS: CONTRIBUIÇÕES DA PSICOPEDAGOGIA
Eliane Giachetto Saravali - Centro Universitário do Triângulo - UNITRI/MG

• DO IMBRICAMENTO DE VOZES NO DISCURSO DE SALA DE AULA
Nilsa Brito Ribeiro- UFPA/UNICAMP

• ENTRE CÂNONES E TEORIAS: CONSIDERAÇÕES SOBRE A FORMAÇÃO DE LEITORES NOS CURSOS DE LETRAS
Márcia Lisboa Costa de Oliveira - UFF/UNESA

• ESCRITOS SOBRE UM PROGRAMA DE FORMAÇÃO CONTINUADA: O QUE DIZEM AS VOZES DOS PROFESSORES?
Benedita de Almeida - Universidade Estadual do Oeste do Paraná-UNIOESTE

• FORMAS DE APRENDER E DE ESTUDAR DE ESTUDANTE DE PEDAGOGIA DE UMA UNIVERSIDADE PÚBLICA
Ivanilson Bezerra Da Silva
Luiz Percival Leme Britto

• GÊNEROS DISCURSIVOS: CONSTRUINDO SABERES, DIVULGANDO CIÊNCIA
Ana Sílvia Couto De Abreu – Professora Da Universidade Paulista – Unip
Telma Calderani – Discente Da Universidade Paulista - Unip

• HABILIDADES GERAIS DE LEITURA DE ALUNOS CALOUROS: UM ESTUDO DIAGNÓSTICO
Claudia Finger-Kratochvil- Universidade do Oeste de Santa Catarina – UNOESC – Joaçaba
Luciane Baretta - Universidade do Oeste de Santa Catarina – UNOESC – Joaçaba
Lúcia Klein - Universidade do Oeste de Santa Catarina – UNOESC – Joaçaba

• LEITURA COM O USO DE SUPORTE VIRTUAL: DESAFIO PARA O ALUNO DE GRADUAÇÃO A DISTÂNCIA
Maria Claudia de Oliveira Pan - Universidade Estácio de Sá – UNESA


• LEITURA E ATIVIDADE FILOSÓFICA

Simone Freitas da Silva Gallina - UNICAMP

• LEITURA E ESCRITA ACADÊMICA
Maria Delourdes Maciel - Universidade Cruzeiro do Sul – UNICSUL-São Paulo - Mestrado Profissionalizante em Ensino de Ciências e Matemática
Abigail Fregni Lins Universidade Cruzeiro do Sul – UNICSUL-São Paulo - Mestrado Profissionalizante em Ensino de Ciências e Matemática

• LEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL: UMA NOVA PROPOSTA METODOLÓGICA
Cristiane Salete Florek - Universidade Federal de Pelotas – UFPEL

• LEITURA SIGNIFICATIVA: UM PROCESSO SOCIAL DE APRENDIZAGEM EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
Shenia D´Arc Venturim Cornélio - Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Educação da Ufes;

• LEITURA, SAÚDE, FORMAÇÃO: PARTILHANDO APRENDIZAGENS
Ana Alcídia Moraes (Profª. Drª do Mestrado Ensino em Ciências da Saúde CEDESS/UNIFESP e da UFAM;
Sylvia Helena Batista (Profª. Drª do Mestrado Ensino em Ciências da Saúde CEDESS/UNIFESP);
Irani Ferreira da Silva (Profª. Drª do Mestrado Ensino em Ciências da Saúde CEDESS/UNIFESP).

• LEITURA: ESPAÇO DE AUTOCONHECIMENTO DO ALUNO-LEITOR
Imíramis Fernandes da Cruz - Mestre em Língua Portuguesa (PUC-MG) - Especialista em Produção de Texto numa Perspectiva Lingüística (REPES-UC-MG) - Profa. de Leitura e Produção Textual (FEMM/FAFI/LETRAS) - Profa. de Direito e Linguagem da FEAD (BH/MG)

• LEITURA: PRESSUPOSTOS DE UM PROJETO E RESPOSTA A UMA PROFESSORA QUE PEDE SOCORRO
Lucinea Aparecida de Rezende

• LETRAS E DIREITO: UMA LIGAÇÃO ATRAVÉS DA COERÊNCIA TEXTUAL
Patrick Costa Meneghetti

• LINGUAGEM EM TEXTOS DIDÁTICOS DE CITOLOGIA: INVESTIGANDO O USO DE ANALOGIAS
Patrícia Montanari Giraldi Universidade Federal De Santa Catarina- UFSC
Suzani Cassiani De Souza - Universidade Federal De Santa Catarina- UFSC

• MATEMÁTICA: UM MEIO DE COMUNICAÇÃO
Pérola Cunha Bastos / Universidade do Estado da Bahia-UNEB CAMPUSII

• METÁFORA, FORMAÇÃO DOCENTE E ENSINO DA ESCRITA
Mical De Melo Marcelino Magalhães - Faculdade De Educação – Universidade De São Paulo (Fe-Usp)

• O ETHOS NA CONSTRUÇÃO DO DISCURSO PEDAGÓGICO
Rosângela A.Ribeiro Carreira (GELEP/PUC-SP)

• O SIGNIFICADO DA LEITURA E DA ESCRITA NA FORMAÇÃO DO PSICANALISTA
Maria Noemi de Araújo - DEME-UFSCAR e Clínica de Pesquisa em Psicanálise (CLIPP

• O USO DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO PELO PROFESSOR UNIVERSITÁRIO: LIMITES E PERSPECTIVAS
Profa. Dra. Graziela Giusti Pachane - Centro Universitário do Triângulo - Unitri

• POLÍTICAS NACIONAIS ATUAIS PARA A PRODUÇÃO CIENTÍFICA NA PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO E SEUS EFEITOS NA ESCRITA E AUTORIA DE INVESTIGADORES E PESQUISADORES EM FORMAÇÃO
Ana Maria Netto Machado- Universidade do Planalto Catarinense - UNIPLAC- SC-
Vânia Maria Alves- Centro Universitário Diocesano do Sudoeste do Paraná –UNICS / Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC

• PRÁTICAS DE LEITURA DE ALUNOS UNIVERSITÁRIOS: FONTES E ESTRATÉGIAS
Linete Bartalo - Universidade Estadual de Londrina – UEL
Elsa Maria Mendes Pessoa Pullin - Universidade Estadual de Londrina - UEL

• PRÉ-DOCÊNCIA, ESCRITURAS E LEITURAS: OS CADERNOS DE MONITORIA DA FACULDADE DE EDUCAÇÃO DA UFF
Dácio Tavares Lobo Júnior – Departamento de Fundamentos Pedagógicos – Universidade Federal Fluminense
Eda Maria Henriques - Departamento de Fundamentos Pedagógicos – Universidade Federal Fluminense

• PRODUÇÃO CIENTÍFICA NA GRADUAÇÃO DE DIREITO E LETRAS
Gilkerson Pequeno Bandeira - UFCG- Universidade Federal de Campina Grande

• PRODUÇÃO TEXTUAL NO CURSO DE LETRAS: UM COMPARATIVO ENTRE AS PROPOSTAS DA DISCIPLINA E A PREPARAÇÃO DOS DISCENTES PARA O MERCADO DE TRABALHO
Alessandra Rodrigues Luz - Universidade do Planalto Catarinense - UNIPLAC

• PROJETO DE LEITURA - PROGRAMA DE LEITURA SILENCIOSA CONTINUADA
Rosângela Maria Couto - Centro Universitário Do Sul De Minas (Unis-Mg - Três Pontas- Curso Normal Superior)

• PROJETOS: UMA ALTERNATIVA PARA A FORMAÇÃO DO PROFESSOR E/OU LEITOR?
Inês Regina Waitz (Centro Universitário Anhanguera – Unifian)

• REPRESENTAÇÕES DO PROFESSOR DE LITERATURA EM UM DISCURSO ACADÊMICO: O JOGO POLIFÔNICO
Jacqueline Britto Sant´anna – Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo – FE - USP

• SALA DE AULA: LOCAL DE PERSUADIR OU CONVENCER?
Silvio Luis da Silva – PUC-SP

• UM ESTUDO DAS CONCEPÇÕES E DAS DECISÕES AVALIATIVAS E SUA COERÊNCIA COM O PROJETO POLÍTICO- PEDAGÓGICO: CURSO DE PEDAGOGIA DA ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL DOM BOSCO
Vera Lúcia Da Silva Almeida
Mara Regina Lemes De Sordi

• UM RETRATO DO ETHOS CULTURAL MASCULINO NA MÚSICA POPULAR
Simone Clini

• UMA EXPERIÊNCIA INTERDISCIPLINAR COM O USO DE PARADIDÁTICOS NO CURSO DE PEDAGOGIA
Silvana Varanese Tadei (UNISAL/SP)

• VIVÊNCIAS DE LEITURA E DE ESCRITA NO CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
Denise Gabriel Witzel (UNICENTRO-PR)

 
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