Convidados

 

1. Alexandra Bujokas de Siqueira

Graduada em Jornalismo e doutora em Educação Escolar pela Unesp, com pós-doutorado em Estudos de Mídia pela Open University, Inglaterra. Foi professora do curso de Jornalismo da Universidade do Sagrado Coração em Bauru, SP, onde coordenou o Laboratório de Mídia-Educação (Midialab), financiado pela Fapesp. Foi coordenadora de projetos do Laboratório Aberto de Interatividade da Universidade Federal de São Carlos. Atualmente, é professora da disciplina Comunicação, Educação e Tecnologia da Universidade Federal do Triângulo Mineiro e consultora da Unesco na área de Comunicação e Informação.

 

2. Marco Silva

Sociólogo e doutor em Educação. Professor-pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Estácio de Sá (RJ). Professor-pesquisador da Faculdade de Educação da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Membro diretor da Associação Brasileira de Pesquisadores em Cibercultura (ABCIBER). Autor dos livros Sala de aula interativa (Rio de Janeiro, 2000) e Educación interactiva: enseñanza y aprendizaje presencial y on-line (Madrid, 2005). Coordenador dos livros Educação online (São Paulo, 2003) e Avaliação da aprendizagem em educação online (São Paulo, 2006). Autor de diversos textos sobre educação, pós-modernidade, interatividade e tecnologias digitais. Pesquisa sobre sala de aula interativa presencial e online, docência online, aprendizagem na cibercultura e avaliação da aprendizagem em cursos online. E-mail: marcoparangole@uol.com.br.
Site: www.saladeaulainterativa.pro.br.

 

3. Rosa Maria Hessel Silveira

Licenciada e Mestra em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com doutorado em Educação pela mesma universidade e pós-doutorado pela Faculdade de Psicologia e Ciências de Educação da Universidade de Lisboa (2007-2008). Atualmente é professora adjunta da Universidade Luterana do Brasil, atuando no Curso de Pedagogia e no Programa de Pós-Graduação em Educação, e professora colaboradora convidada do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Tem experiência na área de Educação, atuando principalmente nas seguintes áreas temáticas: estudos culturais, identidade, literatura infanto-juvenil, discursos, leitura e produção textual. É orientadora de mestrado e doutorado. Além da publicação regular de artigos em livros e revistas, organizou os livros "Professoras que as histórias nos contam" (Ed. DP&A, 2002), "Cultura, poder e educação - um debate sobre Estudos Culturais em Educação" (Ed. da Ulbra, 2005) e "Estudos Culturais para
professor@s" (Ed. da Ulbra, 2008). É bolsista de produtividade em pesquisa do CNPq, desenvolvendo o projeto "'Selecionando os melhores': um estudo do discurso dos concursos públicos para professores", de 2004 a 2008; desenvolve, atualmente, o projeto "Narrativas, diferenças e infância contemporânea".

 

4. Telma Guimarães Castro Andrade

Telma Guimarães Castro Andrade nasceu em Marília, São Paulo, no dia 25 de novembro de 1955. É licenciada em "Letras Vernáculas e Inglês" pela UNESP. Foi Professora de Inglês efetiva da rede estadual de ensino em Campinas/SP, até o ano de 1995. Foi cronista do jornal "Correio Popular" e também Assessora Cultural na Delegacia Regional de Cultura de Campinas. Em 1989
recebeu da APCA o título de "Melhor Autora" pelo livro infantil "Mago Bitu Fadolento", Edições Loyola.
Telma já publicou mais de 150 livros infantis, juvenis, em Português, Inglês, Espanhol, livros didáticos e dicionário de Inglês/Português, Português/Inglês. É também co-autora de três livros juvenis com Celso Antunes e autora da coleção de Ensino Religioso "Encontro com Deus", Editora Ática.
Aluna "exchange" nos Estados Unidos, lecionou por vários anos no CCBEU – Marília/SP. Tem o certificado "Operational Competence in English"-Southern Illinois University e dedica-se aos paradidáticos de Inglês, didáticos e dicionário bilingue.
Alguns de seus livros são publicados em Espanhol e comercializados também na América do Norte e Central. É autora das editoras Saraiva/Atual/Formato, SM, Editora do Brasil, Ática/Scipione, Larousse, Dimensão, Escala Educacional, FTD/Quinteto, IBEP-Nacional,, Paulus, Paulinas, entre outras.
Site: www.telma.com.br

 

5. Edmea Oliveira dos Santos

Doutora em Educação pela UFBA, professora do PROPED da Faculdade de Educação da UERJ. Atua com a disciplina Informática na Educação nos cursos de Pedagogia presencial e a distância. Orienta projetos de pesquisa nas áreas da Informática na Educação, Educação e Cibercultura, Pesquisa-formação. Organizadora dos livros "Cartografia cognitiva" e "Avaliação da aprendizagem em educação online".

 

6. Vera Regina Gerzson

Jornalista, Relações Públicas, especialista em Sociologia pela UFPel; mestre em Educação pela PUCRS; doutora em Educação pela UFRGS; profª da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação (FABICO)/UFRGS. Desenvolveu a tese de doutorado A mídia como dispositivo da governamentalidade neoliberal - os discursos sobre educação nas revistas Veja, Época e Isto É, no PPGEdu/UFRGS, na linha de pesquisa de Estudos Culturais em Educação, orientada pela Doutora Marisa Cristina Vorraber Costa. Atuou como jornalista e relações públicas em instituições públicas e privadas. Lecionou nos cursos de comunicação da UCPel, Feevale e UFRGS.

 

7. Carlos Eduardo Albuquerque Miranda

Prof. Dr. Carlos Eduardo Albuquerque Miranda é professor do DELART – ‘Departamento de Educação, Conhecimento, Linguagem e Arte’ da Faculdade de Educação da Unicamp e pesquisador e líder do grupo de pesquisa ‘Laboratório de Estudos Audiovisuais OLHO’. Formado em Pedagogia tem Mestrado e Doutorado em Educação pela Unicamp. Atua nas articulações entre audiovisuais, tecnologias de informação e comunicação, cultura e educação. Desenvolve estudos em educação visual em mídias como cinema, televisão, fotografia, registro de vídeo, mídia digital e Educação a Distância. Atualmente desenvolve, entre outros, o projeto “Linguagem e arte cinematográfica na educação: tecnologia, imaginação e memória”. Últimas publicações: MIRANDA, C.E.A. “Encontros com a educação para a morte no cinema”. In SANTOS, F. S. (org.) Arte de Morrer - Visões Plurais. Bragança Paulista-SP: Editora Comenius, 2009; MIRANDA, C.E.A. “Reflexões de um tempo e diligências para metodologia de estudo de imagens na Educação”. In Revista Educação & Realidade, v.33 n.1 jan/jun/2008.

 

8. Eustáquo Gomes

Atua como jornalista há 38 anos, 28 dos quais na coordenação da área de imprensa da Unicamp. Além de uma coluna semanal na revista Metrópole, do jornal Correio Popular, colabora eventualmente com resenhas para os jornais O Estado de S. Paulo e Jornal do Brasil. No plano literário, escreveu 14 livros, entre os quais os romances A febre amorosa (1984, traduzido para o russo em 2005), Jonas Blau (1986), O mapa da Austrália (1998), as coletâneas de crônicas Paisagem com neblina (2007) e A biblioteca no porão (2009), uma biografia do educador Zeferino Vaz intitulada O mandarim: história da infância da Unicamp (2006) e um diário pessoal, Viagem ao centro do dia (2007).

 

9. Mario Sergio Cortella

Filósofo, com Mestrado e Doutorado em Educação, é professor-titular da PUC-SP (na qual está desde 1977), com docência e pesquisa no Departamento de Fundamentos da Educação e da Pós-Graduação em Educação (Currículo), tendo atuado por 32 anos também no Departamento de Teologia e Ciências da Religião; professor-convidado da Fundação Dom Cabral e do GVpec da FGV-SP. Foi Secretário Municipal de Educação de São Paulo (1991-1992). É autor, entre outras obras, de A Escola e o Conhecimento (Cortez), Nos Labirintos da Moral, com Yves de La Taille (Papirus), Não Espere Pelo Epitáfio: Provocações Filosóficas (Vozes), Não Nascemos Prontos! (Vozes), Sobre a Esperança: Diálogo, com Frei Betto (Papirus), O que é a Pergunta?, com Silmara Casadei (Cortez), Liderança em Foco, com Eugênio Mussak (Papirus), Filosofia e Ensino Médio: certas razões, alguns senões, uma proposta (Vozes), Viver em Paz para Morrer em Paz: Paixão, Sentido e Felicidade (Versar/Saraiva) e Qual é a tua Obra? Inquietações Propositivas sobre Gestão, Liderança e Ética (Vozes).

 

10. Wendel Freire

Poeta e educomunicador. Mestre em Educação pela Universidade Federal Fluminense. Coordenador pedagógico do programa O Dia na Sala de Aula (projeto de Jornal e Educação do Grupo O Dia de Comunicação). Professor do curso de Letras (Faculdades Souza Marques). Organizador dos livros "Tecnologia e educação: as mídias na prática docente" e "Ensino-aprendizagem e comunicação" (WAK Editora).

 

11. Edvaldo Pereira Lima

Professor (aposentado) da Universidade de São Paulo (Escola de Comunicações e Artes). Co-fundador e vice-presidente da Academia Brasileira de Jornalismo Literário (ABJL) – HYPERLINK "http://www.abjl.org.br" www.abjl.org.br
Jornalista, escritor. Doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo. Pós-Doutorado em Educação pela Universidade de Toronto (Canadá).
Professor convidado da Universidade de Florença e da Universidade de Londres, 2005.

 

12. Regina de Assis
Mestre e doutora em Educação pelas Universidades de Harvard e Columbia nos Estados Unidos. Professora da PUC-Rio, no Departamento de Educação, lecionou ainda na UERJ e Unicamp. Foi Secretária Municipal de Educação do Rio e membro do Conselho Nacional de Educação.
Presidiu de 2001 a 2008 a MULTIRIO, Empresa Municipal de Multimeios da Prefeitura do Rio, onde criou e coordenou o RIO MÍDIA, Centro Internacional de Referência em Mídia para Crianças e Adolescentes.

  13. Rosely Sayão
Nasci em São Paulo, em 1950. Cursei o primário em grupo escolar, fiz cursinho e exame de admissão para entrar no ginásio, depois fiz o curso científico, sempre em escola pública. Repeti o primeiro ano do segundo grau com louvor e distinção.
Nem sei bem ao certo porque escolhi fazer psicologia já que, na época, não era um curso muito conhecido. Prestei vestibular na PUC de Campinas e lá fiquei por cinco anos, o tempo de duração do curso. Durante esse período trabalhei como vendedora em livraria, substitui professores em aulas de matemática para o ginásio em escolas particulares – adoro matemática - e trabalhei na faculdade em troca do valor da mensalidade. Tive vontade, muitas vezes, de deixar o curso porque odiava pegar em ratos e boa parte do trabalho era experimental, mas, persisti. Quando me formei passei a trabalhar como professora de colegial, depois passei ao curso de terceiro grau. Fiz carreira acadêmica e, após 12 anos, desisti dela. Ao lado do trabalho em educação, dediquei-me também ao trabalho clínico. (veja mais no blog de Rosely Sayão)
   

14. Susana Oliveira Dias

Licenciada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal da Bahia (1995), mestre em Educação pela Unicamp (2002), especialista em Jornalismo Científico pelo Labjor-Unicamp (2002) e doutora pela Faculdade de Educação da Unicamp (2008). Atualmente é pesquisadora (PqC) do Labjor, professora e coordenadora do curso de Mestrado em Divulgação Científica e Cultural (MDCC) do Labjor, editora da revista ComCiência e líder do grupo de pesquisa no CNPq. Em suas pesquisas, aposta em experimentações por entre imagens, artes, mídias, comunicação, educação, filosofia e ciências.

 

15. Inês Vitorino

Doutora em Ciências Sociais pela Universidade Estadual de Campinas-UNICAMP (1999), com período de Doutorado Sandwiche na Westfälische Wilhelms Universität M¸nster (Alemanha). Realizou estágio Pós-Doutoral na Université du Québec Montreal (Canadá). Atualmente é professora adjunta do Instituto de Cultura e Arte da Universidade Federal do Ceará, onde coordena o Programa de Pós-Graduação em Comunicação em nível Mestrado. Tem como área de pesquisa a Comunicação, com ênfase em Teoria da Comunicação e foco especial nos seguintes temas: comunicação, televisão, infância e juventude. Nesta área, coordena o Grupo de Pesquisa da Relação Infância, Adolescência e Mídia (GRIM - Núcleo UFC), tendo desenvolvido pesquisas nos últimos 10 anos sobre as imagens de crianças e adolescentes em programas, publicidade e propaganda televisiva; o perfil de consumo de mídia deste grupo etário e suas leituras sobre a classificação de conteúdos audiovisuais; e as políticas de proteção deste público no campo da comunicação.Neste campo, atuou junto ao Ministério da Justiça para subsidiar a Regulamentação da Classificação Indicativa da Programação de Televisão. Coordena, ainda, o projeto de Extensão TVez: Educação para o uso crítico da mídia, com inserção nas Escolas Públicas de Fortaleza.

 

16. Ismar de Oliveira Soares

Jornalista, doutor em Ciências da Comunicação, com pós-doutorado junto à Marquette University, Milwaukee, WI, USA. Ismar de Oliveira Soares é professor titular da Universidade de São Paulo, tendo sido eleito “Educador do Ano - 2007”, em concurso nacional, com voto via Internet, numa iniciativa da empresa Educarte. Entre 1998-1999, coordenou pesquisa apoiada pela FAPESP que definiu e sistematizou o conceito de educomunicação, o qual, ao longo da última década, vem sendo operacionalizado em níveis municipal, estadual e federal, através de políticas públicas com o programa Educom.rádio, projeto que levou a educomunicação para 455 escolas do município de São Paulo, a partir de 2001. No momento, Soares assessora o Ministério da Educação na implantação do curso a distância “Mídias na Educação”, assim como o Ministério do Meio Ambiente na construção dos referenciais da Educomunicação Socioambiental aplicados aos Coletivos Educadores. Colaborou com o International Institute of Journalism and Communication (Genebra, Suíça), do qual é membro, para o planejamento e realização de eventos destinados à formação de jornalistas no campo da ética, da cidadania e da sustentabilidade, em vários continentes . Entre as atividades promovidas nesta linha destacam-se, nos últimos anos, os “Refresher Programs” (seminários de atualização) desenvolvidos no Nepal (2007), Índia, Lituânia, Brasil e Quênia (2008), assim como no México, Ethiopia, Sri Lanka e Venezuela (2009). Seu último trabalho ocorreu em Manaus, em março de 2010, quando assessorou a Secretaria da Educação do Estado do Amazonas no debate sobre educomunicação junto a mil professores que assistem os 25 mil alunos ribeirinhos e indígenas matriculados no programa de Ensino Médio com suporte tecnológico (educação a distância, via satélite), ministrado em 1.150 salas de recepção de sinais via satélite, espalhadas por todo o território da floresta amazônica.

 

17. Odilon Moraes (São Paulo, 1966) passou a infância e a adolescência no interior paulista. Talvez daí venha seu gosto por histórias simples e bem contadas, seja como escritor, seja como ilustrador, atividade que começou em 1989, antes mesmo de concluir o curso de arquitetura.

Estreou como autor com A princesinha medrosa, publicado em 2002, agora em nova edição pela Cosac Naify, mesma casa pela qual lançou Pedro e Lua (2004). Ambos receberam o Prêmio de Melhor Livro do Ano, oferecido pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ). Odilon também desenvolve alguns projetos especiais, como o livro-objeto Ismália (Cosac Naify, 2006), criado a partir do poema de Alphonsus de Guimaraens.

Na Cosac Naify coordena, com o editor Augusto Massi, a coleção Dedinho de Prosa, para a qual já ilustrou O homem que sabia javanês, de Lima Barreto, O presente dos magos, de O. Henry, e Será o Benedito! , de Mário de Andrade.