Projeto “Caderno de Jornal”: um desafio à construção do leitor reflexivo

 

Elísio Vieira de Faria- UNESP – Marília – SP e UNICERES/FAER

 

Introdução

 

O objeto do trabalho liga-se ao questionamento que se faz sobre a aplicação do jornal em sala de aula, como forma de construção de conhecimento, no sentido de formar o leitor e o escritor crítico, criativo, reflexivo, como sujeito ativo de uma realidade, numa história e tempo em construção.

 

Esse questionamento foi tomado como forma de delimitar o problema considerando os resultados das avaliações oficiais que o sistema de ensino no país revelam e que a própria mídia se encarrega de veicular: a competência leitora dos alunos das camadas populares, principalmente.

Como exemplo, recorta-se a posição do Brasil no Programa Internacional de Avaliação de Alunos - o Pisa, aplicado a uma amostra de adolescentes com 15 anos de idade, de 31 países, em 2000: a última posição, com a média de 396 pontos, em escala de zero a 800.

No ano de 2001, a avaliação do PISA passou de 31 para 41 países avaliados e o Brasil apresentou uma nova posição no ranking: fica à frente apenas de quatro nações na prova de leitura: Albânia, Indonésia, Macedônia e Peru.

Dos 4.800 estudantes brasileiros que participaram da amostra representativa dos adolescentes de 15 anos matriculados nas 7a e 8a séries do ensino fundamental e nas 1a e 2a séries do ensino médio, 50% dos alunos brasileiros está no nível 1 de alfabetização, numa escala criada pela Unesco, que classifica os estudantes que têm dificuldades em usar os instrumentos da leitura para aumentar seus conhecimentos em outros assuntos. (Clipping Educacional 2003). 

Os resultados do SAEB - Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica, realizado em 2003, constatou que 59% dos estudantes da 4a série do ensino fundamental ainda não desenvolveram as competências básicas de leitura, e que se acham concentradas nos estágios muito crítico e crítico de proficiência, nesta habilidade. A gravidade da situação também abrange os alunos da 8a série do Ensino Fundamental: 49% não entendem a leitura de textos simples como um poema ou uma matéria de jornal.

 

Considerando o trabalho de leitura na escola, que além dos textos dos livros didáticos, tem no jornal um forte aliado ao trabalho docente, por sua natureza e pelas múltiplas possibilidades pedagógicas, propusemo-nos a investigar o tema, a partir das questões: como é utilizado o jornal na escola? Como o trabalho com o jornal pode contribuir para a formação do leitor em desenvolvimento de atividades que incluem o debate sobre a vida cidadã? A leitura de jornal em sala-de-aula leva à discussão, à reflexão, ao entendimento do que se leu sobre o que se escreveu e do que se pode reescrever?

 

O objetivo deste trabalho de pesquisa é analisar o trabalho de leitura de jornal desenvolvido com alunos, que atualmente cursam a 8a série do Ensino Fundamental, de uma escola estadual de São José do Rio Preto – SP.

 

A pesquisa é de natureza qualitativa, caracterizada como estudo de caso e que tomou por base o trabalho realizado na instituição pesquisada, a partir de 2002, 2003 e no primeiro semestre de 2004, por meio de um projeto desenvolvido na escola: Projeto Caderno de Jornal, em aulas de Língua Portuguesa. O estudo analisa as características, etapas, desenvolvimento, incremento e avaliação do projeto no contexto da escola e de seus alunos.

 

O trabalho de pesquisa contou com a participação e envolvimento dos sujeitos da ação: um coordenador pedagógico, um docente e trinta alunos. O trabalho observado teve como instrumentos a observação às aulas de Língua Portuguesa, em que o projeto se desenvolveu, e, ainda, aplicou-se aos alunos uma entrevista estruturada. Os dados colhidos foram analisados e constam do presente relato, de forma generalizada. É no contexto da escola pública atual palco comum da reprovação de grande parte dos alunos nos resultados das avaliações institucionais, com recorte ao quesito leitura e intelecção de textos, que esta pesquisa se desenvolveu, cuidando de explicitar resultados que possam contribuir para novas práticas, novas posturas e a geração de experiências similares.  

Desenvolvimento

 

O projeto Caderno de Jornal nasceu de uma experiência realizada com a mesma turma no ano de 2001, quando os alunos ingressaram na 5ª série do Ensino Fundamental da instituição escolar. O projeto, denominado Álbum de Leitura, iniciado em abril daquele ano, tinha por objetivo o desenvolvimento do potencial de leitura do aluno, valendo-se das obras paradidáticos.

 

Este álbum, após a leitura, permitia que o aluno o compusesse expressando-se, pela releitura das obras, em situações que envolviam desde a discussão oral e a produção escrita do texto, até as diferentes manifestações de linguagem, como produção de bilhetes, convites, cartazes, ilustração textual de capa e de páginas, produção de texto informativo, análise de personagens, cenas, destaque ao espaço da narrativa pela elaboração de mapas, criação de apresentação da obra lida via recursos informáticos, dentre outros.

 

Vale dizer que o nascimento do trabalho esteve e permanece ligado à questão das habilidades de leitura e escrita dos alunos, objeto de avaliação enquanto questão vital do projeto político pedagógico da escola com vistas a dar sentidos ao fazer escolar, com significação e, sobretudo, buscando o aprendizado dos alunos para o despontar do que ocorre no mundo, num exercício de ler o mundo, pela ação e na ação, para construir-se homem, como afirma FREIRE (1979, p. 37).

 

Segundo dados colhidos no campo da pesquisa, a partir do ano de 2002, a questão que continuava a incomodar a escola era – como desenvolver habilidades de leitura compreensiva – e de mundo - a fim de formar leitores e escritores no Ensino Fundamental – e, assim, gerou-se um novo projeto, discutido com os alunos: o Caderno de Notícias, com a plena utilização do jornal impresso, nas aulas de Língua Portuguesa.

 

O objetivo do projeto é o de desenvolver habilidades de leitura e escrita compreensivas possibilitando o trabalho com diferentes modalidades de texto, a fim de assegurar o reconhecimento e utilização de diferentes formas de organização textual, a discussão de assuntos e temas de interesse, fundamentado opiniões em fatos reais, bem como a possibilidade de analisar diversas interpretações sobre um mesmo fato, e, assim se aproximar de um modelo de língua padrão bem próximo do que se utiliza no cotidiano.

 

A montagem do caderno foi evolutiva, à medida que os alunos recebiam os textos trabalhados, escolhidos previamente pelo professor ou mesmo segundo as sugestões dos alunos.

 

Pode-se considerar que as etapas para o trabalho foram significativas. Tudo iniciou com um estudo sobre o jornal: sua estrutura, a composição gráfica, a capa, sobre cadernos, colunas, seções, etc.

 

A estratégia de leitura, discussão oral e escrita a partir do texto jornalístico foi organizada após diversas aulas envolvendo o manuseio do jornal pelos alunos, a fim de familiarizá-los com o jornal utilizado, de modo a conhecer a sua organização e os jargões do jornalismo para o entendimento dos termos técnicos como manchete, chamada, nota, editorial, lead, olho, fotojornalismo, legenda, crédito, legenda, etc.

 

Após esse estudo inicial, os alunos iniciaram o projeto, que contou com a utilização de duas aulas na semana (aula dupla).  O trabalho iniciava pelos procedimentos para leitura de texto: leitura silenciosa, leitura oral pelo professor, e, após as considerações iniciais, iniciava-se à discussão sobre as idéias centrais do texto, concluindo-se a fase oral com o debate sobre o a matéria estudada. No ano de 2002 estudou-se e debateu-se uma matéria jornalística por aula.

 

A evolução do trabalho e o interesse manifesto pelos alunos possibilitaram que no ano de 2003 as notícias fossem ampliadas para duas a cada aula, o que contribuiu para a tarefa pretendida: formar leitores e escritores. Naquele ano foram discutidas, analisadas e debatidas mais de sessenta textos sobre os mais variados temas da vida cidadã.

 

Após a etapa de leitura e debate sobre o tema, com ampla associação e contextualização das idéias os alunos passaram à etapa da produção escrita com a organização formal do caderno: colagem, numeração seqüencial da notícia, identificação do texto com seus elementos estruturais, a saber, manchete, olho, foto, legenda, etc, seguido da análise textual, com recuperação da essência do texto e do pensamento do articulista ou repórter, finalizando com a elaboração de crítica pessoal ao assunto trabalhado.

 

Foram trabalhados os diversos temas da vida cidadã, de problemas que constituem o cotidiano e a realidade do estudante, de modo a mantê-lo inserido na sociedade em que vive, caracterizando-a, debatendo-a e observando-a como sujeito ativo no processo de construção de conhecimentos das diversas áreas do saber. Os textos trabalhados foram noticiados pelos jornais locais de São José do Rio Preto, pela Folha de S. Paulo e seus suplementos[1], além de jornais de outros estados do país, que ocorria por navegação em Internet ou mesmo quando das viagens dos pais a outros estados da federação.

 

O instrumento aplicado para coleta de dados junto aos alunos considerou a investigação de 5 pontos: importância do projeto, os resultados que o as tarefas realizadas têm causado em suas vidas, os pontos fortes e os pontos fracos do projeto e, finalmente, um espaço livre para depoimentos gerais a respeito do trabalho realizado.

 

A primeira questão, relativamente à importância do projeto, considera-se que os sujeitos aprovaram-~o, pelo fato de as matérias servirem de espaço de inseri-los no mundo nas coisas que acontecem na vida, de modo a ajudá-los na compreensão e na tomada de decisões. As respostas apontaram que o projeto contribuiu para a melhoria da leitura e da compreensão textual e que os alunos sentem-se em desenvolvimento da criticidade, da capacidade de síntese, e de participar de discussões com maior segurança.

 

Sobre os resultados do projeto na vida cotidiana, os alunos apontaram que o hábito da leitura os direcionou ao crescimento intelectual, à maturidade e ao desenvolvimento de novas percepções. Sinalizaram que o projeto os ajudou na realização de outras atividades mais complexas uma vez que os textos lidos eram compreendidos de forma mais clara, de forma a perceber o que realmente foi escrito e também por permitir uma associação com idéias a ele relacionadas.

 

Cabe destacar que o desenvolvimento do projeto fez brotar, de fato, uma maturidade na produção textual dos sujeitos envolvidos no processo. Essa maturidade pode ser registrada na integração de atividades: o texto literário, o didático, o paradidático e afins, uma vez que as matérias escolhidas buscaram trazer a realidade aos estudantes e provocar neles a releitura de situações. Também merece recortar o desenvolvimento de outros projetos com diferentes códigos de linguagem, como o uso do computador[2] e o que seus recursos tecnológicos potencializam à prática educativa, fruto de integração a partir do projeto de leitura de jornal.

 

A esse respeito argumenta PAVANI (2002 p. 95)

espera-se, hoje, que um aluno leitor consiga desenvolver a habilidade de fazer correlações e contextualizações e usar sistemas simbólicos das diferentes linguagens como meios de organização cognitiva da realidade. Utilizando-se dos meios de comunicação, esse aluno pode manifestar essa habilidade por meio da relação de diversos tipos de textos como o jornalístico, o literário e o cinematográfico, que completarão a execução do planejamento de ensino proposto.

 

Como pontos fortes do projeto os alunos colocaram que o projeto permitiu um melhor relacionamento dos alunos entre si, no sentido de ouvir e de respeitar a opioião do colega, além de discutir e relatar sobre algo que foi tratado de forma coletiva. Valorizaram a criticidade, o aumento da capacidade de compreensão, de aprender divertindo-se pela forma como os debates ocorriam, a variedade das matérias trabalhadas, e, ainda reforçaram que o projeto abriu espaços para o diálogo de coisas que nem sempre são discutidas ouma aula tradicional. Argumentaram que mesmo à relativa expressão verbal dos mais tímidos o projeto abria oportunidades, já que estes buscavam se posicionar.

 

Os depoimentos dos alunos levam a pensar na aproximação do texto ao contexto e de algumas distâncias consideradas entre o mundo existente na escola e o mundo real. Assim, encontramos em SILVA (2003), em entrevista concedida ao jornal O Estado de Minas, em 02/07/2003, ao argumentar sobre a necessidade de se estabelecer via de mão dupla entre aluno e professor na construção do conhecimento. A educadora sugere que o estudante leia pelo menos um jornal diariamente e leve as dúvidas do que se leu para a sala de aula, para que o professor faça a ligação dos fatos. Entendemos que as pontes que se estabelecem nesta relação dúvida-aluno-professor concorram à ampliação do conhecimento e fazem diminuir as lacunas de aprendizagem e, assim, podem contribuir para a desfossilização de algumas estruturas escolares em seus rituais sacralizados.

 

Com relação aos pontos negativos do projeto os sujeitos registram apenas que ainda falta que algumas pessoas participem mais ativamente na etapa oral para melhorar ainda mais a discussão das notícias.

 

Interessante registrar que os mais “tímidos” têm um processo de escrita adequado, podendo se verificar uma produção de textos de boa qualidade, de argumentação, reflexão e capacidade analítica. 

A última questão permitiu que os alunos respondessem sobre o projeto de forma mais livre. Da análise é possível considerar que o trabalho e seus efeitos transita da sala-de-aula à casa, às conversas com os amigos. Destacaram que a liberdade de opinar, de dar sugestões é uma das maneiras que o projeto funciona no entendimento deles. Resgatam a qualidade das matérias trabalhadas, por sua adequação contextual[3], uma vez que estes ajudam na compreensão de textos e de temas que ocorrem na realidade e que geram ou estão gerando polêmica[4].

 

Os entrevistados argumentam que melhoraram bastante a capacidade de produção textual[5], e, ainda, que encontraram nas aulas de Língua Portuguesa oportunidades para outras expressões e outros entendimentos.

 

Do entendimento a que se referiram os alunos, um exemplo pode ser tomado quando do estudo do texto do sobre o fenômeno Bullying, do Folhateen. O tema despertou muito interesse entre os adolescentes participantes, uma vez que a prática de “zoar” se apresenta como material escolar e entra no ambiente pelas mochilas, pelos tênis, pelo estar, portar e pela aparência dos alunos, logo, faz parte integrante do uniforme escolar. A reflexão provocada entre eles foi significativa.

 

Principais resultados

 

Como resultados os dados colhidos fazem revelar que o trabalho com o Caderno de Jornal provocou efeitos consideráveis entre os sujeitos. Tanto a expressão oral quanto a prática da produção textual resultante do projeto fazem confirmar que o trabalho de jornal na escola é possível, se superar o nível do recorte de palavras ou da simples leitura.

 

Outros resultados foram verificados no contexto escolar: melhoria na leitura compreensiva, na produção de textos, na organização do pensamento, nos fundamentos para a produção de textos argumentativos e dissertativos já trabalhados, a produção de noticias de jornal, participação em projetos, leituras de livros literários e paradidáticos, com produção de fichamentos para seminários, e pesquisas nos ambientes tecnológicos, com apresentação de trabalhos em eventos[6], bem como a montagem eletrônica de jornal em página da WEB, em criação pelos próprios envolvidos com a tarefa.

 

A produção de textos jornalísticos também foi um dos resultados alcançados com o projeto. Os alunos utilizaram-se dos conhecimentos adquiridos para escrever e reescrever a respeito das questões que lhe são afetas: sexualidade, drogas, comportamento jovem, fatos da cidade, crítica social, impressões sobre a política local e nacional, segurança, dentre outros.

 

Apesar das intenções do trabalho em desenvolvimento com os alunos do ensino fundamental, a experiência não é fácil, nem se apresenta como rotina nas tarefas escolares, em situações comuns. É preciso que o professor e alunos estejam ligados no trabalho, como acontece quase que a cada sessão semanal de duas horas de aula, de vida, de produção. É preciso leitura e releitura de cenários e de situações. É preciso avaliar e discutir sobre o que se faz, ouvir as expectativas dos alunos sobre os textos trabalhados, coletar dados sobre os temas esperados, para escutar e aprender que às vezes a discussão está um pouco enfadonha, e considerar o falar do aluno, que, outras vezes, revela a surpreendente expressão “[7]essa aula está uma delícia e a escola só é boa se traz felicidade, em momentos como estes”.

 

É preciso entender que os alunos das camadas populares formam o público presente na escola pública e têm o direito à educação democrática, emancipadora. Não se pode negar a eles o direito de participar ativamente da construção do conhecimento, que deve ser ampliado, reelaborado, ressignificado para garantir-lhes espaços na sociedade do conhecimento, em situações que facilitem a verdadeira aprendizagem tomadas de consciência, de construção de valores, para o presente, para a vida presente.

 

Referências bibliográficas

CLIPPING EDUCACIONAL. Disponível em www.consae.com.br . Acesso 02/07/03.  
CONSTANTINO, L. Estudo do MEC mostra aprendizado “crítico”. Folha de S. Paulo, 23. abr. 2003, p. C 3. Cotidiano. Educação.  
DIARIO DA REGIAO. Sem educação Editorial. 04/07/2003. p. 2 A. Opinião.   
FREIRE, P. Conscientização: Teoria e prática da libertação: uma introdução ao pensamento de Paulo Freire. São Paulo: Cortez & Moraes, 1979.  
O ESTADO DE MINAS.  Via de mão dupla entre aluno e professor. Belo Horizonte MG. 02 jul 2003. Disponível em www.consae.com.br . Acesso 02/07/03.  
PAVANI, Cecília. (org.) Jornal: (In)formação e ação. Campinas: Papirus, 2002.  
SIQUEIRA, D. Avaliação internacional mostra desempenho de alunos de 41 países http://www.mec.gov.br/acs/asp/noticias. Acesso 04/07/2003.  


[1] Por exemplo, o Suplemento Folhateen e a Folha Equilíbrio, aplicados intensivamente no projeto.

[2] Merece destaque o prêmio Educando 2003, recebido pela Unidade Escolar pesquisada, com o trabalho Projeto Adolescência: Ensinando e Aprendendo com o Computador na Escola, a partir de estudo literário de Doidão, obra de José Mauro de Vasconcelos e que contou com o envolvimento dos alunos desta turma.

[3] A matéria Território Inimigo, que aborda a questão das gangues de jovens das cidades de Franca, Morro Agudo, cidades paulistas da região de Ribeirão Preto, SP e Belém, PA, publicado no suplemento FOLHATEEN, segunda-feira, 23 de junho de 2003, p. 6, foi uma das que despertou muito interesse dos alunos, pelo fato da temática e de sua relação com a idade.

[4] A matéria Por que o adolescente é tão espaçoso? escrito por Rosely Sayão, no suplemento Folha Equilíbrio, da Folha de S. Paulo, de 28/04/03, p 12 permitiu debates interessantes.

[5] A entrevistada resgata a notícia “Literatura ajuda a desenvolver a capacidade de aprender outros textos e o mundo", produzida por NICOLETTI, A., no suplemento FOVEST, da Folha de S. Paulo, de 24.04.03 p.4.

[6] A turma se fez representar no encerramento das atividades de 2002, do projeto Jornal na Educação, desenvolvido pelo Diário da Região, oferecendo Oficina de Trabalho aos professores participantes. Na oficina os alunos simularam o cotidiano da redação de um jornal, a simulação de um telejornal, que foi por eles editado com textos das dez melhores matérias trabalhadas em 2002, e, ainda, realizaram uma vivência da forma como se estabelece o trabalho do projeto no cotidiano escolar.

[7] Trata-se de manifestação espontânea de LAS num dos momentos de avaliação do projeto, em que a aluna coloca que o desenvolvimento do trabalho com o Caderno de Jornal é um dos pontos fortes da atividade escolar.