LEITURA: TEORIA E PRÁTICA - Nº 16    

Nº 16– Leitura: Teoria e Prática
Ano IX - Dezembro de 1990 - 82 p.

Estudos

Para que serve a escrita, quando você ainda não sabe ler/escrever? – Maria Laura T. Mayrink-Sabinson - p. 20 – 25
Stubbs (1980) afirma que “há certamente muitas funções da linguagem escrita que ultrapassam bastante a experiência infantil (...)”. O autor discorre sobre essas funções (intelectual, administrativa, burocrática) e sua não da escola explicitá-las para os aprendizes da escrita.

Leitura: uma possível interação – Eduardo Calil - p. 26 – 35
O pressuposto teórico que direciona, coordena e estrutura a concepção construtivista da educação está pautado, basicamente, sobre a psicologia cognitiva e epistemologia genética e a contribuição vygotskiana referente à relação entre aprendizagem, desenvolvimento e interação social.

Sobre o período preparatório para a alfabetização – Marlei Gomes do Nascimento - p. 36 – 44
Dentre os muitos aspectos da problemática da alfabetização, gostaríamos de tecer, aqui, algumas considerações sobre o período preparatório de prontidão para a escrita. Essa crença está fortemente apoiada numa literatura dedicada a estabelecer a lista de aptidões, ou habilidades, necessárias para aprender a ler e a escrever.

O apagamento da memória interpretativa da criança – Maria do Rosário F. V. Gregolin - p. 45 – 55
Qual é a especificidade do discurso didático que circula na escola através dos textos dos manuais didáticos? Como esses textos didáticos auxiliam na construção da memória textual das crianças nas primeiras séries do 1° grau? Tentando responder a essas perguntas, analisamos livros didáticos de Comunicação e Expressão, procurando, através da nossa análise, descobrir como os textos didáticos agem na construção de leitores.

Considerações sobre a aquisição do discurso dissertativo – Maria Cecília Perroni - p. 56 – 61
Nos estudos lingüísticos sobre tipos de discurso, a modalidade dissertativa não tem merecido muita atenção, tanto do ponto de vista descritivo de sua manifestação em diversas faixas etárias, quanto do ponto de vista explicativo dos mecanismos de seu desenvolvimento. O objetivo dessas reflexões é apontar alguns fatores que podem desempenhar um papel importante no processo de sua aquisição por crianças em idade escolar (1° Grau).
 

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