LEITURA: TEORIA E PRÁTICA - Nº 18   

Nº 18 – Leitura: Teoria e Prática
Ano X - Dezembro de 1991 - 62 p.

Estudos

Notas sobre trabalho interdisciplinar na escola de 1° e 2° graus – Maria do Rosário M. Magnani - p. 3 – 6
O tema da interdisciplinaridade parece entrar na pauta das discussões sobre problemas e propostas para a educação e o ensino público no Brasil como essa maçã: tarefa predeterminada e inquestionável episódio, sobre o qual se devem concentrar esforços por alguns instantes, a fim de dar continuidade satisfatória à competição.

Ensino da Física e leitura – Alan E. Ricon e Maria José P. M. de Almeida - p. 7 – 16
Que aproximação da leitura se tem feito em aulas de física? Que especificidades podem ser apontadas no discurso científico-tecnológico? Que alternativas se apresentam quando se pensa a leitura no ensino e divulgação da ciência? Como tipos de leitura se relacionam com concepções de ensino e ciência? Como o estudante se relaciona com diferentes tipos de texto?

O ato de ler o discurso matemático – Ocsana Danyluk - p. 17 – 22
O pensar que aqui se segue é fruto de reflexão sobre a leitura da linguagem matemática. Convido todos aqueles que interrogam o ato de ler e que são ávidos por pensar meditativamente a partilhar sobre o já pensado, pois acredito no que Martin Heidegger afirma: “Somente se nos voltarmos pensando para o já pensado, seremos convocados para o que ainda está para ser pensado”. Um dos fatores que estão para ser pensados no ensino da matemática é o modo como o discurso matemático é mostrado e lido pelas pessoas.

Interpretando a interpretação de textos – Luis Carlos Cagliari - p. 23 – 31
Como a interpretação de textos baseia-se na compreensão de um texto, estamos diante de um fato lingüístico. Portanto, é preciso saber como os falantes e os ouvintes se comportam. Desde o processo da aquisição da linguagem, entender e falar são duas atividades não paralelas. As pessoas costumam entender muito mais coisas e em diferentes estruturas lingüísticas do que o número de palavras que falam ou de estruturas lingüísticas que usam. Não se deve, pois, julgar a “capacidade de entender” analisando apenas o que se diz e a maneira como se diz.
 

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